Poema Dedicado aos Alunos
Na escola do mundo somos os piores alunos.
Estamos em todos os lugares e as vezes em lugar nenhum.
Somos amigos de todos,mas sempre estamos sós.
Queremos sempre estar nos melhores lugares,e as vezes permanecemos no mesmo lugar.
Mas no fim a única coisa que nos sobra são as lembranças daquilo que fomos capazes de fazer e das coisas que deixamos de fazer.
Nunca arrependidos e sempre aprovados,triste e revoltados,alegres e realizados...
Somos todos alunos repetentes,filhos do mundo,aprendizes do destino.
AOS MEUS ALUNOS DE TEOLOGIA
Faz tempo que não vou à Igreja.
Incomodam-me os sermões vociferantes e as orações desencantadoras de nossos dias.
Há gritaria de mais e estética de menos.
Os pregadores parecem competir com os vendedores da praça.
E mais...Tenho a impressão que fizeram a opção pela teologia do horror!
Quem puder me indicar onde se vivencia uma teologia poética, por favor, avise-me.
Não existe nada mais sagrado que a experiência com a beleza.
Sobre isso é bom ler Helena Kolody:
"Rezam meus olhos quando contemplo a beleza.
A beleza é a sombra de Deus no mundo".
Por outro lado, quem quiser me levar ao SANTO OFÍCIO que assim o faça, mas lembre-se antes, que isso é anti estético, além do mais, tenho imunidade contra os fundamentalistas.
AOS MEUS ALUNOS DE DIDÁTICA
Meus alunos me pediram para fazer um decálogo para serem bons professores. Disse-lhes que não há receitas prontas afinal como dizia Guimarães Rosa, “ Mestre não é aquele que ensina mas aquele que de repente aprende”. Porém senti-me desafiado em apresentar-lhes o que poderia ser chamado de dez mandamentos de um bom educador. Estão aí:
1- Lembrar que a vida deve ser vista como uma constante arte de aprender e ensinar;
2- Não dar respostas prontas aos alunos porém aprimorar a habilidade de propiciar-lhes capacidade de pensar critica e criativamente;
3- Desafiar os alunos a não ficar na memória acumulada e sim a descobrir novos saberes;
4- Saber que a didática não deve ter um caráter instrucional mas sim um caráter de descobertas;
5- Compreender que conhecimentos científicos são indispensáveis, mas sozinhos, são impotentes para transformar massas disformes em pessoas cidadãs;
6- Incorporar o fato de que essas informações só serão relevantes se forem impregnadas de estética e beleza;
7- Aprimorar a habilidade de propiciar ao aluno capacidade de pensar critica e criativamente a realidade, sem apresentar-lhes respostas prontras para perguntas não-feitas;
8- Trabalhar para que o aluno busque constantemente o princípio maior da autonomia;
9- Incorporar a idéia de que o processo da aprendizagem contempla duas dimensões: a dimensão do prazer e a dimensão da dor;
10- Querer a emancipação completa do aluno: seu conhecimento racional e também o poder de sua auto-estima.
Que o sucesso dos nossos alunos seja a nossa reserva de reputação cultivada dia após dia. Isso nos ajudará a construir um patrimônio de amor-próprio e autoconfiança que aumentará em dignidade com o tempo. Um professor tem por missão construir seres humanos melhores que ele próprio. Esse desafio demanda desprendimento e generosidade.
A considerar que a complexidade nada mais é que um emaranhado de simplicidades, ignorância é não saber ensinar a busca pelo simples. O viver é básico. Aprender é natural. Então, ninguém tem o direito de atrapalhar um aprendizado demonstrando-se senhor do Saber.
Somos notadamente ignorantes, uma ilha num oceano de desconhecimento. Crescemos tentando aprender a navegar no desconhecido. Quando enfrentamos esse oceano, não sabemos muito bem onde iremos parar diante da imensidão que só aumenta. Por isso, sempre buscamos voltar para a nossa ilha de segurança.
Mas, viver é assumir riscos e isso nos motiva. O risco do navegar é preciso. Há momentos, porém, em que o único ensinamento que podemos oferecer é: "Hoje, mantenha-se vivo e otimista".
Sobrevivemos mais um dia. E isso é o que conta.
Michelangelo com a pedra.
Certo dia, Michelangelo viu um bloco de mármore e disse a seus alunos: “Aí dentro há um anjo, vamos colocá-lo para fora!”. Depois de algum tempo, com o seu gênio de escultor, um anjo surgiu da pedra. Então os discípulos lhe perguntaram como tinha conseguido aquela proeza. Ele respondeu: “O anjo já estava aí, apenas tirei os excessos que estavam sobrando”. Educar é isso, é ir com paciência e perícia, sabedoria e bondade, retirando os maus hábitos e descobrindo as virtudes, até que o “anjo” apareça em cada aluno.
