Poema Canção
INCONSTÂNCIA
Hoje escolho as cordas do meu violão
canto minha canção
falo de minha paixão.
Hoje escuto as vozes do meu coração.
Na calada da noite, nas trevas do dia,
nada importa,
tudo se transporta,
para o meu coração.
Hoje escolho as cordas do meu violão.
Nada presta,
pouca coisa resta.
Coração magoado,
dilacerado,
petrificado.
Sentimento e morte...
Hoje sinto lágrimas no meu coração.
Não sei cantar,
não sei tocar,
não sei contar,
não sei falar,
sobre as coisas do meu coração,
sobre as cordas do meu violão.
O amor está no ar...
está na poesia, na canção...
Em cada gesto de bondade e verdade,
no olhar, no coração...
Não sendo tão importante falar
onde se esconde
com toda sua beleza;
E sim ter uma certeza...
Sempre é tempo de amar!
Canção de Gaia
E forte, vem chegando o vento,
com as ações da humanidade ele chora...
Por onde passa contempla o tormento,
Pois o homem devasta o mundo em que mora.
Os Oceanos alto protestam,
Colhem da raça dos Homens, um lixo que não é seu...
Aos Gritos, falam com autoridade,
“Um dia humanidade, não terás nada do que é meu".
O homem destrói toda a vida alheia...
Inclusive despreza sua vida própria...
Insistindo intensamente em destruir,
o que só a natureza pode construir.
E a terra, nossa verdadeira mãe,
sangra, tornando-se sem vida....
pois se hoje, os filhos a negam,
Gerações futuras, herdarão só ruínas.
No momento Gaia está apenas chorando,
pois sabe que do Homem, a destruição é uma herança...
Mas cansada da poluição, sente o tempo chegando,
um dia Humanidade, sentirás que de Gaia, virá a vingança.
Eu queria que,
O mundo fosse,
Uma doce canção.
Que fala de amor, carinho e paixão que tocasse o meu coração
Mas não, tudo era apenas ilusão.
Sou canção, paz e poesia...
sou o verso, amor e amizade
sou estrada, faça noite ou faça dia
poeto a vida, o mar, o ar e a liberdade!
Quero afinar a canção da minha vida
como ela merece ser cantada.
Quero ir em busca de mim
que se perdeu no tempo.
Quero recuperar a força antiga que me fazia entender tudo.
Quero sorrir o sorriso da criança que fui.
Quero ser feliz, e se possível não depender de ninguém para isso.
Deixar de ser refém do meu coração,
e andar de cabeça erguida,
sem medo de me entregar ao que é errado.
Quero ter a sensação sempre de que as coisas vão melhorar,
não parar de ter esperança
não morrer a cada adeus,
não cair em qualquer tombo,
enfim poder fortalecer meu espírito
e estar mais perto da paz.
Quero e não mais abro mão de ser feliz!
Ainda Tenho em Mim
.
Ainda tenho em mim,
O perfume do teu amor,
A canção dos teus toques
E a revelação do teu olhar.
Por Deus!
Ainda tenho em mim,
A rima do teu silêncio
E a luz do teu falar.
E se te encontro em meus desertos,
É que me farto de ti
Em ilusória convivência
Das vezes que foges de mim.
Tua sombra me acompanha
Numa presença que soma
Meus pecados por te querer.
Pois tu és a indulgência que eu preciso,
O alívio de um suplício
E a triste ausência que me faz,
Em desalento destino,
Por ti, de saudades, chorar.
Tu escreveste tão bem que partiste meu coração,
Não é uma canção mas um verso,
Um verso que chama o universo
Pra mim tudo é poesia
Os teus versos teu desenho
É amor é melancolia
Ame quem te ame
Amor não é palavra, mas chama
Que amor é chama acesa
Amor não é canção, mas chama
Que amor é coração
Amor é poesia sem rima
É reflexo sem espelho
É olhar verdadeiro
Duas almas a navegar
Então só sinta
Ama alguém mais velho
Ame!
Ama alguém mais novo
Ame!
Quanto às opiniões dos outros, dane-se!
Poema autoria #Andrea_Domingues ©
Todos os direitos autorais reservados 12/06/2020 às 19:30 hrs
Manter créditos de autoria original _Andrea Domingues
Canção
Não te carde da pequenez nem da solidão
que as desventuras por ventura nos traz
do amor, que os ventos pravos arrastam
dos desejos, e tanta dor ao coração faz.
