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Poema Canção

Cerca de 2683 poema Canção

Sobre uma canção que veio do coração
Sobre uma lição ela veio da vida
Sobre saudade e pior coisa
Que existe
Mais sobre ser forte entender vida feito de ciclos fases descobrimento
Que canção ela também pode ser linda mesmo havendo sofrimento
E sobre entendimentos dos conceitos da vida
Seja você seu guia
Seja você maior felicidade da sua vida
Pois resto e passageiro e um dia vai embora
Seja sua musica preferida
Pois você e especial
E quando se sentir triste
Lembre se se tudo que passo veja
Quanto forte você é
Seguir enfrente essencial lembrança do passado foi embora e agora e presente que fará de você a pessoa mais incrível se descobrir o quanto você capaz sobre critica do mundo entenda os fortes incomoda os fracos e vida e livro que deve ser escrita só por você .
Mesmo que exista milhares de pessoas irão ler
Você será sempre maior responsável
Siga caminhando o caminho todo
Seu e desejo todo sucesso na sua caminhada porque no meio da escuridão quem e luz faz diferença.

⁠O que é amor?

Você pergunta o que é amor?
Fique em silencio, ouça uma canção
Ouça o vento, o coração!
Pergunte ao beija flor?
Que voa tão longe, por amor!

Amor, é voar sem sair do chão
Nas asas de uma paixão.
É sorrir, chorar, viver só para amar!
Ver jardim em todo universo.
Aprender cantar, fazer versos!

Sentir uma felicidade plena
Ler para quem ama, todo belo poema.
O que é o amor?
É o olhar com ternura, esquecer que é criatura
Pensar que é criador.
É viver só para falar de amor!

⁠Um dia ela foi poesia
No outro virou canção
Um dia ela foi embora
Levando meu coração...

⁠Alimente sua alma com gratidão,
faça isso dia após dia, como se fosse uma canção,
Verás florescer o teu coração.

Liddy Viana. ✍🌻

⁠Mais uma moite, e a lua não veio . Posso ouvir a canção dos ventos,
passando entre arvores e telhados. É uma canção serena, me faz sentir paz, tranquilidade.
Por um instante esqueço do mundo e de tudo que há nele, Quando de repente me vem à mente, sua boca seus lábios pronunciando que me amava que nunca iria me deixar. Teu amor foi fantasia de tempo marcado, foi apemas um tempo de carência. Que pena eu havia te escolhido pra ficar comigo . Mais me deixas-te esperando, meu sonho de amor morreu foi embora com você. Boa noite.

O Verso Puro do Coração
Um poema de amor, um sopro, uma canção,
Versinho singelo, com toda a pureza do meu coração.
É a paixão que pulsa, a verdade que se revela,
É a música, a canção mais bela.
Não é só um poema, é a melodia ardente,
Que a tua essência despertou em mim, de repente.
Tu és o acorde, a rima, o refrão...
A doce melodia é a eterna paixão .


Em ti encontro o fogo, a ternura, a calma, as doideiras ,as loucuras e a Paz,
O encaixe perfeito, o abrigo para a alma.
E nada mais 😔😢


AlexsanderNascimento

🌈 Canção do Arco-Íris



🎵 Todas as cores que dançam pelo ar, trazem luz e vida, um eterno despertar. Eu canto e danço, deixo a alma fluir, pois cada cor me faz querer existir.

O vermelho é a paixão, o fogo da ação.

Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.

O amarelo brilha como o sol no amanhecer, o azul traz calma, é tempo de viver. O verde renova, é a paz ao meu redor, e cada cor é alegria, é puro amor.

Cores vibrantes, sentimentos em canções.

Aqui nesta paleta de emoção, cada cor reflete a minha paixão. Um arco-íris de sorrisos a encantar, no meu coração, a vida a brilhar.

Eu pinto meu mundo com amor e cor, celebro a vida com alma e fervor. 🎵

Vinte e Dois de Lucas

(Ou: Minha Última Canção Desesperada)

A noite está andando.
E com ela, tudo vai cessando.
Mais um dia, mais um ciclo,
mais um momento em que —
como sempre —
eu ainda te procuro.

