Poema com Soneto sobre o meio Ambiente

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Palavras ao vento
voam como folhas secas
que caem cansadas sobre a terra.
Mas existem palavras vazias…
dessas que o vento leva depressa,
que prometem eternidade
e morrem na primeira ausência.
Porque falar é simples.
Difícil é fazer o coração ficar
quando até a memória
escolhe esquecer.
Helaine machado

Bruno aprendeu que amar Carla
não era sobre prometer o infinito,
mas sobre segurar a mão dela
quando o mundo pesava mais do que devia.
Carla entendeu que Bruno não era abrigo perfeito,
mas era quem ficava…
mesmo com as próprias tempestades.
E no meio das falhas,
dos silêncios e dos dias difíceis,
eles descobriram que cuidar
é escolher o outro
até quando o amor deixa de ser fácil.


DeBrunoParaCarla

Porque viver não é sobre nunca cair,
é sobre aprender a continuar…
mesmo quando a gente não entende o porquê. No fim, cada um de nós está lutando uma batalha silenciosa.
E talvez a maior dificuldade que todos temos seja fingir que está tudo bem,
quando, no fundo, a gente só queria um pouco de paz.
Tudo bem...


DeBrunoParaCarla

Não é sobre a eternidade, porque o para sempre é uma promessa pesada demais para ombros. É sobre a finitude bonita de saber que, entre tantas eras e galáxias, nossas trajetórias colidiram. No fim, a gente só quer alguém que nos segure com firmeza o suficiente para não cairmos, e nos olhe com doçura o suficiente para querermos ficar.


DeBrunoParaCarla

Entre tantas correrias, você é a minha pausa. Não é sobre perfeição, é sobre a gente se escolher todo santo dia, do jeito que a gente é.


DeBrunoParaCarla

Não é sobre ler o que foi escrito,
pra alguns é só fazer por fazer como todos fazem. Mas lidar com o que é vivo exige mais que isso, exige escrúpulo… mesmo diante do desprezo.


DeBrunoParaCarla

Não escrevo sobre um "para sempre" abstrato, mas sobre um "agora" eterno. Cada momento que passo contigo é uma promessa renovada. O meu lado intenso exige que eu viva cada segundo como se fosse o único, enquanto o meu lado sereno constrói a base para que o amanhã seja ainda melhor. De Bruno para Carla, a minha única promessa é a presença: estarei aqui, com todos os meus anjos e todos os meus demónios, enquanto o fôlego me permitir.


DeBrunoParaCarla

O que o outro faz é sobre ele.
O que você aceita é sobre você.
A gente nem sempre controla o que vem de fora, mas pode escolher o que deixa entrar.
Nunca esqueça que pouca coisa vale a sua atenção, e nada vale a sua paz.
Seja bom.
Seja humilde e principalmente honesto.
Mas por favor.
Deixe de ser trouxa!!!




😏

"Hoje eu tirei o dia para limpar as minhas janelas e fiquei pensando: sobre oque é visto depende do ângulo e do que a janela permite enquadrar, como na história metafórica em que a mulher vê manchas nos lençóis da vizinha, mas o problema está no seu próprio vidro sujo.
Às vezes, as pessoas tiram conclusões sobre a vida da outra e não percebem que talvez o problema esteja no seu próprio ponto de vista!
Limpeza de janela é sobre o visto, depende do ângulo e do que a janela permite enquadrar...
Cada um tem sua vida, seu jeitinho, suas regras. Você vai enxergar à sua maneira, mas não irá de forma alguma saber se está certo ou errado se não sair da janela e ir buscar a realidade.
É verdade. O que escolhemos focar (o enquadramento) e a forma como olhamos para isso (o ângulo) determinam o que vemos e como interpretamos. Duas pessoas a olhar para a mesma situação podem ter visões completamente diferentes com base nos seus enquadramentos e ângulos de perspetiva.
É fácil apagar as pegadas, porém é difícil caminhar sem pisar no chão...
Hé...
Estou filosofando.
Limpando janelas e refletindo 😉"

Pequenina
Hoje eu falaria sobre a fé e a razão


Eu falaria em minhas poesias


Sobre amor e perdão.


Eu seria presença de luz na escuridão


Eu plantaria uma muda de amor


Em cada coração que sofresse dor


Eu voaria como o vento ,levando orações ao relento


Olhos de pedra sem pena de mim ,tentaram me jogar nas trevas sem fim


Mas o amor a Deus me guiou, me deu colo e não me julgou


Eu aprendi a cair e chorar, tentaram abalar minha Fé abalar


Mas na oração ,aprendi a levantar


Minha missão foi falar de amor


Eu apanhei e chorei de dor


Fiquei pequenina, fui amparada na palma da mão do Senhor.


Eu te contaria minhas tristezas.


Mas Deus fará delas riquezas


Eu posso deitar e chorar.


