Poema da Geladeira Elisa Lucinda
O homem de antes.
O homem de antes,
escrevia com papiro e pena.
Assim, tirava seus pensamentos
e mágoas da cabeça e punha-os no poema.
Depois, usando caneta e papel.
Tirava os pés do chão e ia até os céus.
Hoje, usa teclado e mouse,
as magoas aumentaram, os pensamentos
em pedaços, como o coração, menores que
cada tecla. Só queria da um beijo em sua
testa, abraçá-la e dizer que vai passar.
O homem de antes te amava.
O homem de antes faria de tudo por você.
O homem de antes era um tolo.
O homem de antes desconhecia
o quanto um amor doía.
TUDO POSSO NAQUELE QUE FORTALECE-ME
.
Estou cansado
Estremecendo o pecado
Mas não desanimado
Despreocupado
.
Lutando com o cansaço
Punhos de aço
Liberando abraço
A esperança em um laço
.
Despreocupando
Continuando
Caminhando
Com DEUS andando... CONQUISTANDO! 😉 🙏
.
(Cris)
não tem nada de
não feminista
a garota
que escolhe
o vestido de baile
& o príncipe.
tem tudo de
não feminista
o discurso de quem
tenta
humilhá-la
por suas escolhas.
Apenas Lembranças
Eu lembro da primeira vez que te vi,de como era seu cheiro.
Lembro do seu beijo de como era doce.
Eu não entendia,como poderia sentir as estrelas apenas tocando seu rosto.
Apenas me recordo de como seu toque era macio,mais do que a própria lã.
E como o meu meu corpo envolvido em suas mãos, poderia sentir tanta suavidade.
Eu poderia dizer tantas coisas mas, ainda assim, não conseguiria definir a beleza que é estar ao seu lado.
Eu nunca entendi realmente,o que era todo aquele momento com você.
Eu só sei que restou apenas lembranças.
sobre a amizade
do que camões
já escreveu
sobre o amor,
todo mundo sabe
mas será que sabem mesmo
o que é ter uma amiga de verdade?
será que sabem
que na verdade
amiga é aquela
que lhe estende à mão,
não por pena,
nem compaixão,
e sim como
um puro ato
de amor
e serenidade?
Solidão no mar de incertezas
Socorro!
Não consigo respirar
Neste mar de incertezas
Cheio de monstros
E há poucos marinheiros confiáveis.
Sou só eu em meu barco
Navegando por onde o vento me levar
Explorando ilhas desconhecidas
Experimentando novos sabores
Lutando contra monstros
Mas no final, estou sempre só
Enfrentando o vazio sozinha
E ele está me consumindo
Logo, não serei mais eu.
Uma tempestade se aproxima
Não há como escapar
Eu encaro a tempestade
E com bravura continuo
Não tenho mais nada a perder
Além da minha vida.
As enormes ondas vem
Destruindo e engolindo tudo
Sinto a força do mar sobre mim
Me empurrando
Enchendo meus pulmões de água
Inutilmente luto para voltar a superfície
Meus braços e pernas exaustos
Não tenho mais forças
Estou me afogando
Em minha mente eu rezo
E clamo por socorro.
Haverá um deus para me salvar?
Um bom marinheiro?
Eu fecho os olhos e aceito meu destino.
A morte é a curva da estrada,
Morrer é só não ser visto.
Se escuto, eu te ouço a passada
Existir como eu existo.
A terra é feita de céu.
A mentira não tem ninho.
Nunca ninguém se perdeu.
Tudo é verdade e caminho.
Fazendo pensar
As vezes eu penso
Como poderia deixar de pensar
Coisas bestas e inúteis
Que eu mesmo posso refutar
Mesmo pensando sem saber
Eu sei que posso dizer
Mas saberei pensando.
É ou não é? Quem mais?
Às vezes canso da poesia que capto no ar, seja pela brisa constante ou dentro de um colorido olhar. Deixo - a de lado por um tempo, em versos não a transformo, pesam as palavras e tremo, a mente não tem a força exata e tudo se dissipa como frágil fumaça...
