Poema da Beleza
Que prazerosa oportunidade
em poder apreciar a tua beleza natural, por estares vestida de amor,
de uma necessária liberdade,
de uma intensidade surreal
no fulgor da tua modéstia sensualidade sem as amarras do que é banal
e valorizando os teus graciosos detalhes.
Perspectiva que tanto influencia,
Pode clareza trazer durante
uma agonia,
Faz perceber beleza e conforto até no fundo do poço mesmo sendo ironia.
A Lua está Cheia🌝 de Encanto,
Brilho Minguante🌙, de vez quando,
Mas sua Beleza é Crescente 🌘
E, como Nova🌑, logo volta
a encantar novamente. 🌚
Cerejeira, ser amor, na sua beleza, um esplendor,
Delicadeza e força em abundância fazem parte da sua essência,
Não perde sua Esperança, Nem sua Imponência
Sua floração é linda e passageira,
mas sempre se renova com muita firmeza,
Sabe que a vida tem valor, vive com presteza, tendo uma exemplar postura,
Sensata Sakura, Flor de Cerejeira.
Beleza interior e exterior
A beleza que você vê no mundo a brilhar,
É espelho da luz que insiste em morar
No canto mais calmo do seu coração,
Onde mora a paz e a inspiração.
Os olhos que notam o bem e o florir
São os mesmos que sabem sorrir,
Pois só enxerga o encanto quem tem
Essa mesma beleza em seu próprio além.
O mundo reflete o que dentro há em ser:
A beleza que você vê... é você.
SimoneCruvinel
Beleza do Nascimento
A vida é um sopro, um ciclo em mudança,
Renova-se o tempo, refaz-se a esperança.
No brilho do sol, na dança do vento,
Mora a promessa de um novo momento.
A beleza está no recomeço sereno,
Na flor que renasce, no voo pequeno.
Cada instante é chance, um doce presente,
Viver é encanto que brilha na gente.
SimoneCruvinel
Quando conheci me apaixonei por tua beleza externa,
Quando contigo casei, conheci tua beleza interna,
Belezas equivalentes, como uma utópica poesia,
Dos poetas Vini e Tom, dois da boemia,
Felicidade tem nome: Izabel Cristina,
Não se vá, não me abandone, minha menina.
. A beleza da morte morte
A Morte sempre soube seu papel,
Chegava para todos, um final cruel.
Mas nunca parou para sentir o ar,
Até que a Vida, radiante, a fez sonhar.
Nos olhos da Vida, um brilho sem igual,
Tão magnífica, um amor sem par.
A Morte tentou, mas não pôde tocar,
Decidiu então, apenas acompanhar.
A cada passo, um novo encanto,
A Morte fascinada, em doce espanto.
Como a Vida era bela, sem disfarce,
Crueldade seria não se entregar a esse enlace.
Foi ali que a Morte se apaixonou,
Pela Vida, um amor que a transformou.
O mais puro que podia existir,
Vindo de algo sombrio, a Morte a sorrir.
Mas o dia chegou, o inevitável,
A Morte relutou, um nó apertado.
A Vida, sábia, compreendeu a dor,
Era o momento de cumprir o amor.
Num abraço final, o destino selado,
Nascemos sabendo o fim, predestinado.
Mesmo que doa, temos que aceitar,
Que aqueles que amamos, precisam partir, e nos deixar.
LUZ PEQUENA
(Bartolomeu Assis Souza)
Seus olhos revelam tanta beleza, tanta sede...
Chega mais perto, não tenha medo...
Revelas um jardim de flores no olhar...
Se soubesses o quanto em meu peito...
É intenso o amor que tenho por você...
Jamais buscaria outro amor...
Que mesmo na distância...
Não me canso de esperar...
Espero por você...
E quando você se aproximar...
Meu coração se alegrará...
E outro amor jamais existirá...
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Amém!
REVERENCIAR
(Bartolomeu Assis Souza)
Ser poeta é buscar a estética, a beleza,
murmurar segredos,
acariciar sensações...
É mostrar o espetáculo do coração
Do qual muitos participam,
mas não o percebem...
É acreditar no absurdo, ter fé...
É reverenciar, enaltecer o sublime,
caricaturar o horrível...