Te procuro como quem espera,
em noite minguante, uma lua cheia.

Não te escrevo com raiva,
nem com aquela febre romântica dos meus 16.
Te escrevo como quem ainda olha pro lado esquerdo da cama
e tenta aceitar que ali não esteve ninguém —
e talvez nunca tenha havido.

Já passou o tempo em que eu esperava te ver por aí.
Mas mesmo assim, às vezes, ainda imagino:

Você, sentada num bar qualquer,
conversando com uma amiga...
ou, quem sabe, rindo com algum desgraçado
que me faria querer dar um soco na barriga,
como se isso fosse me trazer você de volta.
(Mas que ilusão essa minha...)

Às vezes te imagino triste,
com os olhos cheios de mim —
mas sei que isso é mentira bonita,
pra não admitir que fui o único a não ter fim.

A verdade é que nós de agora
já não somos os de antes.
E os de antes… já não voltam a ser os de agora.

O tempo passou, e com ele passou você.
Passaram também meus versos dramáticos,
meus discursos sobre destino,
meus pedidos pro universo te trazer de volta
em alguma manhã chuvosa de domingo.

Hoje, te escrevo menos por saudade,
e mais por hábito.

Talvez seja esse o meu jeito de dizer adeus:
escrevendo até secar.

Mas… quando seca?
Sinceramente — não sei.

Não é mais paixão.
É só memória cansada de se repetir.

Por isso, encerro aqui
os Vinte e Dois de Lucas —
o meu "Neruda de fim de curso",
o meu testamento piegas,
o meu lamento que virou rotina.

E prometo (pela milésima vez):
não vou mais te escrever.
Mas se eu voltar,
é só porque doeu de novo.

Cumplicidade, respeito, reciprocidade.
Um verso, um riso, uma canção.
Seus olhos, seu jeito, sua verdade
Você – Eu . Nossas mãos.

Lene Dantas.

Não desista de quem desistiu
Do amor que move tudo aqui
Jogue bola, cante uma canção
Aperte a minha mão
Saiba que é preciso amar você
Não esqueça que estarei aqui
Olha a luz que brilha de manhã
Saiba quanto tempo estive aqui
Esperando pra te ver sorrir
Pra poder seguir

Adoro ouvir a canção Chop Suey do SOAD principalmente na parte que o Serj Diz:
"Por que você me abandonou?
Em seus olhos me abandonou
Em seus pensamentos me abandonou
Em seu coração, me abandonou, oh"

Foi assim que me senti quando descobrir a verdade sobre a religião,sempre enganado por uma ideia confortável e idiota

Lembranças

Uma canção triste entoa em minha mente,
A noite é fria e o tempo parece ter parado,
Onde estão nossos sonhos, parecíamos os donos do mundo.
O guardião do tempo levou nossas lembranças e guardou em uma caixa
Sei que fizemos muitas loucuras, promessas malucas,
Como de ficar juntos para sempre.
Você se lembra? Não tenho certeza.

Uma canção triste entoa em minha mente,
A noite é fria e o tempo parece ter parado
Me lembro de um sorriso alegre e uma doce voz,
Falando de amor. Fizemos amor?
Ainda sinto o calor de seu corpo. Como pode isso?
A chave do guardião procuro até hoje, talvez seja melhor não encontrar.
Não sei se isso foi real, ou se foram apenas devaneios.
As sensações que sinto me fazem doer o coração.
Será que tudo foi real.

Canção que toca o oração
Lembranças do amor perdido
Que traz boas recordações
A tristeza vem, sempre vem
Lágrimas, brilham como estrelas
Na noite de lua cheia
Coração bate forte, como rufar
De uma banda de balada
Solo de guitarra
Seu abraço apertado.