Mas eu prefiro ao vento me aliar, levando orações ao relento


Ensinando o duro a amar. o meu dever é ajudar


Não posso julgar, melhor ser aprendiz do que ser juiz


Sou pequenina aos olhos alheios


Mas grande é a minha Fé e o mundo é pequeno.


Eu voaria como o vento, abraçando a dor e transformando-a em amor.


Hoje eu falaria sobre a fé e a razão


E transformaria minha oração em canção.......

O sorriso é o disfarce que o coração aprendeu a usar —
um véu de serenidade sobre o caos silencioso da alma.
Por dentro, a dor consome em silêncio, paciente e invisível,
mas o mundo não precisa saber.
Então, sorria...
pois há batalhas que se travam no íntimo,
e o riso, ainda que frágil, é a última forma de resistência.

Analisando e expondo de forma sutil, sobre problemas da sociedade sem precisar falar quase nada:


Todos sabem quem é Musk (Elon), mas Alice Walton ninguém abre a boca à comentar (quem é mesmo essa)?


Não, sobre economia e política com relação às mulheres, ninguém realmente andou interessado..

SOBRE ADÃO E CRISTO, A ESCOLHA E A REGENERAÇÃO
O teólogo Jalison Santos disse:


"Assim como estávamos em Adão e por ele ter pecado, todos os homens pecaram. Jesus foi o Segundo Adão, perfeito em tudo. Assim como Adão teve a livre escolha de comer o fruto proibido e pecar, nós temos a livre decisão de sermos regenerados em Cristo Jesus."

"Nós não fomos regenerados automaticamente na cruz. Pois temos a decisão livre de escolher a Deus, mediante a graça que nos é dada e a fé que nós mesmos exercitamos no coração."

"Deus nunca tira o livre arbítrio do ser humano. A cruz conquistou a salvação, abriu o caminho e enviou a graça — mas a regeneração, o nascimento de novo, depende da nossa vontade e da nossa escolha de aceitar e receber o que Ele preparou."

SOBRE A LETRA E A VIDA


O teólogo Jalison Santos disse:


"A letra mata quem não a conhece — porque ela mostra a verdade exata, a estrutura, a escolha, a responsabilidade e o sentido real que muitos querem esconder ou distorcer. Quem não conhece a letra, fica na ilusão, na interpretação humana, no erro e na escuridão."

"A letra mostra o que é certo e o que é errado, revela a obrigação, a escolha e a responsabilidade de cada um. Quem vive na ignorância acha que a salvação é automática, sem participação do homem — mas a letra julga, mostra a verdade e separa o que é de Deus do que é do homem."

Por vezes, ponho duas refeições sobre a mesa, embora eu viva só.
É um pequeno engano que concedo ao coração: por alguns instantes, imagino que há alguém comigo, e a solidão se torna menos severa.


Com o passar dos dias, o gesto tornou-se hábito; ainda assim, toda vez que o repito, algo em mim se comove.


Talvez esta seja minha única maldição: preparar um lugar para quem jamais há de vir.

A MATURIDADE

‘’Aprendendo sobre a maturidade nos procedimentos de Cristo Jesus ‘’

(Um) - Ele era manso: Falava com voz suave e demonstrava no seu semblante a paz que vinha do seu interior.

(Dois) - Era humilde: Tinha todo o poder em suas mãos, mas nunca usava para esnobar ou humilhar ninguém.

(Três)- Era seguro de si: Conhecia suas fragilidades, mas não deixava ser dominado por elas.

(Quatro)- Conhecia a parte da mente destrutiva do ser humano, por isso suas palavras eram de conselhos e não de punição. Procurando mostrar as pessoas os seus próprios erros.

(Cinco) - Observava mais, e quando falava era com intuito de ensinar. Não focava em coisas banais, procurava sempre abster-se do estresse coletivo.

(Seis) - Tinha um ideal em sua missão, seguia em frente com um caráter firme. Nunca desanimava do seu alvo, sabia o que iria passar, mas nunca sofria por antecipação.

(Sete) - Evitava sempre o esgotamento mental. Não discutia com o seu opressor, muitas das vezes ficava em silencio por que pensava antes de agir. Muitas pessoas tem isso como fraqueza de caráter, mas na verdade a oração do sábio é o silencio.

(Oito) - Sempre soube ser colocar na posição do anonimato. Nunca Almejou os holofotes querendo ser famoso, mesmo com toda a multidão que o seguia.

(Nove)- Nunca reclamou da vida que levou mesmo sendo Deus encarnado. Veio de uma família pobre, passou por varias tribulações mesmo antes de ter nascido, e depois perseguido e morto por causa de invejas. Nunca usou a força e o poder que tinha contra os seus acusadores, mas sempre que podia os mostrava a verdade e a justiça de Deus.

Esses são os exemplos de maturidade que devemos aprender com Cristo Jesus.

Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
Pedro, tu me amas?
A pergunta nunca foi sobre o teu chamado, Pedro. A pergunta sempre foi sobre quem tu és.”


#QuemÉTu

⁠⁠Não é sobre
se libertar da dor,
mas do que
causa
a dor.




