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Poema Azul

Cerca de 2661 poema Azul

Os cores de um olhar


Azul não é a cor mais triste,
A cor mais triste
É a do meu olhar
Quando se fecha
Por não querer enxergar.


Os pássaros não cantam à noite,
As estrelas não brilham de dia,
Porém o coração brande sem cessar,
Assim como o mar,
Que às vezes calmo,
Às vezes feroz.


Em uma ressaca eterna,
Meus olhos admiram
E também julgam,
Sonham e também lembram.
Azul não é a cor mais triste,
A cor mais triste
É a do meu olhar,
Pois tem tons de esperança,
Esperança de um dia estar com quem tanto sonha.


Não se pode brincar com o coração,
Pois é muito fácil se afogar
Nadando em sentimentos,
Em busca de um refúgio
Onde possa me alimentar.
Ouvindo o balanço do mar,
Balançando nas cores do seu olhar.

Meu amor me ouve

⁠eu,
quero te servir a poesia
numa concha azul do mar
ou numa cesta de flores do campo.
Talvez tu possas entender o meu amor.
Ouço Barulho de trovoada, coriscos em profusão
A chuva caindo em cascata na terra fofa do chão
Virando a poeira em lama! Torrão.
Sinto o cheiro da chuva.
Sinto o cheiro da sua pele
Do seu rosto de menina rosado
Antes de morrer espero
Cantar em versos minha alma.
E mandarei buscar orquídeas e buquê e com vc casarei.
Mas nunca terminarão o amor louco (nosso) , esse resistente a todas tempestade e enxurradas !!!
Será para sempre.

Paz e amor !

" Ao olhar para o céu
um lindo azul cor de anil
Pássaros passam cantando
Encantando o céu do meu Brasil."

Olhando para o céu azul
Essa abóbada celestial
Me conecto com Deus
De uma forma especial
Tocando no coração
Eu faço uma oração
E prezo pelo essencial.
✨️❤️

As ondas vem, as ondas vão...
O céu é azul, com as nuvens de algodão.
E se amanhã chover, na chuva vou sapatear.
Porque tanto o sol, como a chuva, vão passar.

Concha




Lá longe não se sabe onde
A ideia pega salga e sopra
Vem rolando o manto azul
Num vai e vem e alguém
num barco pesca
Passa e deixa
Segue o manto que banha tudo
Sobe e baixa
Cheio de peixes lá no fundo
Olha o tanto que dá pra escutar
Será concha será letra será
O uuuuuh do vento
E o sentimento na areia
Sai no banho não sai não sai a palavra mar
Vem o manto banhado tudo
E o som no último verso a quebrar






Leonardo Mesquita

Sol no Azul

Onde você estiver,
nas manhãs de todo dia
nascerá o sol com você

Como você estiver,
o azul que você fizer
fará o sol com você

Quando você estiver o tempo todo de céu
todo tempo de sol estarei eu com você.

Pouca iluminação, uma luz muito acolhedora num tom azulado como se o céu azul escuro tivesse se misturado de uma maneira harmoniosa com o esplendor do luar, aqui neste quarto, durante à noite, iluminado o suficiente para eu admirar o relevo do teu corpo atraente, bastante notável, transmitindo emoção à flor da tua pele

As curvas sublimes da tua natureza formosa, as belas ondas de um mar agitado, as pétalas de uma rosa cheia de charme, a expressão de vitalidade dos teus cabelos cacheados, os teus lábios revelando o teu sorriso atrevido, a letra “S” da palavra sedução, um prazer ondulado, inevitavelmente aquecido pela excitação

Os meus olhos agora estão atentos para que nenhum detalhe seja ignorado, até a tua silhueta chama muita atenção, uma doce provocação em silêncio, movimentos que expressam a tua intenção que é compatível com o meu desejo, que está só aumentando para unirmos temporariamente os nossos universos, então, não devo te deixar esperando.

Observo o céu azul e a lua cheia me traz a inspiração com versos singelos e poesias bem diretas aos sentimentos opostos.
As estrelas brilham diante aos meus olhos escolhendo-me a presenciar a extraordinária beleza de deus.
Flores perfumadas lembram-me o amor e aos carinhos perdidos em um lugar dominado pela solidão.
Quero sentir a felicidade e restituir minha vida e esperar o amor verdadeiro.

O amanhecer se desponta, tom suave e céu azul
Minha mente entende a obsessão de uma versão enganadora,
Tomou para si o meu ilibado, me tornou defeituosa
È tão comovente para ti a dor de outrora?

Meus textos desconhecidos, a risada escandalosa
Não me mande pro inferno se eu não tiver uma mente milagrosa,
Veria o meu lado escuro como te compreendo?
Tomaria para si as minhas dores, mesmo não as vendo?

Critérios me perseguem, transformação vem á tona,
Estou fora do tempo cronológico comum
Não entendo o que a lá fora.

Me considera forte ao entender meu lado?
És minha torre segura sem meu amparo?
Suporte a queda, controle o barco.

