Poema dentro e Fora
MANTRA DA PERSISTÊNCIA
Eu sou um com o meu desejo já realizado.
Nada fora de mim determina o tempo ou o modo —
Eu sou a presença constante da realização.
Quando os sentidos dizem “não”,
minha consciência responde “sim”.
Quando o mundo se cala,
meu ser proclama: já é meu.
Eu persisto, não com esforço, mas com certeza.
Permaneço no estado daquilo que desejo,
até que isso se torne quem eu sou.
Cada pensamento alinhado,
cada emoção sentida como verdade,
é uma batida na porta do invisível —
e a porta sempre se abre.
Eu sou a frequência do que desejo viver.
Eu não espero:
Eu me torno.
Não transforme seus sonhos em correntes.
“Não transforme seus sonhos em correntes. As metas foram feitas para guiar, não para aprisionar. Quando o caminho sufoca, talvez seja hora de escutar a alma em silêncio. O verdadeiro propósito não impõe — ele inspira.
Lembre-se: a liberdade interior vale mais que qualquer conquista exterior.”
No início, nos ensinam que lá fora extem monstros.
Mas ao longo da vida, descobrimos que os monstros são pessoas.
Eu estou bem!
Fora a poeira que eu inalo
Fora o dia que me judia
Fora o trabalho que me escraviza
Fora a minha escrita que me agoniza
Fora as pessoas, que apontam meu erro...
Fora eu mesmo, que não aceito meus defeitos
E que me defendo para nunca admitir
E que me escondo atrás da certeza que me condena
Certeza na qual me diz que os meus erros existem e não há saída para se sair ileso sem mudanças previstas.
Na seca eu fui embora
trabalhei na construção
a dor de viver fora
maltratava o coração
mas fiz caixa no sudeste
e voltei pro meu nordeste
pra ser feliz no sertão.
“Não é a bagunça que atrai a pobreza, e sim uma mente desorganizada e fora de equilíbrio. A verdadeira raiz está na saúde mental. A bagunça externa reflete e alimenta o caos interno, gerando ansiedade, falta de foco e sentimentos negativos. Quando a mente está sobrecarregada, tudo ao redor desanda.
E o primeiro passo para começar a restaurar esse equilíbrio, sem pressa, é organizar o ambiente à nossa volta. Colocar ordem nas nossas coisas é como enviar um sinal à mente: ‘Estamos retomando o controle’. Ao ver o espaço limpo e organizado, a tensão diminui, a respiração se acalma e o psicológico começa a se reequilibrar. Organizar fora é, muitas vezes, o primeiro passo para curar por dentro.”
— Bismarck Batista, “O Máquina”
Lua me fale
Ó lua, diga-me
Imploro-te, admoesta me
Pois não lhe parece vil
Não fora, ele, hostil?
Ó impetuosa força cósmica
Servi-lo como uma acólita
Sem embargo, ele me traíra
Anjo me abandonara
Cri na conversão
Do meu choro pungente
Em risada fervente
Consignei-me ao coração
Vigoroso fora-me o desengano
Mostrou-me ser profano
Quem agoriei como virtuoso
Agora, distingo-o como tortuoso
Pregara-o que medíocre é a aurora
Eu, meu pequeno, chora
Explica-me o porquê mais uma vez
Justifica-me a rudez
Qual fora meu pecado?
Hei-me aplastado
Conclame sobre mim
Reuna um maldito motim
Escreva-me um remate
Antecedentemente que isto me mate
De meu exício
Não escutes meu bulício
Seja como tu objugas
Funcionas como sanguessugas
No princípio, eu era fundamental
E, bem, este é meu final
vejo a vida passar do lado de fora.
aprecio.
invejo.
me desgasto.
um caos interno sufocante.
de repente algo me tira do transe.
me puxando de onde estou.
me arrastando pra fora.
é o soar do ônibus lotado.
é apenas mais um dia de caos externo.
