Poemas sobre rosas
Por que este sonho estúpido que chamam de realidade. Eis a minha raiva misturem-na com rosas e chamem-lhe de vida.
trouxe rosas vermelhas e sua tristeza dilacerante que se tornou edificante com o romper dos lábios pelo sorriso; as rosas exalaram perfume, cheiro de felicidade que só sente quem se sente veementemente.
Vou falar em versos e prosas que a vida não é um mar de rosas, mas pode ser um jardim, pode ser cheia de amor pra você e pra mim, com muitas roseiras no caminho, mas para colher a flor é preciso lidar com o espinho.
O mundo não é mar de rosas pra você e nem pra mim, mas a nossa terra pode virar um jardim; basta a gente querer amar e viver o amor, e todo dia plantar uma flor.
No seu amor, vejo mar de rosas sem espinhos, nos seus lábios, vejo manancial de beijos, para eu nadar no mar dos seus carinhos.
Aprenda a ganhar rosas, jantares e joias mas foque em sua segurança, estabilidade e satisfação por ser quem você já é, sem tais presentes.
Continue cultivando as rosas que plantou no seu coração, as regue com o seu amor, fazendo florescer com a Luz Divina que Ilumina a tua alma!
Mesmo que destruam nossas rosas, não conseguirão destruir o Jardineiro, que é nosso coração, que as plantará novamente.
Como jardineiro do coração, cultive tuas rosas todos os dias. As flores do teu amanhã florescerão nos jardins da tua vida pelo resto dos teus dias!
Que o teu coração possa sempre lembrar, que as mais belas rosas são encontradas somente entre os espinhos!
Os corações sãocomorosas, tenha sensibilidade para tocá-los, assim evitarás sempre seus espinhos.
Seplantarmos rosas de amor nos corações, esqueceremos os espinhos para colhermos a beleza e o perfume da flor!
Nos jardins da vida, não espere encontrar rosas onde só existe desertos. As lindas rosas só florescem na estação do coração!
Sendo jardineiro da vida, tenha sensibilidade em tocar as rosas do jardim de um coração, assim evitarás seus espinhos.
A maior metáfora sobre ser humano é de que somos como rosas aprendendo a viver em um imenso jardim, o vento faz outras nos ferirem, mas também ferimos outras com nossos espinhos, no final não passamos de enfeites e adornos que murcham, secam e morrem.