" A educação atual perdeu o sentido de existir; pois os alunos trocaram conhecimento por informação".
Cunhya
"A Melancolia Que os Alunos Carregam Dentro Deles.”
As salas de aula parecem cheias de vozes, risadas e movimentação, mas, se olharmos com atenção, veremos algo escondido por trás dos cadernos abertos e das telas iluminadas: uma melancolia silenciosa que muitos alunos carregam.
Ela não é sempre visível. Às vezes se esconde num olhar cansado, num suspiro diante de uma prova, na falta de entusiasmo para responder a uma pergunta simples. Outras vezes aparece no corpo que está presente, mas na mente que vaga para bem longe.
Essa melancolia nasce de muitos lugares: da pressão em ser perfeito, do medo de decepcionar, da comparação constante, da falta de tempo para viver fora da escola, do peso das expectativas. Nasce também da solidão disfarçada, da sensação de não ser ouvido, de que suas dores são pequenas demais para importar.
No fundo, cada aluno carrega uma batalha invisível. E a escola, que deveria ser espaço de descoberta e crescimento, tantas vezes se torna palco de ansiedade, cobrança e silêncio forçado.
A melancolia dos alunos é um pedido de pausa, de escuta, de acolhimento. É o coração dizendo que aprender não pode ser apenas decorar fórmulas e datas, mas também encontrar sentido, encontrar lugar, encontrar-se.
Porque só quando a escola aprender a enxergar o que os olhos não mostram, os alunos poderão estudar sem sentir que precisam esconder dentro deles a parte mais humana que possuem: a fragilidade.
O começo...
É tempo de escola, quinta série, um novo começo, turma recheada de alunos desconhecidos,
o quadro negro está cantando a todo vapor, a molecada faz barulho, papéis são jogados uns nos outros, balas e cocadas são entregues as escondidas,
na primeira fileira duas cadeiras a minha frente e mais a direita um rosto perfeito com cabelos longos e olhar penetrante paralisou a minha atenção totalmente,
com um poder dominador ela si virou para trás e me viu, profundo foi saber sem entender como e o porque o futuro de uma história começaria ali,
Então:
No primeiro olhar, asas da imaginação,
no primeiro olhar, mudança de cor, mudança no fôlego e na transpiração,
sensação de estar dentro de um sonho, talvez seja um anjo escondendo suas asas, ou quem sabe uma deusa pronta para levar o meu coração em festa sem piedade,
bastou um toque nas mãos, uma frase dita em voz alta e um pouco daquele perfume adentrando nas minhas narinas para os meus sentidos e sentimentos ficarem completamente apaixonados e corajosos o bastante para eu arriscar um pedido inusitado,
Oi Rafaela?
Você quer namorar comigo?
_ Sim, eu aceito.
Mari antes Ana
Era tempo de novos ares, a escola toda formava um imenso enchame de alunos abelhudos sedentos por curiosidade e imersos numa onda modista daquelas benditas canetas coloridas, com que a maioria das meninas carregavam milhares delas nos seus estojos esdruxulos de cores proeminentes das mais sutis e delicadas. Encontrava-se no final da fila mas não era a última, uma muleca sorridente e abusada com a cabeleira cheia de luzes mal feitas, tênis all star e unhas roídas. É verdade que tinha em si uma certa inteligência conhecia o Egito melhor que Tutacamon mas era um relaxo de menina em suma quando o assunto era o esporte. Mas em meio a tudo isso e por trás daquele corpo todo desajeitado havia um coração ingênuo e puro.
Deus é um professor que pede para que os alunos avaliem o seu trabalho. Ele acha isso de vital importância. A nota de aprovação para os alunos é no mínimo 7. Foi feita uma média com a avaliação de todos os alunos e a nota foi: 6,999999999999...
Você arredonda ou não?
Mais uma vez lhes afirmo e não vou me cansar de fazê-lo: o mundo é mental, meus alunos.
Podemos “virar” a sintonia das trevas para a luz, e vice-versa, em poucos segundos.
O importante é ter equilíbrio e serenidade, e principalmente saber que o Criador jamais nos desampara.
Nós é que nos esquecemos de Sua Sublime Presença em nosso coração.
Um certo dia em uma sala de aula, de uma determinada escola a professora indagou os alunos sobre se fosse para compará-la com uma das figuras do meio social, qual figura os alunos a comparariam.
Todos compararam, uma comparação mais interessante que a outra.
A professora ficou curiosa com uma das comparações de um aluno da classe. Esse aluno a comparou com um traficante; ele de imediato ficou espantada e era de se espantar, quem não agiria da mesma forma? traficante? como assim?
