Poema Casa
Tudo o que busco agora é a simplicidade de uma casa no campo, o canto dos pássaros e o som de Zé Ramalho ecoando no silêncio.
“Quando a casa vira campo de batalha, o cuidado precisa devolver à rotina aquilo que a culpa e o cansaço roubaram.”
Do livro TDAH: A Mente que Não Descansa, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“A memória é a casa invisível onde ainda habitam as vozes, os cheiros, os afetos e as ausências que nos ensinaram a ser quem somos.”
Do livro O Grande Universo das Memórias, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“Quando a terra, o templo e o rei caíram, o texto tornou-se casa, memória e fronteira espiritual de um povo.”
Do livro A Bíblia Antes da Bíblia — Poder, Fé, Política e Sangue na Construção dos Textos Sagrados, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
O povo não tem casa e vive do lixo, e por vezes no lixo!
E na Casa do Povo o lixo legisla, vive do povo e proíbe o povo de entrar!
A honra do Ninja está em voltar para casa. Cumprir sua missão e permanecer em silêncio. – Esse é o código Shinobi! - Ser sutil, eficiente e despercebido. Proteger o estado e sua família! E estar sempre disposto a responder o chamado do clã.
Não existe uma igreja forte, sem um lar forte.
Cada Cristão precisa arrumar a sua casa. Todos temos este compromisso.
O consumista se convence a mobiliar a casa com o preço do seu tempo; no entanto, esquece-se de que a única coisa que não se compra de volta é a vida que se gastou para pagar a conta.
Reno Fioraso
Minimalismo não é sobre esvaziar a casa para viver no vazio; é sobre esvaziar o excesso para finalmente enxergar o que transborda.
Reno Fioraso
Na casa clara da manhã, de poeira se enchia a estrada em um redemionho a levar flores de outono que descansam no solo. Canta a asa branca na planície de uma mata vasta e inebriada. A água calma da lagoa acalma a alma vaga na madrugada. Ouve-se a fala mansa de um arara que chama alta na varanda. No mar uma barca branca e iluminada levava uma menina que sorria. Para ela a vida era linda e infinita. A brisa fria da colina ouvia sinos a vibrar nas igrejas. Um poeta põe-se a escrever rima viva e cristalina, trilha antiga e escondida, que fitava a neblina e a poesia ilumina o dia. A melodia inspira a menina de família unida e querida. O rouxinol cantou de novo no dia solto do outono. No quintal havia um poço fundo e silencioso. Nas montanhas se ouviam coros sonoros de monges. Os olhos eram como sóis dourados, no contorno do horizonte e os opostos formam o todo de um sonho longo e misterioso. A lua despida sobre a rua pairava chuva pura da altura, em escultura de ternura. A bruma azul era música muda à alma. Uma luz profunda e absoluta. Na mesa havia uma fruta suculenta e madura, com uma cursa suave de pintura. O dinheiro era escasso e fortuna busca aventura. Mas esqueça. Uma doçura flutua na memória e o céu sereno e pequeno leva o tempo lento e secreto. Um vento leve sobre o campo, faz o verde crescer em silêncio para futuras festas belas e singelas. Uma estrela revela secredos e a névoa leve desliza pela relva. A terra espera a primavera em um verso belo e sincero. Um menino seguia sozinho, sorrigo antigo e tranquilo. Brilho vivo do destino. E há um caminho florido e bonito. Foi um livro escrito com carinho.
Não quero ser a moça do cinema, nem a bailarina, nem a dona da casa... Não quero ser Marieta, nem Geni, nem Tereza. Mas quero ser uma musa do Chiquinho.
Então chorou, sozinha, sozinha na cama, sozinha no quarto, sozinha na casa, sozinha no bairro (...), sozinha no continente e sozinha na maior dimensão possível. Sozinha no lugar mais assustador, absolutamente sozinha por dentro, onde ninguém podia entrar, oferecer um chá e dizer que o tempo ainda ia curar tudo.
Um dia desses fui num surungo de campanha, e tomei uns tragos da casa, e passei da conta, lá pelas tantas me doía os pés dentro das botas. Também uma vontade de mijar, pois homem não faz xixi mija mesmo. E me fui pra fora no escuro aliviei os pés e também a bexiga, e na volta vi um vulto de branco, era uma china fazendo xixi nos fundos do galpão. mas bah! quando cheguei perto dela me descuidei e ela se atrapalhou toda e dei uma botada nela.
Madrugada fria, numa casa vazia, onde a solidão é tempestade, na cama viro de um lado pra outro, difícil de adormecer, na rua um rumor descontrolado, de motores envenenado, e pessoas fazendo bagunça, sinto o cheiro de cigarro, também de gente pinguça, mas não posso me abater, tão pouco me aborrecer, pois tenho até que agradecer por ser solitário, porque do contrário, minha vida seria outra. Solidão tu me perturba, acaba comigo, me deixa arretado, mas também conformado, pois quem quer liberdade, é o preço que se paga, pra andar gauderiando na estrada da vida.
Babilônia quer que você se sinta em casa neste mundo; Cristo quer lembrar que sua verdadeira casa ainda está por vir.
Não é fácil quando nos dispomos a rearrumar a casa, os desafios parecem aumentar! Perseverança e resistência são exercícios contínuos que são fundamentais para transformações em nossa trajetória, paciência é também um desenvolvimento necessário! Vamos manter a fé e seguir, o que Deus planejou sempre é o melhor! Feliz dia novo!
