Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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Ah! Aquele beijo
Cheio de desejo
Meio sem jeito
Fez o meu corpo tremer
Lembro-me quando deito
O bem que me tem feito
Hoje sou um sujeito
Que não pode lhe esquecer

Inserida por odairschiavone

A Viela.

Ontem a vi,
E hoje também a vi,
Sempre na mesma viela.
Existe uma fenda no meio da viela
Mas a fenda não pertence a ela.
Antes fosse dela
Essa fenda no meio da viela
Mas a fenda não pertence a ela
E hoje não a vi,
Perto da fenda no meio da viela.

Inserida por JorgeMello

Eu nao me arrependo de ter sido
apenas seu meio amor, pois
Foi por isso que começei a dar valor
As pessoas que realmente me amam.

Inserida por Thaisgeovana

Vejo luz
Na ausência da presença solidão
A pior delas
Estando em meio a multidão
Nada me faz sentir
Só vejo você

Inserida por LeidyBrunna

Em meio a pretensão o homem se afoga
e perde muitas das vezes a sua maior alegria
a vida vai passando e o tempo não volta
A tempestade torna-se ainda maior.

Em meio ao desespero se perde
na loucura tenta encontrar o que jaz está morto
E na esperança de ressurreição vai tentando se encontrar
e conquistar o que está perdido

Um recomeço é muito difícil
a própria aceitação em si, já é definitiva
E o entregar-se ao seu coração necessita coragem
e uma entrega que nem sempre está disposto a ceder.

Inserida por ISLENESOUZA

"Desfaço as malas
Com certo alívio,
Até encontrar o espelho
Com a tua lembrança
Meio acanhada, assustada,
Procurando um cantinho
Para se instalar no meu
Novo domicílio."

Inserida por denair

Em meio a tantas gentes, a tantas vozes, mais se evidencia o meu silêncio.
Ali, todos tentando impor, ao elevar o tom, as suas verdades.
Ninguém ouve ninguém. Ninguém mais se ouve.
Houve quem tentasse. Em vão. E entre vãos escorrem o bom tom e a gentileza, essenciais para uma convivência saudável.

Inserida por analuxgomes

Eu queria ser um passarinho
Livre pelos ares
Queria morar no meio
Dos pés de flores
Queria voar até a sua janela
E lhe observar
Lhe acompanhar em todo
E qualquer lugar.

Inserida por SabrinaNiehues

E pra você eu deixo apenas
Meu olhar 43
Aquele assim, meio de lado
Já saindo, indo embora
Louco por você.

Inserida por SabrinaNiehues

"Não há nada melhor,
do que viver adorando
ou mesmo adorando a viver
por meio de um ser Superior.
a vida é um dom de Deus,
e muitos que a perdem tardiamente nunca souberam viver permanecendo,
do que permanecendo viver e servir nEle."

Inserida por Grissel

Eu tinha um milhão e meio de motivos para não ir.
Depois que dei o primeiro passo, não olhei para trás.
Foi a escolha mais certa que fiz!

Inserida por karinnediniz

Portas meio abertas permitem a entrada de meios sentimentos. Ou abra tudo ou a feche de uma vez.

Alessandra Gonçalves

Inserida por alessagrocha

Encontra-se todos os tipos de pessoas. Há as que em meio as tempestades pulam do seu barco e outras que te ajudam a passar por ela. Aos que resistem conosco, que Deus também esteja no barco delas.

Alessandra Gonçalves

Inserida por alessagrocha

"E as vezes eu me sinto assim, meio fora de mim, pensando no que se foi e no que há de vir, me perco no tempo, lembrando de vários momentos, repensando a minha vida, reforçando os meus sonhos, é assim que vivo dentro de mim, tentando me encontrar, buscando meu lugar e mesmo sem saber explicar, sei que logo tudo vai passar"

09/09/14

Inserida por LeandroFagundes

No meio da noite
O céu ficou preto
Vi a chuva caindo
Vi o vento vindo
Vi o temporal quebrando
A chuva fria molhou
O vento arrastou
O Temporal destroçou
Não sobrou nada
No meio da noite
Tive uma noite negra
Sem sua boca para encostar na minha
Nem seu abraço para me segurar do vento.

Inserida por Andremafra

FAZ DE CONTA

Outro dia mesmo estava me divertindo,
assim meio descuidado, meio distraído,
e pelas brincadeiras de infância atraído.

