Poema de Amor Pedindo de Desculpa

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Na cruz, a justiça e o amor se encontraram.
A ira de Deus recaiu no Justo,
para que o injusto fosse chamado santo.
No madeiro, o peso do pecado foi esmagado.


O salário é claro como fogo
morte é o preço, juízo é o fim.
Mas a graça grita mais alto,
no sangue do Cordeiro, Deus disse: “assim não será para os Meus”.

O Deus que tudo sonda e tudo vê,
ainda chama com voz de amor:
“Confessa, deixa, e alcança misericórdia,
porque a luz sempre vence as trevas”.

Dons cessarão, cargos passam, ministérios mudam…


Mas o amor permanece para sempre.


Quem ama aqui, será reconhecido lá no céu.

Falar sem amor é barulho (1Co 13:1).


Deus, Ele é amor
(1 João 4:8).


Amar é ser parecido com Deus.

Paulo escreveu: "O maior é o amor",
fé move montanhas, mas o amor tem sabor.
Esperança consola, mas só o amor permanece,
na eternidade ele nunca esmorece.


"Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três; mas o maior destes é o amor." (1Co 13:13)

Prosperidade não nasce do acúmulo,
nasce da semente do amor.
Quem ajuda o caído,
encontra tesouros diante do trono divino


Isso é princípio de Reino: o coração que escolhe ajudar em vez de ferir sempre colhe graça, favor e prosperidade.

Cristo não fugiu da vergonha, mas a desprezou, porque o Seu amor olhava além: via você, eu, e todos os que seriam alcançados.
A maior revelação é que Ele transformou a vergonha em glória:
O que era sinal de maldição, tornou-se o sinal da nossa salvação.
O que era vergonha diante dos homens, é hoje a nossa esperança diante de Deus.

“Pois o amor não se explica aos normais,
porque ele não cabe em regras, nem em rótulos.
O amor verdadeiro vem do alto,
é loucura pra quem vê de fora,
mas sabedoria pra quem sente com o coração de Deus.”

Que sua vida continue sendo
mensagem aberta,
perfume suave,
carta selada pelo amor de Deus.
Mesmo quando o papel faltar,
o Autor permanece escrevendo em você.
miriamleal

Quem faz por amor não negocia essência.
Não molda a verdade para agradar, nem suaviza o propósito para caber no ego de alguém.


miriamleal

O que nasce do amor permanece,
o que nasce da vaidade se dissolve.


miriamleal

Este é o dia que o Senhor desenhou,
com Suas mãos de amor Ele me sustentou.
Antes mesmo do sol no céu brilhar,
já tinha graça pronta pra me alcançar.


miriamleal

Discernimento também é amor,
porque Deus não te chamou pra se esvaziar no lugar errado,
mas pra frutificar onde há vida.


miriamleal

"Ninguém valoriza ou agradece,
o que consegue sem custo,
o que de graça recebe,
nem amor, nem amizade,
nem flores nem poesia..."

Do pressuposto lógico de que sem reciprocidade nada prospera.

Aqui fala o filósofo, e não a besta quadrada do poeta.

UMA CANÇÃO DE AMOR JAZZ

⁠Eu sei,
Que não é fácil viver,
Sozinho sem um alguém,
Por isso eu amo você.
Pedi ao sol
Pedi à lua
Para encontrar um amor
Um anjo me responder.
No lindo sonho acordei
ouvindo a voz do alguém
a me dizer sorridente
Sou eu,
Que estou aqui com você
Também estava sozinha
E agora tenho o céu...

⁠AMIZADE, O VERDADEIRO AMOR.

Não há outra forma de relação capaz de ser eterna, de perdurar por toda uma vida. Poucos amores conseguiram isso. Nas relação humanas, só a amizade tem provado que é forte o suficiente para suportar as adversidades que são comuns entre pessoas de diferente classes sociais e origem étnica.

Até na literatura, é a amizade que supera os romances, geralmente os romances mais famosos são trágicos ou tratam de um amor impossível.

Mas veja o caso de amizade mais grandioso da literatura universal, e sem dúvida concordará comigo.

Se ainda não leu, com cuidado merecido que devemos ao esta obra, faça-o agora e constate o que digo.

Dom Quixote, a relação de amizade que se eterniza ali tem ressonâncias inimagináveis, quem não deseja um amigo como Sancho Pança?

⁠Cravemos os dentes
na carne um do outro,
em busca do sangue
de um amor já morto.


A fatalidade do acaso
fez do instinto o desejo
e a sobrevivência do querer:
sangrar para existir.


Cravemos os dentes
na boca um do outro,
em busca da saliva
de um beijo roto.

Há acontecimentos na existência que marcam como amor ou paixão avassaladora. E, às vezes, tentamos reescrever essa história — mover o enredo, deslocar o sentimento, transplantar a emoção para outro contexto, outra pessoa, outro encantamento. Mas não funciona.


No universo emocional, certos eventos só acontecem uma vez.
Não é possível reconstruir o que o caos, em sua precisão secreta, nos ofereceu como vivência única.


Há experiências que pertencem a um instante irrepetível, e nenhuma tentativa humana consegue reescrever aquilo que nasceu para acontecer apenas naquele momento — e nunca mais. Evan do Carmo

O AMOR, QUANDO ELE CHEGA


I
O amor, quando ele chega,
altera o tempo e o clima,
transforma a rota do vento,
desloca o eixo da Terra
e o hemisfério se inclina.
II
O amor, quando ele chega,
organiza o caos infindo,
desmantela o imponderável,
rasga as vestes da razão,
e o que antes era utópico,
nas cordas do coração,
desamarra o improvável.
III
O amor, quando ele chega,
desperta o desconhecido,
faz oscilar estações
pra confundir os sentidos.
IV
E, nessa linha de sombra,
respira uma verdade fatal:
o amor, quando ele chega,
nos expõe à vil tragédia
que não raro é seu final.

Quando o amor encontra seu lar, ali permanece, não por inércia, mas por escolha. Ele se acomoda nos gestos mínimos, na repetição dos dias, no reconhecimento silencioso de um no outro. Ficar não é fraqueza, é decisão cotidiana. O amor cria raízes, aprende o ritmo da casa, conhece seus ruídos, suas sombras e suas promessas.


O vento não chega de uma vez. Ele começa como estagnação, como descuido quase imperceptível, como a falsa segurança de que tudo está garantido. É a falta de escuta, a ausência de curiosidade pelo outro, o adiamento constante do cuidado. O vento é o silêncio que se prolonga, a palavra que deixa de ser dita, o toque que vira hábito sem presença.


A casa não cai por ódio, nem por grandes tragédias. Cai porque deixa de ser habitada por dentro. O vento apenas revela o que já estava frágil. O amor não acaba quando o vento sopra; ele se desfaz quando ninguém mais sustenta as paredes.