Poema Concreto meio Ambiente
Até na seca Deus sabe desenhar... saudades desse lugar.
Nascido no mato, criado no concreto.... na simplicidade eu me encontro.
Há quem diga que não vive sem o luxo... no final de tudo todos estaremos mortos, cansados por correr atrás de coisas que não eram eternas...
Etéreo e concreto,
Atende aos cinco sentidos,
Tato, audição, visão, gosto e olfato,
Tem urgência em ser atendido em todos os sentidos,
As mãos, enfim, o corpo todo tateia e sente o outro,
O ouvido precisa ouvir as palavras que só o outro sabe falar,
Os olhos querem pousar sem pressa naquele outro ali,
E a língua que passeia por seu corpo nu...ai, que gosto!
O cheiro é único, o alquimista fez e perdeu a fórmula.
Feliz é o poeta que do desencontro faz seu encontro,
Que sacia suas volúpias a despeito de tempo e espaço,
Que do imenso vazio aperta um abraço,
E da boca ávida por um beijo do ser amado,
Beija, beija e beija.
Ainda é cedo para dizer algo de concreto
Ainda é cedo para dizer que deu errado
Então tenha a esperança de que dará certo
Cada momento aqui
Cada momento com você
Não me assusta
Eu juro
Na verdade, nada em você, nada em nós me assusta
Me assusta a falta disso
Manipulação que crio em minha mente
Sou inconsequente
Embora nada ausente
Sempre estou para você
Acredito que dê para perceber
O quanto me transformo em sua presença
Pois o que sinto independe de outros
Independe de crença
Vivo e me nutro disso
E sinto verdadeiramente
Que nossa historia não veio como chuvisco
É trovoada, tempestade
Não passa de repente
Amor incerto
Desejo concreto,
Sentimento inquieto,
Meu amor secreto.
Por que não estás aqui perto?
Já não sei mais o que é certo.
Vivo perdido neste deserto,
Sem amor e sem afeto.
O meu coração está aberto,
Sonhando com um pouco de afeto.
Concreto Amor
Amor que mexe por dentro,
não é um amor qualquer.
É diferente de uma paixão.
Permanece junto da alma,
vive no mesmo coração.
Roldão Aires
Membto Honorário da Academia Cabista (Aclac)
Membro Honorário da A.L.B - São José do Rio Preto - SP
Membro Honorário da A.L.B - Votuporanga - SP
Membro da U.B.E
Dentro da minha belíssima caixa de concreto e aço, sentado em minha caixa de madeira e espuma, percebo que é necessário pensar fora da caixa.
Faço linhas com a caneta traçando objetivos para o futuro, noto que há traços seus por todas as partes, preciso apagá-los.
Enquanto rodo com o carro pela cidade, os ponteiros rodam no relógio. Preciso parar de rodar minhas lembranças, buscando rememorar em que ponto você saiu pela tangente.
Na estrada, vejo as curvas do seu corpo. Reduzo para evitar acidentes. Eventualmente, deparo-me com a realidade, e voo em direção ao relento - entrego meu corpo as estrelas, que me fitam fixamente.
Deitado em uma mesa de metal, lembro como eram duros e frios os seus toques. A polícia afirma que perdi o controle ao avistar o seu sorriso. Na autópsia, o legista encontra um coração imenso e esfacelado, um estômago cheio de borboletas, e mãos que desenham poesia - Causa Mortis: ilusão.
No enterro, preferi manter os olhos fechados, havia muita dor por todo lugar. Optei pelo silêncio, pois não encontrei palavras para tal momento. Então, deixei-me.
MANTENHA-SE OTIMISTA
O otimismo ajuda a tornar o estresse intermitente,
Isso é um fato concreto cientifico minha gente.
Foque sua mente em algo sem nenhuma emoção,
É claro que no começo aprenda isolar a perturbação,
Isole toda que é emoção tipo negativa ou ruim.
Substitua por algo positivo ou uma oração por fim.
Isso pode até parecer fácil na teoria,
Escrita aqui em forma de uma poesia,
Mas nos momentos estresses isso é um desafio
Começo a treinar agora antes de um fato sombrio.
Na primeira coisa ruim, mesmo boba pense algo bom,
Se não conseguiu pensar assobie algo em bom tom.
