Poema Aniversário Irmão para Irmã
Querida Esposa
Minha querida esposa,
Escrevendo esses versos.
Para falar de você,
E sua grande importância,
na vida que faz viver.
Foi obra da natureza,
Estarmos juntos, é lindo.
Querida esposa querida,
no amor que busca e envolve,
nos dias mais lindos da vida.
Buscando a felicidade,
era o que eu mais queria.
Agora que te encontrei,
pra sempre te amarei,
na nossa vida corrida.
Foi Deus que nos envolveu,
com o seu manto consagrado.
Restaurando o amor,
de dois corações engraçados.
De um simples olhar admirado,
fez o meu coração acender,
um brilho jamais esquecido,
de tudo que bom é querer.
Foram poucas palavras trocadas,
naquele momento importante.
O tempo passava tão rápido,
que nos esquecemos por instante.
No dia seguinte pensando,
De como iria ficar.
Após maravilhoso encontro,
Que a vida nos fez passar.
Mas tudo foi se encaixando,
Escrita no livro da vida.
A história de duas pessoas,
que linda história mais linda.
Sabemos que a vida não é fácil,
não é proibido tentar.
Se dermos a oportunidade,
o resto Deus faz brilhar.
Se hoje estamos juntos,
crescendo no amor do pai.
Foi porque pedidos por isso,
em joelhos dobrados no chão.
Que linda a nossa família,
que foi dada a nossa missão.
De zelar e cuidar no amor,
para sempre a nossa união.
Já se passam alguns anos,
e todos os dias pensamos.
De como é bom estar,
ao lado de quem nós amamos.
Acordar todos os dias,
sabendo que és meu amor.
Ao lado da linda mulher,
que foi dada por nosso senhor.
Eu sei que o tempo castiga,
às vezes nos faz sofrer.
Mas saiba querida menina,
que todos os dias da vida,
irei cuidar de você.
Autor: Chagas Piter!
24/05/2024
Quem apenas foca no ensino, não educa,
por isso o educar não se limita
na transmissão de conteúdos,
mas de ir para além do que a família
não foi capaz de construir.
Resposta de Deus
Não conte dos seus planos para ninguém, as pessoas não irão aceitar sua corrida para o sucesso.
O que for para ser seu, será no tempo certo. Deus tem revelado que a sua vitória virá, tenha fé.
Eu sou o Deus de Abraão, Isaac e Moisés, não tenha dúvida do que eu posso fazer em tua vida.
Lute pela sua família, sua casa e pelos seus planos, por que a hora é agora.
Ao reconhecermos a humanidade do outro, conseguimos nos comunicar com respeito à nossa própria humanidade.
Rubenita Simey
As melhores coisas da vida, não são coisas
Podem ser as flores surpresas
A tomada de decisão não esperada
O pedido
As palavras
O beijo roubado
O fim de semana inesquecível
O sorriso de um filho
Um dia com a casa cheia e a mesa rodeada de pessoas falando todos os assuntos ao mesmo tempo
Uma caminhada com o vento batendo no rosto e as flores das árvores caindo pelo caminho
Pode ser aquele dia que caminhamos de mãos dadas
Aquela noite que ficamos olhando a lua
O dia que conversamos e fizemos tantos planos
Foi quando decidimos viver
Qual tipo de relação entre pais e filhos é mais comum hoje em dia?
Afetuosos e rigorosos
Exigentes e insensíveis
Permissivos e desatentos
Negligentes e distantes
A pressão social imposta às mulheres no cuidado dos filhos e nas tarefas domésticas frequentemente as impede de se permitirem momentos de descanso, ao contrário dos maridos, que lidam com essas responsabilidades de maneira mais despreocupada, em grande parte devido à menor cobrança da sociedade sobre eles.
De modo geral, mesmo quando os maridos compartilham as tarefas, as mulheres tendem a estar mais sobrecarregadas.
As intricadas dinâmicas e os profundos afetos que permeiam as relações familiares, sobretudo em cenários de separação e monoparentalidade, revelam-se em distintos grupos, tais como adolescentes, mulheres solteiras e mães solteiras, que enfrentam os desafios e aspirações ligados à construção e sustentação de lares.
Os adolescentes, oriundos de lares desfeitos, expressam um sentimento de descontentamento decorrente da falta paterna ou materna no seio doméstico. Mulheres solteiras lamentam a dificuldade em estabelecer laços familiares sólidos, ao passo que mulheres separadas carregam o peso da autoreprovação pela inabilidade de manter suas famílias íntegras.
Mães solteiras, por sua vez, vivenciam um constante senso de culpa, por acreditarem não proporcionar uma vivência familiar completa a seus filhos.
Em contrapartida, jovens solteiros depositam grandes esperanças na perspectiva de formar novos lares, ansiando por relações que transcendam as experiências familiares de origem.
A separação dos pais é um momento de sensibilidade e complexidade, onde é essencial manejar as explicações com cautela. Às vezes, menos é mais; detalhes demais podem sobrecarregar a compreensão da criança. É sábio reconhecer a maturidade limitada do filho para absorver completamente a situação, evitando elaborar narrativas confusas.
O foco deve ser garantir que ele compreenda que os pais continuarão presentes, desempenhando seu papel parental com amor e responsabilidade, assegurando-lhe cuidado e apoio em todos os aspectos.
Pais e professores muitas vezes encaram crianças como adultos em miniatura, buscando uma relação mais democrática, abrindo discussões sobre temas antes escondidos e concedendo mais liberdade.
No entanto, as crianças não possuem os recursos para tomar decisões, controlar impulsos e proteger-se, o que pode ser prejudicial devido à exposição excessiva.
