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Poemas de Charles Dickens

Cerca de 32 poema Poemas de Charles Dickens

Possua um coração que nunca endurece, um temperamento que nunca pressiona, e um toque que nunca magoa.

Foi o melhor dos tempos, foi o pior dos tempos. Foi a idade da sabedoria, foi a idade da tolice. Foi a época da fé, foi a época da incredulidade. Foi a estação da luz, foi a estação das trevas. Foi a primavera da esperança, foi o inverno do desespero. Tínhamos tudo diante de nós, não havia nada antes de nós. Todos íamos direto para o céu, todos íamos direto para o outro lado.

Um fato maravilhoso para refletir é que toda criatura humana é constituída para ser o grande segredo e o mistério para todos as outras.

Eu sempre pensei em Natal como um tempo bom. Um bem, perdão, generosidade, época agradável. Uma época em que os homens e mulheres parecem abrir os corações deles espontaneamente, e assim eu digo, Deus abençoe o Natal!

Houve um longo período difícil em que mantive longe de mim a lembrança do que eu joguei fora quando ignorava o seu valor.

Gostaria, em suma - e devo confessá-lo francamente - , de poder gozar as inocentes licenças permitidas a uma criança, mas sendo suficientemente homem para as apreciar.

O homem é apenas mortal: existe um ponto além do qual não passa a coragem humana.

Os homens que olham para a natureza e para seus semelhantes, e gritam que tudo é sombrio e lúgubre, têm suas razões, visto que essas cores tristes que eles vêem provêm de seus olhos e de seus corações amargurados. Para ver as cores tão verdadeiras e delicadas como elas são, é necessário possuir uma visão mais clara.

Acho muito interessante a maneira que Charles Dickens retrata os idosos em sua obra. Se os fantasmas do livro "Um Conto de Natal" visitassem meu avô, bem, ele xingaria todos os três.

⁠Na vida real, não andamos sobre flores, portanto, também não devemos caminhar sobre tapetes com flores.

Charles Dickens
Hard Times (1854).

Vejo uma linda cidade e um povo brilhante surgindo do abismo (...). Vejo as vidas pelas quais doei a minha vida, serenas, úteis, prósperas e felizes (...).

Charles Dickens
Um conto de duas cidades. Rio de Janeiro: Nova Cultural, 2011.
Inserida por tiagoramostigre

Eu gostaria que algum filósofo bem-alimentado, cuja comida e bebida se tornassem fel dentro dele, cujo sangue fosse gelo e cujo coração fosse de ferro, observasse Oliver Twist agarrando aquela deliciosa comida que o cão tinha desprezado. Gostaria que tal filósofo presenciasse a assustadora avidez com que Oliver despedaçava os bocados com toda a ferocidade da fome. Há uma única coisa de que eu gostaria mais: ver o filósofo tragar a mesma espécie de comida, com o mesmo apetite.