Poema de Incerteza
"Porque insistir? Senão te faz feliz, se te traz incertezas e insegurança.
Você merece viver a plenitude de um novo tempo, migalhas escravizam.
Sentimentos mal vividos tornam-se enfadonhos e pesados. Liberte-se, busque a leveza, voe, conquiste.Olhe ao redor quanta coisa linda podes realizar. Coragem, depois do primeiro passo, verás que és capaz de avançar e voar... Futuro brilhante te espera logo ali"
Deus,
Livra-me
do se,
do quase,
do talvez.
do pode ser que sim,
das incertezas
que roubam os meus sonhos..
..
"É melhor viver na certeza,
não conquistei, mais tentei.
Do que viver na incerteza,
não conquistei, porque não tentei.”
CONSTÂNCIA?
Só de inteireza da dúvida,
De andança da mudança,
De certeza da incerteza!
Guria da Gaúcha Poesia
EXÍLIO
Exilei-me
das turbulências
da incerteza
e do medo,
e agora,
em
nova
dimensão,
sou
construtor
do amanhã!
Penso, penso e nada vejo
Se a cada incerteza eu ganhasse um beijo
Seria calúnia dizer que às vezes prevejo?
Incerteza
Vontade de pular de para queda, esquecer das escolhas erradas feitas em terra, pular para o passado e quem sabe fazer tudo diferente. A sensação de queda livre é a melhor sensação quando acontece literalmente, porque em outros sentidos não é nada agradável. Podíamos fazer sempre as escolhas certas, assim saberíamos que está o melhor possível. Decidi não decidir nada e deixar acontecer, mas mesmo assim, isso é uma decisão. Uma hora tenho que dizer sim ou não, mudar ou não, arriscar ou não. Cansei, não sei o que quero.
Viajo no meu passado e procuro mexer nas incertezas contemporâneas.
Procuro entender as lógicas filosóficas, e nada... e tudo... confuso.
Sou a ignorância presente e o espetáculo de vidas passadas... Correndo atrás de certezas inexistentes paro, canso, continuo; sei lá!... Busco o futuro louco... Mas, que futuro?... Se eu vivo somente o presente.
Vou levando a vida e a cada instante me sinto um macaco de gravata. "Tudo, e nada..."
Viver para morrer mais sabiamente, não tem lógica, tem? Sei que ao nascermos, começamos a morrer... Então, para que morrermos? Se um dia vamos renascer de novo. Então, vivo é vivo, e morto não existe?! Ou, vivo é vivo e morto é morto?
Sou inteligente, complexo, duvidoso, perplexo, e busco entender o que não sei, para tentar compreender o que significa tudo isso. Não sei se sou lixo ou luxo ou material reciclável... Apenas sei que tudo é mutável. Tenho que pagar pecados antes de nascer, e morrer antes de viver.
Na dor da incerteza, entre olhar diretamente seus olhos
Ou.... simplesmente observa-lo naufragando em outro
Eu resolvi calar, deixar meus pensamentos
se perderem com a poesia
Lançar-me na vastidão dos versos
pela chama e doçura interior da alma.
Pra que tantas incertezas se você só vai saber as verdadeiras respostas no final?
São tantas coisas que parecem ser e não são. Correr riscos faz parte da vida, seja longa ou curta. Pra que medo? Pra que procurar sentimentos inexistentes?
Curte o momento. VIVE!
Me absorve, me tem, me curte, me ame, mas confie em mim.
Vítima
Fui vítima do meu próprio abandono
neguei o sono pelo claro da incerteza
tanta beleza desaguando em outro dono
e o outono disfarçou toda tristeza.
As coisas acontecem de repente, o destino nos liga a um ato de incerteza e não conseguimos explicar o que nos rodeia.
Mas o que seria do mundo se não existem perguntas ?
Podemos ter muitas duvidas, Porém, nossos momentos felizes nos fazem esquece-las e viver intensamente...
Amanhã é um novo dia, entrentanto, o hoje não acabou. Viver apenas não tem graça, ser feliz feliz e sorrir isso sim que é viver.
Um futuro de incerteza
Pensamentos obscuros
Um amanha que nunca chega
Por que tudo isso acontece comigo?
Saudade de você, da sua incerteza
Da espera do sim, do seu cheiro que me faz perder o chão
Querendo estar contigo, não escuto nem se quer o não...
Nas noites frias, durmo aquecido após ver tuas fotografias
Acordo-me desse sonho, dia após dia.
São dias perdidos de solidão, incertezas abundantes de uma dor sem fim.
Vezes que dormi, ou apenas tentativas, foi teu rosto embaralhado entre o querer, ilusão da minha mente insistente em não te deixar.
São feridas cicatrizadas, restos perdidos em teu amor que quis ignorar por medo de chorar.
Suficiente entender que vai voltar se for pra ser, mas não impede de fazer. Não há como evitar os dias nublados, só ore pra ter a quem abraçar quando não há mais em que acreditar.
São ilusões maximizadas ao vazio, gente perdida por não entender nada…
E eu me mordo por não saber o que fazer, só tua voz pra me acalmar. Perco até as condições de avaliar, se sou tão bom ou é apenas um minuto de alívio.
São aspirações na plenitude do aparente impossível, mas tu vai estar pra ver.
E mesmo se nada for assim, estarei feliz em te ver sorrir. Essa é minha recompensa imerecida.
São palavras pra você, mesmo não sabendo descrever que encontro paz toda vez que dirijo meus olhos a você.
Gênio não é aquele que enxerga o óbvio, como disse o filósofo.
É quem percebe a incerteza perdida nos consensos.
Uma simples folha torta com a qual ele explique toda a floresta.
Na incerteza? Inspiro.
No medo? Expiro.
O significado de tudo nao veio,
e o amor que por teimosia insisto, nao vivo.
Durante os banhos de chuva, inspire.
Durante os banhos de sol, expire.
Ao milagre da vida que por vezes questiono:
inspiro,
expiro,
respiro
transpiro...