Nas décadas de 1960 e 1970, as mulheres de classe média começaram a assumir funções fora do ambiente doméstico, adotando posturas mais proativas e executivas, em detrimento do tradicional papel de "pastora do lar".
Esse fenômeno resultou na terceirização dos cuidados infantis para babás, avós, televisão e, posteriormente, a Internet, comportamento singular ao ser humano. Simultaneamente, emergiu a figura dos "pais camaradas".
Nesse Reino, na maior parte das famílias são composta por seres que carregam divergências de outras vidas entre si, e qual a melhor forma de se perdoar do que o sentimento de pai/mãe com seus filhos ou irmãos.
Kairo Nunes 21/06/2024.
À medida que a tecnologia avançava, a dinâmica familiar passou por transformações significativas.
A disseminação da televisão e, mais recentemente, dos smartphones, alterou o cenário dos encontros familiares.
Estes dispositivos, muitas vezes, interrompem o contato visual entre os membros da família e silenciam as conversas que antes fluíam livremente.
Enquanto as refeições costumavam ser momentos sagrados de união, agora podem ser interrompidas por notificações incessantes, fazendo com que os participantes se desconectem do presente e se concentrem nas telas.
Essa mudança na dinâmica familiar levanta questões sobre o impacto da tecnologia na qualidade das interações humanas e na transmissão de valores e tradições familiares.
É fundamental encontrar um equilíbrio entre o uso da tecnologia e a preservação das interações familiares significativas para garantir que os laços afetivos e os valores fundamentais continuem a ser transmitidos de geração em geração.
A complexidade da vida cotidiana, caracterizada pela interação com os filhos, compromissos profissionais, obrigações financeiras e desafios conjugais, culmina em uma percepção de "tirania da intimidade".
Este fenômeno é amplamente ilustrado pela rotina doméstica, que pode se tornar avassaladora devido à multiplicidade de responsabilidades mencionadas.
Como resposta a essa sobrecarga, muitos indivíduos atualmente buscam refúgio na esfera pública, onde podem desfrutar de momentos de solidão e introspecção.
A procura por parques e jardins para atividades como caminhadas reflete essa necessidade de distanciamento e desconexão temporária do ambiente doméstico.
Além disso, observa-se uma tendência à centralização do discurso em torno do eu, indicando uma preferência por reflexões e diálogos centrados no âmbito pessoal e individual.
A estrutura familiar se distingue por não adotar os extremos de uma ditadura nem de uma democracia plena.
Em vez disso, configura-se como uma entidade participativa, caracterizada pela interação de seus membros em um ambiente de convivência.
Nesse contexto, a igualdade de dignidade entre os integrantes não implica na igualdade de autoridade; os adultos assumem responsabilidades inerentes à condução e orientação das crianças, estabelecendo-se, portanto, uma hierarquia de poder.
A presença de uma estrutura de subordinação delineia essa dinâmica, assegurando a necessária organização e direção na tomada de decisões.
Ademais, embora a amizade entre os membros seja valorizada, a camaradagem não é considerada indispensável, evidenciando-se a preeminência de laços familiares fundamentados em princípios de respeito e responsabilidade mútuos.
A permissão de usufruto do quarto pelos filhos está condicionada à demonstração contínua de comportamento respeitoso e responsável por parte destes.
Consequentemente, à medida que demonstram um uso adequado e ponderado, os progenitores podem, de maneira progressiva, estender concessões adicionais, como a permissão para manter as portas do quarto fechadas ou a cortesia de solicitar autorização prévia antes de adentrar.
Todavia, é imperativo salientar que a posse de tais prerrogativas não é garantida, pois está sujeita à avaliação contínua do comportamento e à conformidade com os padrões estabelecidos.
Em última instância, a atribuição e manutenção de privilégios residenciais, seja relacionada a um espaço específico como um quarto ou a um bem material como um dispositivo celular, repousam inteiramente na capacidade dos filhos de manterem um vínculo harmonioso e respeitoso com as normas e expectativas familiares.
Guarde bem toda lembrança
Da fase da meninada
O tempo que foi criança
De se preocupar com nada
A infância nos conduz
É mais rápida que a luz
Mas fica eternizada
O JOVEM
Muito pai já controlou
a vida do filho seu.
Lá na frente não viveu,
só fez o que o pai mandou,
não criou, não inovou.
O jovem tem rebeldia,
é pessoa arredia.
Não é só má-criação,
é também demonstração
de que quer autonomia.
O NATAL DE MINHA INFÂNCIA
Desde os tempos de infância, sempre fico na expectativa da chegada do NATAL.
Ainda criança, estudar era muito bom, mas, chegar as férias, aprovado, era muito melhor, pois, logo vinha a boa nova - o NATAL.
Período de ganhar presentes, roupas novas, brinquedos e viagens.
O NATAL é mágico, um colorido de luzes, a brilhar na cidade, nas ruas, nas casas.
Nos lares, as árvores de Natal, as guirlandas, os presépios, nos remontam ao nascimento do menino Jesus.
As orações pela paz, harmonia, prosperidade e saúde, tornam-se momentos de fé e esperança para um Ano Novo que se aproxima.
Relações carregam-se de afetos, sentimentos afloram e aquecem corações.
Fluem a humildade e a generosidade da partilha.
Senão a doação financeira para quem precisa, o desapego assume relevância fazendo com que o pouco que nos propomos a ofertar, seja muito para quem recebe.
As saudades doloridas pelas distâncias ou pelas lembranças daqueles com quem convivemos, nos fortalece na caminhada da vida.
Então é NATAL, festa da família, período de acreditar, período de encher os coraçõezinhos das crianças de sentimentos ternos e de relembrar como era lindo o NATAL DE MINHA INFÂNCIA.
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