Daí o aluno respondera à professora: ora eu a vejo como uma traficante e todos aqui nesta classe uns viciados.Todos ficaram curiosos com o expressar do garoto.
Explicou-se melhor. Todos nos sentimos viciados e dependemos do que a professora tem para oferecer, como se fosse uma verdadeira traficante que tem a "droga" e nós alunos "viciados" que temos sede do conhecimento, sede de informação e a senhora a trafica para nós, e melhor ainda, não nos cobra um centavo.
Os professores têm medo dos alunos, os funcionários da limpeza têm medo dos alunos. Até as tias do lanche têm medo dos alunos! É só ligar a tevê para o medo aparecer. Está estampado! Não sei se esse medo é correto, talvez seja preconceito, mas quem vai dizer o contrário se o medo é nosso almoço de todos os dias? É difícil para eu sair da zona de conforto e empreender amizade com pessoas muito exóticas, estou compelida no meu mundo e até não que me seja explicado os porquês não mudarei! Nem posso! Tenho medo!
(MADALENA)
“A versão de um povo é clara, mas a sensibilidade não alcança a canção e os alunos insistem em dizer que o problema é invisível, mas o aderir da versão causa a cegueira.”
Giovane Silva Santos
Professores são alunos do tempo,
afinal eles passam a lição
e fazem a correção,
se a nota for boa, você chegará ao topo.
Como alunos displicentes da arte de viver, repetimos os mesmos erros!
Dedicamos o nosso melhor a quem não o valoriza
e não percebemos o afeto que nos é oferecido no silêncio dos dias,
sem alardes.
Cika Parolin
Tenho perguntado aos alunos o que fizeram de "BOM" nessas férias e tenho obtido vários tipos de respostas. A grande maioria começa dizendo: "Não fiz nada de bom..." e depois dizem o que realmente fizeram: "SÓ fui pra roça uns dias", ou "SÓ fui pra casa do meu tio uns dias", ou "SÓ fui em Divinópolis uns dias". Esse advérbio SÓ está em todas as respostas.
Hoje cedo perguntei a um aluno de 8 anos o que fez de bom, ele abriu um sorriso banguelo tão bonito, colocando à mostra seus dois dentões centrais com os laterais caídos, que logo pensei: "Ele foi pra DISNEY!".
Então o menino revela a razão de tanta alegria: "Eu fui andar de bicicleta com meu pai até na lagoa!".
Uma resposta simples do menino, uma atitude simples do pai e um aprendizado grande para nós, fazer uma criança feliz é simples. Essas férias o menino não vai esquecer tão cedo.
Não existe equipe incompetente, existe líder inflexível.
Não existem filhos ou alunos incompetentes, existem pais e professores inflexíveis!
A flexibilidade é a habilidade de entrar na mente da outra pessoa, perceber seus sentimentos, personalidade, visão de vida, como também descobrir suas habilidades!
Conhecer o outro, para descobrir quais as ferramentas usar, para que você possa retirar dele, todo o potencial que ele tem e quebrar as resistências!
Dia do Livro.
SOMOS BONS EDUCADORES?
Que o sucesso dos nossos alunos seja a nossa reserva de reputação cultivada dia após dia. Isso nos ajuda a construir um patrimônio de amor-próprio e confiança que aumenta em dignidade com o tempo. Um professor tem por missão construir seres humanos melhores que ele próprio.
A considerar que a complexidade das coisas nada mais é que um emaranhado de simplicidades, ignorância é não saber ensinar a busca pelo simples. Viver é básico. Aprender é natural. Ninguém tem o direito de atrapalhar um aprendizado demonstrando-se "Senhor da Sabedoria".
Somos muito ignorantes. Isso fica provado todo dia! Somos uma ilha num oceano de desconhecimento. Crescemos aprendendo a navegar. Quando enfrentamos o oceano, não sabemos muito bem como ir adiante diante da imensidão desconhecida que só aumenta. E sempre buscamos voltar para a nossa ilha de segurança
Há momentos em que, simplesmente, o maior ensinamento é: "Hoje, mantenha-se vivo e alegre", mesmo com dor, com ou sem culpa. Você sobreviveu mais um dia.
Cidades Que Me Dizem Respeito - vamos conversar sobre inclusão?
Somos dois caras que ensinam um para o outro ser feliz todo dia, usando as mais Altas Habilidades.
www.doisdobrasil.com
Nuances
Em educação, há duas incríveis situações: existem alunos que a gente tenta de todos os modos e pouca coisa acontece. Já a outros, contribuímos do mesmo modo ou até menos e eles nos surpreendem com resultados expressivos.
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