Paixão pesada
Seis horas da tarde, garoa fina lá fora,
da janela, os galhos molhados, as folhas ao chão,
sem sol, sem sombras, sem paixão correspondida, sem respostas ao coração,
no fim, a esperança do último suspiro é o que aquece a casa.
Um diário em minhas mãos
Madrugada fria
A vida quase vazia.
Chove lá fora.
O quarto jaz numa penumbra que me arrepia.
Folheio lentamente um diário.
Nem sabia da existência dele...
O acaso colocou-o em minhas mãos.
Sinto-me como se estivesse
um altar profanando.
Dúvida cruel a me assaltar...
Ler ou não ler
aquelas linhas
... tão certinhas?
Olho-o... descuidadamente...
Como quem não quer olhar...
Como que por acaso...
Dou uma espiadinha.
Vejo o meu nome mais de uma vez escrito
naquelas folhas que vou folheando bem devagar.
De partes em partes há datas...
Uma lágrima rola.
Nossos instantes vividos estão todos aí
Meu eterno amor registrou tudo quando ainda estava aqui.
15/05/25
A casa estava linda e organizada, assim como o jardim lá fora.
Um vento impetuoso surgiu e, com agressividade, modificou o estado harmonioso para caótico.
Móveis espalhados pela casa, folhas secas ao chão, misturadas com areia.
Quando o vento passou e tudo acalmou, as marcas ficaram. Na alma e na casa. Trabalho para reestruturar e nada mais ficará no lugar como outrora.
Não é o fim, mas um novo começo, um novo ciclo que se inicia e que podemos harmonizar novamente, com a experiência que o vento deixou.
Evitaremos a fadiga permanecendo intocáveis na condição pós-caos? Mas... alguém aprende sem lição? Faremos o quê?
Aprendemos e crescemos com eventos aleatórios da vida.
Paciência é uma virtude para o filósofo sem angústia e para o acomodado sem futuro?
O sangue pulsa na corrente de quem tem fibra e vontade de viver.
Vida tão simples e difícil de viver.
Basta apenas uma fagulha para acender o pavio.
A vida é para quem sabe viver e não para quem sabe morrer, mesmo estando vivo.
Nega sua essência, sofrerá por isso.
A vida é assim, como uma casa, como um jardim.
Há quem diga: a porta está trancada e o meu jardim, selado. Nada poderá acontecer.
A fome assola o estômago faminto; atrás de sustento vai, a cautela deixa de existir, dando lugar ao partir do ser humano por inteiro, aflito, sem direção.
Triste solidão.
Às vezes, é no meio do caos que a gente se encontra.
Quando tudo desmorona por fora…
Algo desperta por dentro.
É ali, entre os escombros do que um dia você foi,
nasce quem você realmente é.
Não foi o amor fácil que te moldou.
Foi a decepção que te ensinou a se amar.
Foi a queda que revelou sua força.
Foi a solidão que te apresentou sua própria companhia.
Você não se perdeu…
Você só estava apagado pelas expectativas dos outros,
pelos medos que não eram seus,
pelas vozes que te mandavam ser menos.
Mas agora, não.
Agora você se reconhece até no silêncio.
Se basta mesmo quando falta.
E se entende, mesmo quando o mundo não entende nada.
Porque quem sobrevive ao caos…
Volta inteiro.
Volta verdade.
Volta imbatível.
Aqueles que se identificam com o outro como se fora um salvador de algo, mas que se acomoda em imita-lo.
Onde reitero que ao seguir estes mesmos, por bons feitos, ainda sim, seremos um imitador, fugindo do Autêntico.
Esse quem de fato indaga, "Quem somos nós?!", E superar-se!
Hoje ela cai lá fora
Como ontem caiu aqui
Lavou a minha alma
Lave quem não está aqui
Limpe os caminhos trilhados
Por onde for e como for
Traga o meu amor...
CURTA.
Escrevo coisa com coisa.
Não digo e repito.
Nessa sanha de por para fora,
Rumino. Insisto.
