Poema Aprendizado por William Shakespeare
"O Hamlet contemporâneo comprou um celular. Com aquela tela fria empunhada, o príncipe verteu a sua tormenta existencialista no Google: 'ser ou não ser, eis a questão'. O oráculo binário lhe respondeu com uma imagem: caveira.jpg."
Você é dessas pessoas que se parecem com esses cometas que só passam uma vez pela terra e tals.
- dele para mim-
Existem mais mistérios entre o coração e a razão no ser humano do que possa imaginar nossa sensata antropologia, do que entre o céu e a terra. Portanto e, com todo respeito ao mestre William Shakespeare, a questão é justamente de "Ser" e não "Não Ser".
Fico triste em saber que todos os nossos planos se foram por água abaixo....
agora só resta momentos em nossa memoria
"Ah, sim. Um verdadeiro escândalo. (...) Um alvo perfeito para quem a odiasse. As senhoras não somente lhe virariam a cara, como o corpo inteiro. 'Bom dia' não lhe diriam mais os senhores, e a 'boa noite' seria com os livros de Shakespeare de vez".
Milhares de anos atrás, na República, Platão ofereceu uma visão curiosa de pessoas que confundem sombras lançadas numa parede com a realidade. Na Ilíada, os troianos caíram por um cavalo. Shakespeare preferia sorrisos a pontas de espadas e colhia rosas mesmo sabendo dos espinhos. E, nos últimos anos, o viés cognitivo é utilizado como o último desespero para salvar a raça humana e substituir a coragem. O uso de palavra de sentido inverso ou oposto ao que quer ser proferido é empregado para gerar confiabilidade na informação. Como quando a televisão te manda desligar a televisão.
Nem todos os sonetos Shakesperianos mais profundos e eternos de amizade e respeito seriam suficientes para reconhecer o quão importante você é para mim.
De tanta inspiração meus nervos convulsivos de agonia clamam por uma dose de ventura, minhas ilusões minha saudade e minha eternidade sucumbida.
Como a aurora da manhã o gosto do vinho glorioso o cheiro dos livros antigos, do salgado das lagrimas perdidas nas belas leituras melancólicas de Lamartine, Byron, Shakespeare.
O Brasil é uma grande mentira. A caixinha mágica trasforma a ditadura em democracia; Um espetáculo de teatro sobre um dragão com várias cabeças. Quisera eu que tudo nao passasse de uma peça de Shakespeare terminada à ponta da pena: "Ele morre".
O vidro esta quebrado no coitado que escreve na parede com o braço ensanguentado a melodia que e um dia disseram não ser poesia, assim começa o dia, assim termina o dia, a escrita parecia até uma profecia, nela dizia tudo que ele queria, tristezas e alegrias, cada palavra em perfeita harmonia, como no Réquiem ele escrevia de seu Mortificare preparando seu luto final, de si e para si, seu sorriso me estremecia, mas ainda assim o homem escrevia, citou Mário de Sá em sua poesia, disse que não era o intermédio e sim o final da ponte de tédio pois ali acabara tudo que o homem criou, não viveu para os outros mas para sua morte, um preparo de uma vida ainda em seus últimos momentos precisou de alguma sorte, se o corte fosse profundo perderia os movimentos, se fosse muito raso, não seria tão mortal. Se como disse Shakespeare, a morte predomina na bravura, esse homem lutou contra a tirania usando sua própria agonia, e em sua ultima frase, o homem incita Brás Cubas, com um "Se não deixa boca para rir, também não deixa olhos para chorar"...
A incerteza nunca foi o verdadeiro obstáculo. O que nos paralisa é o medo de descobrir que poderíamos ter vencido, mas escolhemos não tentar.
Eu pensava que este lugar servia apenas para satisfazer os seus instintos mais básicos. Agora eu entendo que não serve o seu eu inferior, ele revela o seu eu mais profundo; Ele mostra quem você realmente é.