Vieram outros dias, outras noites,
e, então, o tempo, sorrateiramente,
foi levando para longe de mim, dia após dia,
o pião que fazia girar as minhas fantasias;
as bolinhas de sabão, que eram meu alento,
foram desmanchando-se ao sopro do vento.

O faz de conta, os pés descalços, as ‘partidas’,
o ‘bate-bola’ nos campinhos de terra batida;
as alegres brincadeiras de ‘esconde-esconde’,
me escondiam do mundo adulto, não sei onde.
Enfim, até me dar conta que chegou o dia
de que esconder já não mais conseguia.

Eu não gostei de ter crescido, realmente.
Vez por outra eu me perco à minha procura.
Eu queria ter de novo aquela estatura,
aquela inocência, aquela candura.
Não queira esse mundo de loucura,
onde a verdade se vai e a mentira perdura.
Eu queria ser um menino eternamente.

Na verdade sou criança, apesar da aparência,
e luto para não ser adulto, com veemência,
para não adulterar de vez a minha essência.

O pião perdeu-se num mundo que continua a girar,
as bolinhas de sabão desfizeram-se de vez pelo ar
e nas ruas asfaltadas meus pés calçados vêm pisar.

Mas eu sigo brincando de esconde-esconde, contudo,
com o tempo que insiste em transformar tudo;
faz de crianças felizes, adultos sisudos.

Meu corpo de adulto pelo tempo foi esculpido,
embora me sinta criança, num corpo crescido,
com roupas de adultos, mas espírito despido.

Quanto mais ele muda, mais me contraponho,
pois muda um reino encantado de sonhos,
em um mundo ainda mais infeliz e tristonho.

Cresci e não gostei; isso me desaponta.
Por isso mantenho esse desejo oculto,
insistindo em brincar de faz de conta,
‘fazendo de conta’ que sou adulto.

Inserida por pirafraseando

No meio da noite não tenho para onde ir.
A cama não é consolo
A mesa não alimenta
O livro não aquece
No meio da noite as estrelas ficam pesadas
E as pálpebras leves.
No meio da noite o sol aparece
E traz consigo toda a urgência de acordar os sonhos

Levanto. Busco a embriaguez de um café.

Inserida por meiremoreira

O solitário

Ao depararmos com uma pessoa solitária no meio da multidão
Dá-nos uma vontade imensa de dizê-lo, como vai?
Mas os olhos tristonhos de muitos no meio da multidão
Impede-nos de dizê-lo, como vai?
Além da música, que com a sua intensidade
Revelando sentimento ardente como a paixão
Ou melancólico como a tristeza
Nos deixa com dúvida de dizê-lo, como vai?
O solitário muitas vezes não está na solidão,
Ele está só, e tudo o que o solitário quer ouvir
Ao passar pela rua é a seguinte frase, como vai?
Mas o mundo está violento e nas pessoas não se pode confiar
A correria da cidade grande não deixa ninguém parar
E a afluência simultânea das pessoas sempre para o mesmo lugar
E quanto ao solitário, quem vai cumprimentar?
A sociedade tem sido constantemente alterada
E quanto aos bons tempos será que voltarão,
Para quando ver o solitário poder dizê-lo, como vai?
E se disser, o solitário desprenderá um sorriso,
E com alegria irá lhe dizer, vou bem, obrigado.

Inserida por 81024673

O SILÊNCIO DA PALAVRA

No meio da algazarra
Ecoou o silêncio da palavra.
E a forte mudez por sua vez
Destemida, calma, pacífica
Revelou-se misteriosa, audaz.
Era preciso saber calar!
Calar o que se fazia loquaz.
E o verbo como bom entendedor
Travou moderado na garganta
Por mais que quisesse
Explanar suas manifestações.
E assim todos os silêncios
Sem questionarem rumores
Ao mesmo tempo emudeceram.
Emudeceram sem se quer
Contestarem suas indagações!

Inserida por genesiocavalcanti

Em meio a tantos, outros alguém.



Em meio a tantas, marias.
Em meio a tantas, julianas.
Em meio a tantas, beatriz.
Em meio a tantos, severino.
Em meio a tantos, João.
Em meio a tantos, outros alguém.
Que seu nome é sua identificação.
Sou mais um,
que é julgado inocentemente perante a lei...
da raça humana.




Autor
Sergio Macedo

Inserida por PoetaSergiomacedoBM