Poema Eternidade de Xico Chavier

Cerca de 102841 frases e pensamentos: Poema Eternidade de Xico Chavier

POEMA DOS ENAMORADOS

Eu quero passar todos os dias na tua vida
Na hora da chegada e na breve hora da partida
Ouvir tua voz em tantos sons e melodias
Lembrar de ti por tua paz, por teu amor e alegria.

E na alegria eu vou passar todos os dias do teu lado
No aconchego do teu corpo delicado
Dar-te meus braços em abraços bem selados
Trocar contigo mil beijos e afagos

E nesses tantos beijos e afagos tão bem dados
Faremos juntos um caminho de carinho escancarado
Cumprindo bem nosso destino lado a lado.

Nosso destino de sermos dois e, assim, de sermos sempre:
Dois amantes, dois amados, dois corações apaixonados...
Eternamente, entre nós, enamorados!

Poema Para Paulo Leminski

vai
meu amigo
desta vez
não vou contigo

a morte
é um vício
muito antigo
só que nunca
aconteceu
comigo

pode ir
que eu não ligo
eu fico por aqui
separando
tijolo do trigo

Poema de Gabriela Mistral.


Somos culpados de muitos erros e muitas falhas,mas nosso pior crime é abandonar as crianças,desprezando a fonte da vida.
Muitas das coisas que precisamos podem esperar.
A criança não pode.
É exatamente agora que seus ossos estão se formando,seu sangue é produzido, e seus sentidos estão se desenvolvendo.
Para ela não podemos responder "Amanhã"


Seu nome é "Hoje"

"Pediu-me um
nude,
mandei um
poema.
Acho que queria um nude de
corpo.
E eu tolo,
mandei da
Alma!"

Queria escrever um poema sobre dias livres,
mas são tempos difíceis para a liberdade…
Até quem luta por ela quer ser dono de alguém.

Você é a canção que ninguém cantou.
O poema que de tão lindo e divino jamais será editado.
Você é a flor que não pode nascer, pois não há um lugar ou vaso que te suporte por você
ser tão rara .
Você é o diamante que ninguém tem a estrela que ninguém consegue enxergar por causa do brilho que você emana e cega.
Você é o sonho jamais sonhado, pois que sonha contigo se torna (DEUS).
Eu sou aquele que ousou te ter um dia e enlouqueceu com a falta do teu amor...

Poema do Dia das Mães

Maravilhosa, amorosa, especial
Mãe, minha princesa
Aquela que me consola quando choro
Aquela que faz tudo para me ver feliz
O nome dela é amor
A razão da minha existência
Te amo, mãe!

LUZ, VIDA E AMOR! POEMA MÍSTICO

No centro da Rosacruz
Desabrocha a rubra flor
Símbolo que me conduz
Na senda da Luz, Vida e Amor...

Exala um perfume alquímico
Que fica sutil no ar
Impregnando meu corpo anímico
Que faz minh’Alma no infinito levitar...

Entro em contato com o Cósmico
Meu ser é enlevado em poesia
Sou um buscador Místico
Envolto nesta sublime trilogia:

Luz que emana Vida
Vida que emana Amor
Amor é a Luz da Vida
Na mística rubra flor.

um poema na noite é boêmio,
um boêmio na esquina é um predador,
a lua é dos lobos,
o amor é dos bobos
e ninguém é de ninguém...

Saudade... doce poema
que ninguém entendeu.
Vontade de ter de novo
aquilo que se perdeu.

Borbulhante

Guardei meu poema dentro de uma bolha de sabão.
Como não ficar seduzida
Pela circunferência lisa e transparente,
Onde o arco-íris passeia docemente,
E morre de amores pela espuma colorida?

Acomodada na nova moradia,
O poema suspirou e adormeceu.
Quando acordou já não mais me pertencia.

A bolha de sabão se deslocara
E o poema apaixonado que eu criara
Descobriu de repente que era teu.

Don Juan - Esse poema é em homenagem ao meu querido amigo Don Juan Castelano




Don Juan


Olha-me em meus olhos
Que de tão puros, agora são em perdição
Abraça-me, como sol do deserto
Quente
Sedutor
Transforma-me em teus poemas
Faça-me a tua poesia
Traduza-me para que me entendas
Olhando assim o teu rosto angelical
Jamais se imagina o perigo de seu toque
És armadilha do destino
És sombra em dias de verão
És sonho
Jamais ilusão
Queira eu poder em teu caminho cruzar
Um abraço
Um sorriso
A me conquistar
És Don Juan de letras algozes ou heróicas
És simplesmente
Don Juan Castellano...

"...mesmo as pedras, com o tempo, mudam”.

(do poema "Viagem".)

Seu eu soubesse...

Se eu soubesse escrever,
escrever-lhe-ia um poema desses de revista.
Esses de deixar encantado,extasiado,
com olhos e coração arregalados.
Se eu soubesse escrever, escreveria um desses
poemas abusados, de amor incontrolável,
desses de nunca esquecer...
Mas não sei escrever, so sei sentir.
Mas isso eu posso dizer: amo você!

