Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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A mídia, ao colocar os holofotes sobre a política, funciona como a mão visível de uma distração cuidadosamente orquestrada. Enquanto isso, a outra mão, invisível aos olhos da maioria, pertence aos verdadeiros dominantes: banqueiros, filantropos, mega-empresários, grandes investidores e financiadores. São eles que movem as peças nos bastidores, longe das câmeras e do debate público, moldando decisões que lentamente esvaziam nossos direitos e conquistas.


Esse jogo é como um truque de mágica: somos levados a focar na mão que está à vista — debates políticos, brigas partidárias, escândalos e promessas — enquanto a verdadeira ação acontece fora do nosso campo de visão. É nesse movimento escondido, silencioso e estratégico, que os direitos desaparecem, que as leis mudam, que as condições se tornam cada vez mais desfavoráveis ao povo.


Quando finalmente percebemos o que foi feito, o truque já está completo, e os danos já foram causados. Mas poucos se perguntam como aconteceu. Por que não notamos? Porque estávamos distraídos, mirando a mão que gesticulava para chamar nossa atenção, enquanto ignorávamos a mão que realmente conduzia o espetáculo.


A questão é: quando vamos parar de nos deixar distrair por esses movimentos óbvios e começar a observar o que realmente importa — os bastidores, as conexões, os interesses maiores? Afinal, a mágica só funciona enquanto acreditarmos no que nos é mostrado e não olharmos além do que nos é permitido ver.

Respeito apenas as minhas próprias vontades, não as vontades dos outros sobre mim. Isso não é egoísmo; egoísmo é quando os outros tentam me obrigar a fazer o que eu não quero.

Não aceito fazer nada que, no fundo, eu não tenha vontade de fazer.

Não aceito trabalhar no que não gosto; aceito trabalhar no que eu adoro.
Não aceito viver de um jeito que não quero; aceito viver do jeito que escolho para mim.
Não aceito ser alguém apenas para agradar os outros; aceito ser sincero, sendo eu mesmo.
Não aceito esperar pelo tempo dos outros; aceito viver no meu próprio tempo.
Não aceito me prender ao superficial; aceito viver de acordo com minha própria essência.
Não aceito deixar de viver; aceito viver completamente.

Porque, no final, a única vida que realmente importa é a que eu escolho para mim. E viver de acordo com o que sou é o maior ato de respeito que posso ter para com minha própria existência.

Há dias em que o peso do mundo parece repousar sobre os nossos ombros. Nesses momentos de escuridão e desânimo, quando cada passo parece exigir uma força sobre-humana, é a sua coragem que se destaca. Ela não é um grito, mas um sussurro constante que se recusa a ser silenciado.
Sua resiliência atua como um farol, uma luz que brilha intensamente o suficiente para penetrar a névoa da dificuldade. Ela ilumina não apenas o próximo passo, mas todo o caminho à frente, lembrando-nos que o cansaço é temporário, mas o espírito é indomável.
Em um mundo que muitas vezes tenta nos diminuir, essa luz interior é a prova viva da nossa capacidade de superação. Por mais que tudo pareça pesado, sua coragem ilumina o caminho, mostrando que a força para seguir em frente já reside em você.

O amor que eu sempre esperei não era sobre borboletas no estômago…era sobre trazer paz no coração.

Eu demorei para entender isso.
A gente cresce acreditando que amor é intensidade, é urgência, é não conseguir respirar sem o outro.
Mas o amor que eu sempre esperei… era silêncio confortável. Era colo nos dias difíceis.
Era alguém que fica, principalmente quando não é fácil ficar.

Não era sobre alguém que me completasse
era sobre alguém que somasse.
Que respeitasse meus processos, minhas fases, minhas cicatrizes.

O amor que eu sempre esperei não me confunde, não me diminui, não me faz duvidar do meu valor.
Ele me ensina.
Me amadurece.
Me faz crescer.

Talvez o amor que você sempre esperou não seja o mais barulhento…
Talvez seja o mais calmo.
O mais seguro.
O que não te tira o chão
mas constrói um junto com você.

E quando a gente entende isso…
a gente para de procurar emoção
e começa a reconhecer conexão.

Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.

Sou alma pedida em teus lábios,
O vasto sentimento que vangloria...
Sobre olhares dos deuses sois minha alma...
Tão vivida, tão clara nas planices de minha alma...
O último suspiro é simplicidade o abraço da eternidade...

Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.

O homem é um pássaro sobre abismo
Medo que cair, pois voar igual a andar,
Se torna fenômeno cair do ninho aprender a voar.

Deus se revela...


Terminei de crescer perto de uma cidade rica...


Logo aprendi sobre as diferenças sociais...


Não entendia por que alguns tinham tanto, enquanto outros tinham tão pouco...


Hoje vivo exatamente desse jeito...


Se acredito em Deus?


Sim...


Plenamente...


Mas, pelas inconstâncias da vida, às vezes duvidei e acreditei que
Ele não morava aqui na Terra...