Em vão... acredite, ínsita, é doce razão
seja audaz, e não demores ali tão longe
em cantinho secreto, e tão cheio de ilusão
neste decreto o afeto não pode ser monge
nem tão pouco um analfabeto da paixão...
Apresente-se agora, o momento é a hora
e a emoção vare na eternidade, assim, então
apressa-te antes que a vida vá embora
e o outrora torne-se poesia na tua canção!
Ame!... e não o toque na caixa de pandora...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
28/02/2020, 05’06” - Cerrado goiano
Que nunca nos falte um sorriso doce, essa feição alegre, essa canção de paz que insiste em embalar o nosso coração.
Que seja assim, dias coloridos de flores, muita luz, fé, gratidão e muita inspiração.
-----Lanna Borges.
EU QUERO
Um pôr do sol na beira do mar
Sentar na areia ouvir uma canção
Dedilhada nas cordas de um violão
Esperar a noite chegar...
Quero num dia qualquer
Sair de mãos dadas pela rua
Sentar na praça olhar a lua
Ser menina ou ser mulher...
Nas noites frias um chocolate quente
Um cobertor numa noite chuvosa
Uma sopa quentinha bem gostosa
Aqui no sofá só a gente...
Quero uma risada sincera
Um olhar apaixonado
Um abraço bem apertado.
Quero liberdade- ser o que sou
Não ligar para o que irão pensar
Se eu sonho ou deixo de sonhar
Quero o hoje e nunca o que passou.
Autoria- Irá Rodrigues
A moça dos olhos azuis é uma entidade, uma heroína,
um ser supremo
de luz.
.
Canção de Milton que aquece, entorpece...
Canção de Caetano,
Seduz.
Deixe brotar no seu coração a poesia da Vida, Cante alto a sua canção preferida.
Visite quem te traz saudade, beije quem ansiosamente te espera, abrace quem religiosamente te encontra.
Ilumine teu olhar na pureza
das crianças, reavive a tua esperança.
Veja os detalhes que preenchem o bocejar das horas, sinta o frescor das manhãs, o cheirinho do hortelã, prove o gosto adocicado da maçã. Perceba-se vivo, e desfrute cada segundinho da sua existência.
Deus se faz Grande em nós quando reconhecemos a dádiva, a exuberância que é viver.
Sorria ...As flores da vida abriram, perfumadas, prontas para te receber!
-Lanna Borges.
28 de maio 2019
Fiz de mim poesia
fiz de mim canção
fiz de mim paixão
fiz de mim teu chão
então me pisa paixão...
(Cicero laurindo)
Sou assim, goste ou não
Feche os olhos, escute a canção
Eu sinto o instinto
Eu vivo o momento
Eu voo bem alto, bem perto do céu
A vida não tem volta.
Sobra o séquito de sombras
e uma canção trôpega
atravessada no peito:
espada, rubra espada
cravada de mau jeito.
Aqueles rapazes esbeltos
ai, estrangularam-se
nas gravatas da rotina.
Ai, crucificaram-se
no lenho das doenças.
Aqueles rapazes tão belos
não fazem mais acrobacias
nem discursos inflamados
Arrastam chinelos e redes
ruminam silêncio amargo.
Um dia fui bela, filha,
digo a surpreendê-la.
Devo provar com retratos
o que tem ar de mentira.
Resgatando uma canção
Resgatei de dentro de mim...
Uma canção perdida...
Fortemente armado...
E a arte aflorando dentro da minha imaginação...
Versos sobre versos...
Um á um eu resgatei....
Fiz pulsar dentro de minha inspiração...
Um refrão escondido....
Sem pisar no chão...
Tive uma imensa ilusão...
A melodia distanciada....
Mostrou sua cara...
Multipliquei ela com som de um acordeon....
Frases de uma poema que floravam...
Na magia da poesia...
Fui coadjuvante nesse teclado....
Cambaleando por ele...
Não parava de escrever...
Deixei junto a uma flor...
O odor do meu clamor...
Sonhando com isso...
Acreditei....
Na canção resgatada...
Faceira e ligeira....
Sentada na garupa...
E eu...
Fui controlando seu trote....
E ela voltando pras minhas mãos...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