Há um equívoco muito comum em nossa maneira de lidar com o sofrimento: tratamos a dor como inimiga, quando muitas vezes ela é apenas a mensageira.




Passamos grande parte da vida tentando silenciá-la, anestesiá-la ou escondê-la, como se o problema estivesse no alarme e não no incêndio que ele anuncia.




Libertar-se da dor pode até oferecer algum alívio momentâneo, mas quase nunca transforma a realidade que a produz.




É como trocar o curativo sem limpar a ferida — por um tempo parece resolvido, até que a infecção volta a lembrar que o problema nunca foi realmente enfrentado.




O que realmente exige coragem não é fugir da dor, mas olhar com honestidade para as causas que a alimentam.




Às vezes são relações que se sustentam no desgaste, expectativas que nunca foram nossas, silêncios que acumulamos para manter aparências ou estruturas que aprendemos a aceitar como inevitáveis.




A dor, nesse sentido, pode ser um tipo muito raro de lucidez.




Ela revela aquilo que a acomodação tenta esconder.




E, por mais desconfortável que seja, ela também aponta para onde a mudança — de fato — precisa acontecer.




Libertar-se do que causa a dor exige mais do que resistência emocional — exige revisão de escolhas, rompimento com padrões e, muitas vezes, a coragem de contrariar as narrativas que nos ensinaram a suportar o insuportável.




Porque, no fim, não se trata de aprender a viver anestesiado.




Trata-se de aprender a viver sem precisar se ferir para continuar existindo.

A pressa em escolher um lado é tão grande que a maioria já consegue arrotar opinião sobre conteúdo que nem sequer consumiu.


Vivemos um tempo em que reagir vale mais do que compreender.


A velocidade com que julgamentos são formados supera, com folga, o tempo necessário para escutar, refletir ou até mesmo duvidar.


Opinar virou quase um reflexo involuntário — não porque temos algo sólido a dizer, mas porque o silêncio passou a ser confundido com ausência de posicionamento, e isso, para muitos, parece inaceitável.


O problema não está em ter opiniões, mas na superficialidade com que elas nascem.


Quando não há contato real com o conteúdo, o que se expressa não é pensamento, é apenas eco.


Eco de manchetes, de recortes, de narrativas prontas que dispensam esforço e recompensam a pressa.


E assim, pouco a pouco, vamos terceirizando a própria capacidade de pensar.


Há uma falsa sensação de pertencimento em escolher rapidamente um lado.


Como se isso garantisse identidade, como se fosse suficiente para nos situar no mundo.


Mas o preço disso é alto demais: abrimos mão da complexidade, ignoramos nuances e transformamos qualquer assunto em uma disputa rasa, onde o objetivo não é entender, mas vencer.


Talvez o verdadeiro ato de coragem, hoje, seja justamente o contrário.


Seja admitir que ainda não sabemos o suficiente.


Seja escutar antes de falar, consumir antes de julgar, refletir antes de reagir.


Porque pensar dá trabalho — e, em tempos de imediatismo, tudo que exige tempo parece quase um ato de resistência.


No fim, não é sobre escolher um lado rápido demais.


É sobre não se perder de si mesmo no processo.⁠

⁠Sobre o outro, só um julgamento é permitido, urgente e necessário — vale ou não a pena discutir.


Em tempos de tantos julgamentos, talvez este seja o mais sábio e também o mais ignorado.


Não porque o outro não mereça resposta, mas porque nem toda palavra merece palco.


Há debates que não são pontes, são armadilhas…


Conversas que não buscam entendimento, apenas vitória.


E quando o objetivo deixa de ser o entendimento e a verdade para se tornar o aplauso, qualquer argumento vira figurante de um espetáculo já ensaiado.


Discutir, no sentido mais nobre da comunicação, é um exercício de construção.


É lapidar ideias no atrito respeitoso, é admitir a possibilidade de estar errado, é sair diferente de como entrou.


Mas isso exige uma disposição muito rara: escutar de verdade.


E, sejamos honestos, grande parte das discussões hoje não nasce dessa intenção — nasce da pressa de responder, da necessidade de afirmar, do medo de parecer fraco…


Há um custo invisível em entrar em toda e qualquer briga: o desgaste da mente e da alma.


Cada discussão inútil consome tempo, energia e serenidade.


E, aos poucos, vamos nos tornando aquilo que criticamos — reativos, barulhentos e previsíveis.


Não por maldade, mas por contaminação.


Saber quando não discutir não é aceitação nem omissão; é discernimento.


É reconhecer que nem todo campo merece ser cultivado, que algumas terras não produzem nada além de ruído.


É entender que o silêncio, às vezes, é a forma mais eloquente de inteligência.


No fim, talvez a maturidade não esteja em vencer argumentos, mas em escolher quais sequer valem a tentativa.


Porque há debates que ampliam horizontes — e há aqueles que apenas estreitam o espírito dos que insistem.


E desses, o melhor argumento continua sendo a recusa.