Poema de um Homem Apaixonado
O homem com conhecimento e sem caráter,
É capaz de manipular e escravizar uma nação,
A fim de suprir seus próprios interesses!
Freud diz que o homem é movido pela vontade de prazer;
Adler diz que o homem é movido pela vontade de poder;
Frankl diz que o homem é movido pela vontade sentido;
E eu digo que o intelectual é movido pela vontade de saber.
Quatro Formas de Deus se Revelar ao Homem.
1) Cristo. Ninguém jamais viu a Deus; o Deus unigênito, que está no seio do Pai, é quem o revelou (João 1.18).
Cristo é o Apocalpsus de Deus, a revelação máxima de Deus para humanidade. Ele é quem revela Deus para o mundo, kósmo.
2) Homem. Vós sois a nossa carta, escrita em nosso coração, conhecida e lida por todos os homens (2ª Coríntios 3.2).
Em Atos 1.8, afirma que o homem seria testemunha da ação de Deus para o mundo. Deus se revela aos perdidos por meio de pessoas salvas.
3) Escritura. Examinais as Escrituras, porque julgais ter nelas a vida eterna, e são elas mesmas que testificam de mim. João 5.39.
A Escritura testemunha de Deus e quem as examina encontra vida eterna.
4) Natureza. Porque os atributos invisíveis de Deus, assim o seu eterno poder, como também a sua própria divindade, claramente se reconhecem, desde o princípio do mundo, sendo percebidos por meio das coisas que foram criadas. Tais homens são, por isso, indesculpáveis (Romanos 1.20).
Caso alguém rejeite as três revelações acima, Deus providenciou ainda a natureza, a criação que manifesta os atributos do criador; o visível manifestando o invisível, tornando o homem e a mulher indesculpáveis diante de Deus.
Pense nisso e ótima semana!
No Amor do Abba, Marcelo Rissma.
"Há muitas coisas entre o céu e a terra...!!!"
Os pássaros....,
As estrelas, poluição, nuvens,
Raios, aviões, e até trovão,
Tem a chuva, tem a brisa,
Tem o vento, que leva poeira,
Os homens....,
Tem a queimada com fumaça,
Promessas não cumpridas,
O dinheiro, tramoia, corrupção,
Que torna o mundo, confusão
O que o homem considera como correto, não faz Deus aceitá-lo como verdadeiro.
Precisa ser, verdadeiro!
Marcos Kennedy
Ha muitos anos quando eu era crianca meu pai já dizia :
Filho, nunca se esqueça um casamento é composto de duas
partes que se completam, a Mulher e o Homem;
A mulher é a metade e o resto é
o homem...
Coitado do homem: sempre se metendo em falsidades,
brigas, contendas e medo, porque lhe falta verdade,
amor e conhecimento.
Sou como a pena que descai o semblante.
De súbito, te afogo em um afago.
Quem poderia amar mais que um homem que beija teu ventre?
Ainda que tenhamos as espadas como augozes desbainhadas,
e homens em trincheiras as escondidas,
Eu terei os meus livros expostos para confrontar,
e uma rosa branca com a minh'alma ofertar.
Certa vez um homem olhava para o espelho, então, o reflexo do homem no espelho perguntou:
- Qual a sua desculpa hoje para ser medíocre?
O homem, vendo seu reflexo falar daquela maneira, respondeu:
- Nenhuma.
Então, o reflexo do homem no espelho questionou:
- Então por que você continua sendo medíocre?
O homem respondeu:
- Porque naturalmente eu sou medíocre até os ossos; eu não posso evitar, é da minha natureza.
Então, o reflexo do homem no espelho questionou uma vez mais:
- Você não fará nada para deixar de ser medíocre?
O homem respondeu:
- Sozinho eu não consigo. E o que me assusta, é que eu olho para o espelho, e tudo o que eu vejo é um homem, sozinho. A mediocridade é você, e a causa dela, sou eu mesmo.
A dor é um paradoxo para o homem forte: é justamente a capacidade de suportar e transcender o sofrimento que o torna mais humano. Pois é na fragilidade da dor que se encontra a verdadeira força da alma. O conflito interno, a luta entre a razão e a emoção, é o campo de batalha onde se forja a verdadeira grandeza.
O homem forte não é aquele que não sente dor, mas sim aquele que a enfrenta, a compreende e a transforma em sabedoria. É na profundidade da dor que se encontra a complexidade da condição humana, e é aí que se revela a verdadeira força do espírito.
QUEM SOU EU?
Eu olho e não consigo me ver,
eu vejo e não consigo me olhar,
porque o que sou não é o que mostro ser,
não é o que quero que os façam acreditar.
Eu digo o que me dizem,
sem querer entender,
o que resolvo divulgar, apenas pelo prazer
de poder impressionar.
Eu acredito no que me fazem acreditar,
mesmo sem duvidar,
pois o que importa questionar,
se o que eu quero apenas é participar?
Eu absorvo as verdades que chegam,
por meio da minha tela ocular,
pois ela é a janela do mundo,
que me faz enxergar.
Afinal, quem eu sou?
Sou o o homem digital do mundo moderno,
que se apresenta na formal idealizada,
formatada dentro uma realidade fragmentada,
onde nem mesmo eu sei quem sou.
QUIÇÁ!
Se o homem, desde cedo, fosse introduzido
aos conhecimentos acerca da imensidão do universo
e seus mistérios, teríamos mais pessoas conscientes
de sua insignificante dimensão,
que possibilitaria enxergar que não podem ser mais do que são.
O medo do homem
Na sua cegueira contemporânea,
onde os valores foram alterados
o homem se identifica com
o que é errado.
Ser arrogante e intolerante,
passou de repugnante a admirável.
É lamentável o retrocesso,
que somos obrigados acatá-lo
como realidade do homem moderno
que julga o certo como errado
e o errado como algo a ser desejado.
A cada dia que passa
fico mais assustado,
com o que esse homem
seja capaz de fazer
ao resgatar do passado.
Atitudes repugnantes
há tempos superadas.
Assumindo atos condenáveis,
como aceitáveis.
O mundo só será melhor
quando o homem
conseguir enxergar
os outros seres vivos
como um integrante
de um ecosistema
do qual ele faz parte,
portanto, merecedor de respeito.
O homem diante do que
ele não pode explicar
recorre a fé para poder aceitar
a única certeza que ele tem,
mas insiste em refutar.
Nessa introspecção contínua,
ele trava uma luta consigo
para se manter no que chama
de lucidez, sem compreender ainda
o que possa afirmar o que não seja lúcido.
A negação ao inexplicável
é a forma que o homem encontra
para conseguir
continuar vivendo dentro
de um tênue fio entre a razão e o desatino.
O homem contemporâneo
vive uma realidade de hipocrisia
onde ele próprio cria e recria
a sua maneira hipócrita de viver.
A liberdade que o homem contemporâneo
acredita possuir,
é apenas mais uma ilusão
que o mundo atual constrói
ao longo de sua vida,
para que ele possa ser manipulado,
ao ponto de não perceber
que não detém as diretrizes de sua própria vida.
