Poema de Tristeza
Quando observamos as aflições das pessoas, entendemos melhor a fragilidade da vida, a importância do auxílio mútuo, de acolher e de ser acolhido e de sermos úteis na transformação de realidades que clamam por nossa mobilização.
O indesejável amargor da contrariedade pode ser combatido pela doçura da paciência na qual nos apoiamos para encontrarmos novos horizontes.
Quando o nosso comodismo vira aliado da nossa teimosia nos deixamos escravizar por quase nada. Involuntariamente permitimos que nossa independência, motivação e inteligência sejam inutilizadas, consequentemente, a miséria e tristeza passam a ser atributos habituais até sermos destruídos.
Quando as surpresas negativas da vida nos envolvem, há de considerarmos que os passos dados para trás, embora contraditórios, nos permitem ampliar nossa visão para demais oportunidades no horizonte.
O fato de duvidarmos de nós mesmos é um privilégio que nos faz refletir sobre nossas limitações e possibilidades, instiga-nos a procurar soluções oportunas para o suprimento de nossas necessidades.
O comportamento de deixar para depois o que deveria ter sido feito agora, paralisa trajetórias impossibilitando a aproximação com as grandes realizações.
A sabedoria de trabalhar na construção de momentos felizes é fundamental quando observa-se que a felicidade não está acontecendo espontaneamente.
Nosso estado emocional será determinante para a definição de nossa evolução ou decadência quando a insatisfação e a necessidade nos alcançar.
Um dia eu sonhei um sonho sozinho, não sabia como chegar ao meu destino, tive que parar por várias vezes no caminho, às vezes chorava à toa pelas veredas do perpétuo continuo, mas uma força me impulsionava a continuar prosseguindo.
A Lua sempre nas noites escuras a brilhar, sozinha, serena, e silenciosa, olhando para a Terra e vendo as Histórias das pessoas, da Humanidade começar e terminar e assim segue durante séculos e séculos a brilhar, mas um dia existirá que ela deixará de enfeitar as noites escuras do infinito céu do luar.
Se lágrimas resolvessem problemas eu estaria mais seco que o sertão nordestino. Por hora, apenas imerso na vastidão da represa interna que existe em mim.
Sabes o que mais doeu? Foi reencontrar você, abrir os olhos e perceber que tudo foi apenas um sonho
A palavra em qualquer cultura dita civilizada urbana do seculo XXI que mais expressa o sentimento, o comportamento e a emoção soberana de toda a juventude nas relações com seu tempo, com seus pares e para com toda humanidade é por demais penosa, finita e triste. EGOISMO.
O Rio de Janeiro como cidade maravilhosa só existe nas letras das velhas cancões, nas saudades da memoria e nos velhos registros históricos do passado. Hoje ainda é uma das capitais brasileiras mais bonitas pela sua exuberante beleza natural mas triste, fantasma, insegura, suja, entre ruínas e abandonos tais como qualquer outra cidade devastada pelos escândalos financeiros políticos e a pobreza de sua infeliz população.