Palavras me concretizam,
Me imortalizam,
Até sensibilizam.
Mas são definições.
E o que se define?
O rio que vejo agora é outro.
O tempo, corre sempre solto.
De nada se tem controle.
De tudo se quer um pouco.
Mas o que se tem de fato, é cova.
Ainda assim vou sorrir.
Cantar agora neste instante.
Seja na chuva, no sol, na lama.
A ferro e fogo não!
Paciência.
Para se viver é preciso morrer, não é?
E se morre de repente.
Se vive, constantemente.
Na maestria da vida, tudo está certo.
Nada fora do lugar.
É no perfeito caos que se pode achar harmonia,
E na mais perfeita harmonia, dar de cara com o caos.
Então, vivamos quietos.
Quietos, mas não cegos, sem sensibilidade alguma.
Acreditando sempre,
Pois quando não se crê mais em nada,
Nada pode não mais ser.
E o que eu sei da vida?
Apenas que ela é curta.
Don Tiago da Rocha Sales Piauhy - São Carlos, Sp, Março/2014
Pede Senhor
Não agüento tanta inquietação.
Descarrilando em uma ladeira.
Fora do trilho uma vida inteira.
Conserte esse meu coração.
Confesso eu não sabia, da vida as armadilhas.
Tantas bandejas atrativas.
Eu caí milhões de vezes direto ao fundo do poço.
O inimigo seduziu pelo ingênuo jeito moço.
Conserte Senhor o caminho dessa minha vida.
Um mundo literal obscuro.
Destoa destinos, cria barreiras e fortes muros.
Achei que tudo podia, tudo era permitido.
Agora sei que nem tudo é lícito, muito causou gemido.
Conserte Senhor meu coração e minha mente, meu agir sem furo.
Pede Senhor, eis me aqui.
Meu fôlego é o que tenho.
Pequeno e tratado com desdenho.
Mesmo impotente e fraco, prontifico me a ti.
Sei perfeitamente, não sou o cordeiro perfeito.
Jesus já foi eleito.
Aceite meu clamor, purifica me assim.
Na certeza da verdade.
O que era um vaso frágil e vulnerável.
Perseguido pelo homem má, as hostes intragável.
Eis que me faça vaso, digno do teu regaço.
Peça me, que faço em gratidão.
Sei que não me negará tua água e teu pão.
Obrigado oh pai, agora compreendo.
Teu Santo Espírito, fala a mim.
Não posso negar nada a ti, pede que faço.
Giovane Silva Santos.
14/09/2022 19:12hs.
Intensamente desnorteado?
Adorei pensar em você assim
Fora de si
Fora dos trilhos
Fora da rota
Adoro imaginar que te provoco
Que te reviro
Que mexo com os teus sentidos
Adoro porque é isso que eu quero
É isso que desejo
É dessa forma que me vejo em você
garota eu te amo
e pode ter certeza que nao esta saindo da boca pra fora..
sinto ciumes,sinto saudades e a senhorita nao sai dos meus pensamentos..
ja tive diversos pensamentos e ate sonhos com vossa senhoria que nem imagina, so nao contei..
sou romantico demais e quero dedicar todo esse romantismo a voçe.
Nao paro de observa-la nem um segundo que estou ao seu lado, nao me ache estranho, mas é que provavelmente me apaixonei no gramado dos seus olhos..
quero varias coisas..
quero ser o carinha que vai te dar uma certa força quando estiver pra baixo
quero ser o carinha que vai te estender a mao quando estiver no chao
quero ser o carinha que vai te fazer sorrir quando estiver triste
quero te dar todo tipo de esperança e te fazer ver que nem tudo esta perdido
quero ver sua melhor fase com seu sorriso mais esbelto e sua felicidade no topo.
quero estar ao seu lado.
irei te conquistar 100% e voçe irá entender tudo.
acredite em mim, nao costumo mentir sobre isso..
Voçe é incrivelmente incrivel..
afinal de contas me conquistou.
logo eu
"O diferenciado"