É tornar o triste em risível...
É transformar a náusea existencial dos incrédulos,
em absurdo místico-artístico...
É andar por caminhos desconhecidos
É ter um sentimento na alma,
nem triste, nem alegre, mas paradoxal...
É buscar dentro de si, o que se perdeu...
É ser um pedaço de outros, formando um EU.
Ser poeta é reverenciar o IMPOSSÍVEL...
Amém!
INSPIRAÇÃO
Só o coração é poeta...
A arte só produz versos
Mas toda poesia e beleza vêm do coração
Fábrica de sonhos infinitos...infinitos...
Coração que faz canção...
Canção a declarar-se a existência
A ensinar o dom do amor...
Chama acesa de inspiração
Que ilumina o destino-destinatário
Dizendo que a palavra mais linda
É a que faz canção...
Setembro.
Quando se perde a natureza do ser
Os olhos não vêm mais beleza
E toda poesia se veste feita uma valsa triste
E não a ar que nos abrigue em um mundo de solidão,
A tanto tempo eu procuro E são tantas noites sem dormir
O que estávamos procurando está fora de casa .
O que tanto aguardamos não volta com suas asas.
Perseguidos pelo mundo
Escondendo o rosto e coragem
Um caminho longo
Na vida curta
Só mais uma estrada triste
Um dia cinza outra alma sem par
E medo me persegue nas noites pesadelos
Durante o dia tormento e desespero
Não sou tão forte,
quanto antes.
Quando criança sentia mês pés firmes
no chão,
hoje já não sei andar descalço.
Hoje já não sinto a terra.
Estou preso nessa selva sem ar.
E o amor hoje voa longe, gostaria de velo outra vez bater suas asas em direção mim, sei que hoje ela vive em
outro Jardim.
Eu vejo a vida passar,
E o tempo me maltrata, me tirando as folhas sinto meu tronco rachando, assim
como meu peito.
Sou uma árvore presta a estimação.
Sou o fruto jogado no chão.
Sou o passado, mais não vejo futuro
nessa escuridão.
Todo amor que um dia conheci,
hoje é somente cinza poluindo meu coração...
PauloRockCesar
Por onde andar, quero levar a sinceridade e beleza das minhas palavras...
Por onde passar, quero deixar a humildade e grandeza dos meus sentimentos!
Marta Gouvêa
Quantos quilos pesa sua sinceridade ?
Beleza não se opõe a mesa.
Ser extremo é uma necessidade,
O rústico duela com a delicadeza.
Um Cataclisma de Cada Vez
a vida adulta
é um gigante tão cruel,
mas há beleza
mesmo nesta batalha terrível.
me conte em detalhes,
as utopias que tem colecionado.
relate a mim, os devaneios
tantos que armazenaste.
coloridas quimeras
e fabulação,
a fantasmagoria
das fantásticas ficções
fantasiosas.
pois sou desprovido
de imaginação,
um reles sonhador
desmemoriado,
que em sua jornada
desesperada pelos sonhos,
ainda não aprendeu a sonhar.
(Michel F.M. - Trilogia Ensaio sobre a Distração - 05/11/23)
Assim sou
Com beleza e encanto
Liberdade lindo canto
Cada um tem o seu ninho
Assim se fez o passarinho
Fez a noite fez o dia
Com poder de dominância
Deveras ignorância
O homem com sabedoria
A sabedoria roubou-lhe a identidade
Perdeu sua liberdade,
Não pode mais voar
Justiça dos animais
O homem que sabe mais
Caca-se onde morar.
Soneto da ternura
Como é lindo o deslumbramento de um sorriso
E a beleza de um olhar azul
A sutileza de uma carícia
E o calor de um fervoroso abraço
Como é maravilhoso dizer o quanto te preciso
Na inteireza desse amor iluminado
Você não sabe o quanto estou fascinado
Ao ver a loira de olhos azuis mais uma vez
Oh, como é bela a ternura
Um encantamento que fulgura
Em um momento de sensatez
Como é linda a irreverência de um olhar
E a essência que me trás esse amor
Ao contemplar essa mais linda flor especial que é você.
Frankton Rodrigues de Lima
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