Quando o “você” morreu em mim…


Foi em uma tarde azul de nuvens-pássaro
Constantei, de repente,
Que morreu em mim aquela distância,
Aquela ânsia
E aquela saudade,
E o você que me torturava…


E eu sorri menino,
De um riso que se desprende em meio ao medo.
Escapa o sorriso, e o coração se vê livre
De qualquer algema que tenha um nome.


E a cabeça pergunta como, onde, quando e por quê,
E o corpo só quer dançar e voar nesses momentos,
Com aquelas nuvens-pássaro
A bailarem com o vento…

Céu mágico, cativante, cujo azul é do tom do mar, um lugar incomparável, radiante, lá o forte encanto pela simplicidade não se perdeu, o impacto exultante da magia da arte espalhada por todos os cantos

O imaginário certamente fica à vontade ao ponto de fazer imaginar que a bela música “La vie en rose” chegou até as alturas e foi colorindo as suas nuvens incontáveis com bastante capricho em cada parte

E assim, passaram a ter um rosa suave, apaixonante, nas suas formas e camadas, uma viagem emocionante graças a uma riqueza de detalhes, resultante de uma inspiração encantadora, de muita ludicidade.

Sombra de minha sombra, desejo de minha alma, teu azul me entorpece.

Flávia Abib

Deixa o vento soprar o que não ficou,
Deixa o tempo levar o que não brotou.
Entre o azul do céu e o som do mar,
Há sempre um novo jeito de amar. - Frase da música Na Direção do Sol do dj gato amarelo

⁠Quando as asas
da liberdade chegarem,
voarei por esse imenso
céu azul,
porém, não sem rumo...
saberei onde pousar
e sempre voltarei
para o meu porto seguro,
pois, ser livre também
é saber retornar.

Quero minha ALMA sempre em paz, quero poder olhar para o céu e vê-lo sempre azul, sem importar o que acontece no externo de mim, já que o que importa, é o que carregamos no CORAÇÃO.

Flávia Abib

Vislumbrada com a colorida primavera que de tempos em tempos invadia o azul daquela pequena e vibrante esfera, Romã escapuliu escondidinha da sua constelação de virgem e mergulhou no mar das estrelas cadentes que passam a vida toda viajandode cá pra lá e de lá pra cá rapidamente, e foi assim pegando carona nelas que ela chegou aqui na terra e pode ver de perto as flores, cujas cores refletiam deliciosos cheiros e sabores nas gotas de brilho da casa dela.


"Romã, o segredo dos amantes" fl.1

CENÁRIO DA PRAÇA
O vento gostoso do mês de maio corria solto na praça. Dia lindo de céu azul. Aquele dia que, de tão bonito, nos anima a sentar em um dos bancos da pracinha. Sentamos a observar, atentos, o que passa. É certo que não existe mais a banda para vermos passar...o tempo da banda passou.
Mas, observando com cuidado, quanta coisa interessante passa na praça. Retrato dos nossos tempos desfilam!
O casal de adolescentes, modelos atuais, calça jeans justinha e blusa de malha, a mostrar o corpo, novinho em folha, esculpido na malhação! Sorridentes, eles correm contra o tempo e o transporte da cidade que os levará ...sei lá aonde! Talvez à Rua da Esperança!
E passa uma senhora de idade, mas não sem disfarçar os fios brancos que lhe tecem a vida, com um amarelo brilhante que lembra o sol dos tempos de juventude a lhe emoldurar o rosto. Ela precisa da ilusão para embelezar a velhice!
Mas a expressão da senhora é tensa! Ela senta em um dos bancos, na sombra da árvore. Tira os pés do sapato, olha para os pés maltratados e balança as pernas sob o banco, na liberdade de quem não se liga mais a normas! Puxa de uma sacola uma banana. Saboreia com gosto e joga as cascas no canteiro da pracinha. Com certeza, veio de longe. Também espera o transporte, mas seu destino é a Rua da Saudade.

Se por ventura a cor desbotar
e um céu azul aparecer
não te demores
é tempo de colheita
de bons ventos
de boas aguas
pois o que parece fim
é estranho dizer
renasce
floresce e cresce
ainda mais próximo do verão
pois todos verão
de onde nada poderia vir
surgir o novo, colorido, pintado a mão
pelo dono da vida
que tão sutilmente chamou sua obra
de amanhã...

UM MAR DE POESIA


Abri a minha janela
De longe fiquei admirando
Era o azul mais azul que vi
Ondas indo e voltando
Parecia um lençol estendido
Nas beiradas espumando.


As areias tão branquinhas
A brisa vinha embalar
Pensei, se eu pudesse
Em tuas águas navegar
Desvendaria os mistérios
Guardados no fundo do mar.


Esse teu gosto salgado
Cheirinho de maresia
Sensação de liberdade
Vestida de fantasia
Pelo horizonte sem fim
Era o meu mar de poesia.


Irá Rodrigues