Poema Arnaldo Jabor - Deus e Satanas
Quero que seja meu poema ...Delicadas pétalas de ternura ...Que eu seja seu Tempo ...Encontre a magia da sua alma ...Seja a cura do seu deserto de sonhos ...E que seja seu sonhar pela vida a fora ...O amor inocente ...A paixão que não descansa ...
Deixa eu ser o que te encanta ...
Descer o olhar nas surpresas contidas na rede de frases de um poema: é subir raciocínios para a mente assim malhamos o pensamento...
Amarrei meu poema de baixo de um texto imaginário; escuta ele comendo as palavras que cai na estrofe
Pessoas ao meu redor nunca me compreenderam pelo que pensei e escrevi intencionando os devidos poemas que em meu coração se formava com inspiração;
O problema que em qual quer lugar do mundo pessoas nascem como flores e crescem sem conteúdo;
Quando falo através de uma musica ou de um poema, busco a compreensão que serve para o entender que me faz caminhar com o silêncio entre multidões;
Bom poder saber que és dona do meu pensamento para me fazer a vontade para compartilharmos admirando o céu brilhar e as nuvens dançando para nos entreter;
Lhe faço um poema que no qual me faça gritar o quanto eu a amo e mesmo que os seus pensamentos me dê as certezas de que me ama mais minhas atitudes provam;
Além do mais amo mais você do que a mim mesmo entrelaçando com o teu coração fazendo-o protegido para a minha própria segurança;
Vale a pena sonhar com um poema cuja alma tem grandeza e nunca se apequena, sempre vale a pena segurar entre os dedos a pena e escrever o enredo de sua alma, meu lindo Poema.
Amar é um poema delicioso, onde escrevemos o sofrer e aprendemos a nos superar, amando em felicidade vamos aprendendo mais sobre o ser...
Sempre que sua cabeça estiver confusa, saia de cena, vá ler uma trova, um poema qualquer, pois se a mente embrumada te mente, tu perde a tua essência.
O poema pode revelar alguma loucura em uma máscara estranha, mas a verdade está diante do próprio ser.
É uma alegria ler um poema, sim, mas quem o lê com verdade sabe que por trás de cada verso há um abismo. O poeta canta porque não pode calar a dor; ri, porque não suporta chorar sempre. A sua alma criativa é um reflexo da crise, um espelho partido que devolve a luz em estilhaços de beleza. Que importa que o poema brilhe, se foi forjado nas trevas? Que importa que a palavra dance, se quem a escreveu mal se sustenta em pé? A obra é a fuga, o grito abafado, o sorriso que se desfaz no rosto antes de chegar aos olhos. Lemos e sentimos o êxtase da criação, mas esquecemos que o criador muitas vezes se consumia na chama que nos aquece. A arte é o suicídio adiado, o último suspiro antes do naufrágio. E, no entanto, quanta luz brota dessa escuridão! O poema é alegre porque a tristeza, quando pura, já não sabe nomear-se. E nós, leitores ingênuos, bebemos do veneno como se fosse mel, sem perceber que a doçura vem do mesmo fruto que envenenou o poeta. Mas não importa. A obra está acima do autor, e a beleza sobrevive ao caos que a gerou. Ler um poema é conversar com um fantasma que ainda não sabe que está morto, e, nesse diálogo, ambos, vivo e espectro, encontram uma paz que a vida lhes negou.
O ruim de fazer poema sobre mãe é que sempre tem-se a impressão de que falta algo a ser dito; mãe é uma coisa tão imensa, tão incabível que tenho a impressão de que temos que inventar outras palavras pra definir com exatidão. Acho que mãe é Deus perto da gente...
Que este poema seja um lembrete de que a pior prisão é aquela que aceitamos dentro de nós. Mas em Cristo, há liberdade plena.
Nasceu um poema no topo da árvore e, até que o outono chegue, será poesia a encantar o mundo, depois se revelará no chão, perfumando algum caminho...
Definição, definha o poema abstrato, esconde-se nas nuvens de um céu cor de rosa-choque ao poema a ilustre fantasia ironia de ser, sem nem saber quem é picolé, poesia é hora de comer e eu não sei se é almoço ou jantar.