Treine sempre e a todo o momento
Você verá como terá um bom contentamento
Num momento de grande estresse
Essa dica poderá ser a resposta para a sua prece.
E eu que achava que meu jardim seria só concreto
Houvera um grande engano de certo
Engano esse que passo a me enganar cada vez mais
E nesse engano eu me embolo até não poder mais
Gosto tanto de me enganar! (Trechos do Poema '' Engano)
Matéria palpável incorpora-se à vida com toda praticidade
Sonho concreto e realista, conservador e sempre puro
Praticante da realização das idéias, a gerar estabilidade
Pragmático, fixa e mantém a terra firme e o porto, seguro.
Não me dou com essas pessoas q só relatam fatos
Estou cheia desse mundo pequeno e concreto
Prefiro os loucos viajantes...
CONCRETO/ABSTRATO
Eis aqui minha solidão
que desorganizadamente teima em existir.
Eis aqui minha guerra
que caleidoscopicamente procura ideal.
Eis aqui minha lucidez
que meramente quer ser visível.
Eis aqui meu amor
que inutilmente permanece acordado.
Eis aqui o imprestável
que interessa a muitos.
Eis aqui a limitação
do que é possível.
Eis-me aqui desarticulado - ironicamente vivo:
o poeta que não sabe amar inventando uma realidade.
Suponho me entender
desentendendo-me
s u b i t a m e n t e ! . . .
Abençoarei seu planos
Sonhos e projetos, no íntimo abstrato e concreto, sei dos teus desejos, sei da sua capacidade, sou eu que alimento teu pensamento, sou eu que cuido da tua ferida, curo tua dor, equilíbrio a tua mente, atendo o clamor pela tua gente.
Oh amigo e amiga, oh Brasil, oh povo, Deus fala contigo eu creio que assim seja, continuo no clamor gladiador, que não pode cessar, a mim e a ti que está lendo, pelas famílias brasileiras, pelo desamparada, humilhado, pelo necessitado, pelo desprezado, as crianças inocentes, aqueles presidiários e também os presentes em asilos, órfãos, viúvas, estrangeiros refugiados, oh altíssimo, socorro presente, atenta tua misericórdia e teu amor, pelas promessas da cruz, ao nome de Jesus, acolhe estes teu filhos no colo, suplico e imploro, invoco e me humilho, tão que sozinho nada posso e nada consigo e é em ti que espero, para teu nome ser glorificado por toda geração de graça e bênçãos recebidas.
Giovane Silva Santos
Tempo, um substantivo concreto que ultrapassa as barreiras do infinito, leva esperança, destrói impérios, cria deuses, ergue e derruba reis.
O tempo, apresentou a homens comuns a grandeza dos reis, a tolos a nobreza dos sábios, e a gentileza dos monges.
O tempo não se desculpa, não se recente, não se limita. Ele vem e vai de acordo com sua vontade constrói e destrói se isto o convier, tempo ele é, o que é.
A este mesmo tempo que te trouxe para mim peso apenas que me permita uma ponta de seu olhar, e que eu não me envaideça, e com o passar do tempo tenha direito a um lugar no seu coração.
Não é impossível
Uma forte flor
Estufar o concreto
E nascer amarela
Mesmo debaixo de todos os paralelepípedos
Fugindo do incerto
Abrigando-se em algo concreto
Hipocrisia
De concreto nada tem
Apenas algodão o contém
O PARQUE
Em meio a tanto concreto,
Prédios, carros e asfalto,
Mais parece um oásis
O parque arborizado.
Gosto de correr por lá,
Alguns vão só caminhar
Com a natureza ao lado.
O que seria do concreto,
Se não fosse o abstrato,
O próprio do comum,
O derivado sem o primitivo,
Sendo simples ou coletivo,
Na forma de nós Substantivo.
O velho em cima do telhado a proteger seu teto,
limpando e arrumando telhas sob o concreto,
protege também seus pensamentos de memórias,
que como gotas poderiam inundar seu castelo.
O velho em cima do telhado a proteger seu teto,
para por um momento a observar as flores e pessoas,
que transitando trazem consigo todas as lembranças,
de todos os amores perdidos e do tempo de criança.
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