Apenas um lembrete

Cante a canção do cantor
Pois ela brilhará
Jamais cante a minha dor
Pois você chorará

Leia um livro mais vendido
Pois é ele que te ajudará
Recuse meus livros desiludido
Sem saber aonde chegar

Aplaude aquele escritor
que pelo mundo viveu
Mais viva aquele amor
Que nosso amor escreveu

Você


Você é a canção doce de um amanhecer desconhecido – é o lamento dos pássaros que cantam, sinalizando, em meu coração descompassado, o amor. Amo-te assim, neste silêncio contemplativo, quase impassível, um tanto cálido, como o chão quente de quem pisa e sente. Esse menino espevitado, de sobrenome Diligência, escala os troncos das veias do corpo e, tenaz, na cavidade do peito, desembuça presença, agita tudo por dentro, na incoerência que desfaz a razão: ora paz, ora torrente, dias que me deixa dormente, sem mente para naufragar em outros barcos soltos no mar. Ávida por chegar aos braços do nada, desmancho-me, ancorada, entre fios de água que formam contas de terço, difundem-se em fé, correm pelas bocas castas como ladainha de beatas e rogam, como quem pede a santos, ateando-me nos braços da esperança, que vai de encontro à serenidade do seu corpo. E, assim, por fim, reencontro-me na lucidez do seu gosto e no chão firme da sua alma.

Canção da Madrugada
William Contraponto


Ando pelas ruas, meio em silêncio.
O mundo parece tão fiel,
Porém, em mim, há um incêndio
Que arde num canto cruel.


Olho as portas ainda cerradas;
O céu se desfaz num papel.
Observo a nota, entre calçadas,
Que me prende num tom tão fiel.


Acho que será uma manhã ensolarada,
Mas ainda estou a me questionar:
Quando surge uma canção na madrugada,
Também não seria para iluminar?


Nem todo farol aponta o trilho,
Nem toda luz vem do perfil.
Às vezes, um som, num canto simples,
É o que resgata o mais sutil.


Talvez não seja só poesia,
Talvez um gesto mais gentil...
O que desponta em noite fria
É sopro terno, quase infantil.


Acho que será uma manhã ensolarada,
Mas ainda estou a me questionar:
Quando surge uma canção na madrugada
Também não seria para iluminar?


Se a escuridão compõe a dança,
E o silêncio tenta conversar,
Talvez não caiba mais cobrança,
Talvez seja hora de cantar.


Acho que será uma manhã ensolarada,
Mas sigo sem pressa de encontrar.
Pois a canção me toca na madrugada,
E sigo tentando nossas linhas interpretar

Para a minha admirável modelo.




Você é com uma canção,


Que acalenta meu coração.


Deitado em seu ventre,


Pude sonhar alegremente.


O rei Sol no horizonte,


Dando lugar a lua somente.






Para a última garota que eu me apaixonei. ⁠

Nossas Notas


Lhe compus uma canção.
Mas não pude escrever
Essa canção que fiz não é apenas para os ouvidos
Essa desperta todos os sentidos


A introdução é meu pulso acelerado,
Meu coração sabe quando você está ao lado.
Dos teus olhos vinha a melodia;
E de teu sorriso, que melhora meu dia.


Ainda havia o calor dos teus braços,
Beleza na orquestra que tocava teus traços.
Os acordes me lembravam nossos passos,
As notas estavam no tom de nossos laços.


Era incrivelmente compatível,
Nossa música era inconfundível.
O ápice da canção estava em teus lábios,
Lembro bem, havia desejo em teu beijo.


Estávamos em uma sintonia aversa a esse mundo,
Os acordes perfeitos ao fundo,
Meu corpo que sobre o teu transpirava,
Ecoando no quarto o suspiro que ali me arrepiava.


Lhe compus uma canção,
A sintonia dos nossos corpos em profusão.




Mas quando dei por mim,
Não passava de um sonho,
Pois lembrei que você não estava ali.

O sorriso é poema
Falado sem recital
É canção silenciosa
Sem o som instrumental
É a chave do portão
De acesso ao coração
É a alma em carnaval

A tristeza virou poesia
Cada lágrima, uma nova canção.
E no lapso daquele absurdo
Renovei o meu coração...