⁠ Poema: Decreto Igualdade e Paz.
Decreto hoje como Cidadã por soberania,
Que todas as sombras voltem a brilhar.
No gorjear dos pássaros em sinfonia,
Todos os povos voltem a sonhar.
.
Decreto a Paz por onde houver guerra
Saúde e alento onde houver enlutados.
Não falte o pão nem a fonte que gera,
Nem lona e circo em campos e Cidades.
Decreto ainda que a desigualdade
Não mais destrua nenhuma Nação.
Que os governantes esqueçam a crueldade,
E em seu olhar coloquem um coração.
Divergir, ter outra opinião,traz solução.
Só enriquece é ponto de reflexão.
Ao invés de levantes, amem e protejam seu irmão,
Baixar a guarda não é fraqueza, é amar Sua NAÇÃO.

Poema da Depressão
Às vezes eu penso como seria se eu partisse desse mundo. Nesse momento eu estou sentindo, sentindo meu coração, ele esta gritando, gritando muito auto, meus olhos não enxergam e meus pulmões não pulsam, eu estou cego e sem ar, como continuar? A felicidade esta cada dia mais distante e a tristeza me sufocam, estou sem folego, minhas pernas não querem andar, minha mente deixou de pensar em uma solução. Eu quero viver, mas não encontro o motivo, não encontro motivos para ser feliz assim como não encontros motivos para estar tão devastado, eu acredito que seja melhor apenas parar de respirar.
Eu cresci com sonhos e objetivos, mas falhei e peço desculpas, meus sonhos foram destruídos com a realidade, meus objetivos foram arrancados de mim por minha fraqueza, busquei minha liberdade, mas me prendi a uma vida incerta e perigosa, me leve de volta pra casa e me de o carinho que meus pais nunca conseguiram. Tudo que eu tenho são minhas memorias e as estou perdendo, por que não parar agora? Por mais que eu queira partir eu não consigo, minha fraqueza é tão grande que acabar com isso se torna ainda mais difícil, o quão louco pode ser a vida, onde eu não quero viver, mas ao mesmo tempo tenho a esperança de que um dia tudo ficará bem, como ser tão vazio e triste por dentro, dentro do meu quarto branco e escuro sem vida alguma, mas ao mesmo tempo vivo aos olhos das pessoas que me veem nas noites tentando esquecer o quão vazio estou.
Eu já me senti infinito, eu costumava sorrir e fazer com que as pessoas sorrissem comigo e eu me pergunto onde aquele menino perdido que não estava pronto para ser encontrada esta? Só chego a uma resposta, ele se foi. Você precisa encontrá-lo imediatamente, eu estou partindo e ninguém se importara tanto, e aqueles que dizem me amar um dia não sentira mais o mesmo, assim como todos que passam por minha vida.

Poema transitório

Eu que na Era da fumaça: - trenzinho
Vagaroso com vagarosas paradas
Em cada estaçãozinha pobre
Para comprar
Pastéis
Pés-de-moleque
Sonhos
- principalmente sonhos!
porque as moças da cidade vinham
olhar o trem passar:
eles suspirando maravilhosas viagens
e a gente com um desejo súbito
de ficar ali morando sempre...
Nisto, o apito da locomotiva
e o trem se afastando
e o trem arquejando
é preciso partir
é preciso chegar
é preciso partir é preciso chegar...
Ah, como esta vida é urgente!
... no entanto
eu gostava era mesmo de partir...
e - até hoje – quando acaso embarco
para alguma parte
acomodo-me no meu lugar
fecho os olhos e sonho:
viajar, viajar
mas para parte nenhuma...
viajar indefinidamente...
como uma nave espacial perdida entre as estrelas.

De tudo extraio o melhor
E mesmo que sobre dissabor...
Junto então toda a cena
E faço um poema de amor....

Sobre um Poema

Um poema cresce inseguramente
na confusão da carne,
sobe ainda sem palavras, só ferocidade e gosto,
talvez como sangue
ou sombra de sangue pelos canais do ser.

Fora existe o mundo. Fora, a esplêndida violência
ou os bagos de uva de onde nascem
as raízes minúsculas do sol.
Fora, os corpos genuínos e inalteráveis
do nosso amor,
os rios, a grande paz exterior das coisas,
as folhas dormindo o silêncio,
as sementes à beira do vento,
- a hora teatral da posse.
E o poema cresce tomando tudo em seu regaço.

E já nenhum poder destrói o poema.
Insustentável, único,
invade as órbitas, a face amorfa das paredes,
a miséria dos minutos,
a força sustida das coisas,
a redonda e livre harmonia do mundo.

- Em baixo o instrumento perplexo ignora
a espinha do mistério.
- E o poema faz-se contra o tempo e a carne.

Poema Mestiço

escrevo mediterrâneo
na serena voz do Índico

sangro norte
em coração do sul

na praia do oriente
sou areia náufraga
de nenhum mundo

hei-de
começar mais tarde

por ora
sou a pegada
do passo por acontecer...