Que Ele morava em outro lugar,
lá na cidade rica...


Que estávamos sozinhos aqui...


Que, na verdade, já estávamos no inferno e não sabíamos...


Mas Ele veio e me mostrou os Seus passos na areia,
enquanto, tantas vezes, me carregou no colo,
lá na cidade pobre.

Eu sou chamado de escritor e poeta
Venho até soar romântico
Escrevo tudo sobre o que eu penso
E o que escrevo se torna pra muitos
Uma resposta e uma solução.

Na verdade que não há homem justo sobre a terra, que faça o bem, e nunca peque.

Eclesiastes 7:20

Somos a versão que quase ninguém vê.


Somos o que dizemos sobre os outros quando eles não estão por perto para ouvir. Somos o resultado das batalhas que travamos em silêncio, dentro de nós mesmos.


Somos, muitas vezes, aquilo que criticamos nos outros, mas praticamos às escondidas. Somos um pouco do que as pessoas enxergam em nós, mas também muito do que escondemos do mundo.


Somos os desejos que guardamos por medo de sermos julgados, os sonhos que não confessamos, os gostos que preferimos manter em segredo.


Somos a forma como enfrentamos os nossos próprios conflitos e, ao mesmo tempo, a maneira como julgamos os conflitos alheios.


No fim, somos um conjunto de luzes e sombras, de verdades e contradições. Conhecer quem realmente somos exige coragem, porque a nossa essência nem sempre está naquilo que mostramos, mas principalmente naquilo que fazemos quando ninguém está olhando.

EIS A FRIA.

Eis aqui a fria, já morta, curvada sobre o teu cadáver. Silêncio. Nem a noite ousa respirar.

As mãos que outrora acariciaram o mundo agora repousam sobre a matéria vencida, como se a morte aprendesse, pela primeira vez, o peso da eternidade.

Mas quem morreu? A carne... ou o sonho que nela habitava?

Os astros prosseguem o seu caminho, indiferentes ao pranto dos homens, e, no entanto, há uma estrela que parece deter- separa contemplar teu último repouso.

E será ela, agora, o deslumbre do universo?

Talvez a morte não seja o apagar da luz, mas o instante em que o infinito abre, silenciosamente, os seus olhos sobre nós.

Porque toda sepultura é apenas uma porta para aqueles que aprenderam a escutar o invisível.

"Nunca foi sobre o que me falta, mas sobre o medo de tomar para mim o que é abundante no Universo."


Guilherme Fraenkel
projeto Trilho365

⁠Sozinho eu reflito sobre a minha vida...
Sozinho eu descubro as minhas falhas...
Sozinho eu faço uma viagem dentro da minha própria mente,
e descubro que não posso ser sozinho para sempre.

Terra amada
sobre a ferrovia nascida
de um capim tiveste teu nome
espero por muito viver
espero teu fim não ver
irei para sempre dizer
que sapé é minha vida.

Voz de Mulher
Helaine Machado
Não é sobre ser mais,
é sobre nunca mais ser menos.
É sobre levantar a voz
onde por tanto tempo
nos pediram silêncio.
É sobre mãos que trabalham,
corações que resistem
e passos que seguem
mesmo quando o caminho pesa.
Ser mulher
é carregar histórias
que o mundo tentou apagar,
mas que ainda vivem
em cada olhar firme.
Não é guerra contra o outro,
é luta por si,
por dignidade,
por respeito,
por existência.
É lembrar que somos força
mesmo quando dizem que somos frágeis,
que somos luz
mesmo quando tentam nos apagar.
É união,
é abraço,
é uma levantando a outra
quando o mundo tenta derrubar.
Porque ser mulher
é resistir todos os dias…
e ainda assim
continuar florescendo.
Helaine Machado

Campanha: Amor-próprio é prioridade
Helaine Machado

Não é sobre falta,
é sobre escolha.
É o direito de sentir
sem culpa, sem pressa.
Ela se redescobre no silêncio,
se acolhe no próprio toque,
porque prazer também é cuidado,
também é liberdade.
Helaine Machado

Não é sobre, é por que ser mulher
Helaine Machado
A mulher já nasce raiz,
moldada no ventre de sua mãe.
Carrega em si o início de tudo,
força que ninguém vê, mas sente.
É feminina, mas vira leoa,
quando o mundo ousa desafiar.
Sonha alto, com os pés no chão,
sem nunca deixar de acreditar.
É tempestade, é caos, é mar,
é silêncio que grita por dentro.
Mas quando se torna mãe,
renasce maior que o próprio tempo.
Não ouse pisar em seus passos,
nem duvidar do que ela é capaz —
porque dentro de uma mulher
existe um gigante em paz.
Helaine Machado

Deus não escolhe os prontos.
Ele escolhe os quebrados
que ainda não desistiram.
Não é sobre talento,
não é sobre estar preparado —
é sobre ter um coração
que ainda insiste em permanecer.
Helaine Machado