Poema de Amigo de Augusto dos Anjos
Um dragonborn não fica sem um boa luta contra seu oponente da sua altura, ele vence e depois o derrota.
A grande vantagem da tecnologia digital, é que os meus erros de hoje, poderão ser corrigidos amanhã!!
Faço parte da imensa minoria de ambidestros (2%), com transtornos mentais raros e múltiplos não laudados (1%), e invisíveis (o,oooo1%).
O grande amor que tenho à tecnologia, é que ela não me deixa errar sozinho. Ela me ajuda a errar cada vez mais, e está pronta para trazer respostas assertivas, mesmo que não sejam as certas para o caso. Não ficar sem resposta é muito bom. O corretor de texto é uma ferramenta comprobatória de que a lingua pode ser algo relativo. Tenho a liberdade de corrigir amanhã os meus erros de hoje, isso me dá segurança total em relação à tecnologia. Alguém olha por nós, principalmente os hackers. Já posso morrer tranquilo.
O meu passado me condenaria como réu confesso, não fosse a ILIBALIDADE do presente, que me absolve por pura prescrição de pena.
Falar como quem já morreu, nos dá uma liberdade de expressão tão plena, impossível de experimentar em vida.
Não fosse a Internet que me possibilitou ser técnico programador de Informática, e profundo conhecedor da IA generativa, jamais eu conseguiria ficar rico como serei.
Adjetivos são exageros precários, passageiros e substituíveis.
Contextualmente necessitam atualização permanente.
Nada mais adiável, protelável e procrastinável do que uma pia cheia de louça suja numa República. É preciso regime ditatorial e mão de ferro para cumprirem-se as escalas.
Ser brasileiro é conseguir subverter toda lógica aceitável e transgredir toda lei natural e ser feliz.
Em Las Vegas, a gente aprende a jogar para ganhar; aprende a jogar para perder; e, aprende, até, a parecer que está jogando, sem precisar jogar para ganhar.
Como pais, convivemos com uma realidade cruel, perversa e paradoxal: nossos filhos com deficiências funcionais, sensoriais, intelectuais, nunca servirão aos "Senhores da Guerra e da Morte". Damos os parabéns aos que servem?
A inspiração é carimbada como verba parlamentar que não se sabe de onde vem e para onde vai, nem para o que servirá.
Somos caçadores de serendipidades. As alimentamos em viveiros abertos, onde podem voar livres, indo e vindo. São guardiães e protetoras sempre que precisamos.