Me Engravatei
Os furos eu tapei
O colorido eu queimei
O cabelo eu cortei
A gravata eu apertei
Os olhos eu fechei
O sorriso obliterei
Normal eu me tornei
A morte eu aceitei
Hoje Eu Chorei
Idiotices me consumiram
Problemas desimportantes entraram
Mas, se algo for realmente importante,
por que se atentar ao insignificante?
Talvez seja porque somos seres medíocres
Enxergando reflexos de mártires
Portanto, nesse falso heroísmo,
talvez só exista o egoísmo
Porém, nada mais importa,
pois agora eu decifrei
Me escondi atrás da porta,
já que hoje eu chorei
Cova
Cavando a minha sepultura
Utilizando apenas a falangeta
Quebrando a terra dura
Banhando à lama o poeta
No meio do toró da meia-noite
E mesmo assim o sangue aparece
Nessa forma de auto-açoite
Em que a dignidade empobrece
Braços vermelhos e roupas escuras
Um homem na sua cova e nada mais
Será um importante com as suas nomenclaturas?
Ou é mais um de nós: Animais?
Patinho
Patinho lindo, patinho assado
Filhote da Dona Pata, nunca foi amado
Seu sabor eu senti
Parece até que eu nunca menti
Me saboreei naquela gostosura
Como se nunca tivesse errado
Minha imperfeição se tornou formosura
Enquanto empanturro-me do coitado
Pato que já fez quaque e já fez bico
Me aproveito desse raquítico
E ceifo-lhe o resto de sua vitalidade
Sentindo-me o rei da cidade
Tão Pouco a Dizer, Tanto a Aprender
Com tão pouco a dizer, vou buscar
Crescer na vida, e a cada desafio encarar
Quedas e obstáculos me encontrarão
Mas ergo-me, ciente que o fim ainda não chegou.
Minha vida, uma corrida incessante
Almejo grandiosidade saber onde será meu abrigo constante
Cada surpresa... a vida me reservar
Seja boa ou ruim, será chance de aprender e superar.
Aprender e ensinar, trilhar meu caminho a percorrer
Mostrando ao mundo que o crescimento é meu destino a viver.
A alma vem olhar pelos olhos a doce paz do seu corpo.
Ela é muito mais feliz a te olhar de quê se viesse a tocar-te.
Pois tocando-te se desfaria o encanto daquele desejo de sonho.
É ela
Ela sabe que é dela
Há um barco a vela
Na imensidão do olhar dela
Ou seria o mar nela?
Deveria eu ter cautela?
Nossa vida não é uma novela
Ela é bela
Eu fico olhando-a da janela
E tudo reflete aquarela
Se ela está longe me sinto numa ruela
Mas sempre a encontro na tela
Do porta retrato até a cartela
Sim é ela
Sempre foi dela
Sabe...
É complicado
Uma porta se abre
Com um destino selado
Ah, o tal do destino
O que muito me desespera
Um tal que eu abomino
Mas sei que ele me espera
Sabe, às vezes eu procuro
De toda forma, achar uma saída
Desse total escuro
Em que se encontra a minha vida .
Eu só queria que
Eu encontrasse uma solução
Tudo isso para que
Eu não perdesse meu coração
Passear pela natureza, sentir a brisa do verão de agosto, sentir o cheiro único da mãe natureza e respirar o verão de uma noite épica.
Desfrutando um vinho alentejano lendário e gostoso.
Domingos lendários e apaixonantes com taças da realeza cheias de vinho.
Eu gosto do jeito que eu vejo o mundo mais eu não gosto do mundo
Eu não quero morrer mais também não quero viver assim
Eu odeio todo mundo mais não desejo mal a ninguém até tento ajudar
Eu gosto de estar só mais não gosto de me sentir sem ninguém e eu...
Eu gosto do frio e da lua mais rezo pro sol voltar logo pq não gosto do escuro.
Tempo
O tempo cura tudo
Não
O tempo
Destrói
Apodrece e
Definha tudo
O amor vira
Tédio e repulsa
A paixão vira
Arrependimento
O tempo seca
Um oceano de
Sonhos
O tempo adoece tudo
