Podem Torturar meu Corpo
Do meu oito ao vinte e dois, flama-se a justiça sob a perfeição do sete. Quando se unem aos noves, renasce o amor altruísta — puro, elevado, sem medida.
E então me perguntaram: Como pode o ser, que trilha os caminhos Rosacruzes, alimentar-se da morte e se perder nos delírios de um partido separatista e armamentista? Como manter-se escravo do status quo enquanto a miséria ao lado clama, silenciosa, por socorro? Como falar de confiança, se os atos contradizem a essência com incoerência gritante?
São reflexões de quem não foi guiada por mestres carnívoros, mas pelos sutis, que mesmo diante da minha materialidade terráquea, fizeram-me entender seus assuntos e comandos, soprados suavemente pelo éter.
Mesmo assim... eu continuo chamando.
Meu amor não cansa, minha voz não some.
Sou o Deus que acolhe os rejeitados,
sou o Pai que conhece o teu nome.
Mas rejeitaste o meu abraço quente,
o meu cuidado, o meu abrigo fiel.
Trocaste a graça por tua própria força,
trocaste a rocha por castelos de papel.
Envio-te esta mensagem...
Estou longe... mas aqui segue todo o meu afeto...
De uma maneira ou de outra procuro me manter por perto.
Por que esse silêncio louco?
Ajude-me a te ajudar...
Faço o que for preciso pra vida fazer você voltar.
Faço tudo... e o meu tudo nunca será pouco.
Ajude-me a te ajudar.
Um caminho de flores quero te ver trilhar.
Feliz 2025 aos meus amigos e colegas que de alguma forma contribuíram para o meu crescimento neste ano de 2024. Que o próximo ano seja cheio de lindas histórias e muitas realizações.
Que este novo ano seja uma jornada de reflexão e crescimento, onde possamos aprender com as experiências passadas e que possamos construir um futuro cheio de esperança e oportunidades...
A minha mais sincera gratidão pelos ensinamentos e recompensas obtidos nesse tempo, foram muitos momentos juntos, alguns mais desafiadores que outros.
À medida que 2024 se despede, fica a lição que a vida é uma jornada incrível. Cada dia é uma página em branco, pronta para ser preenchida com novas aventura e momentos de superação.
Que em 2025 sejamos capazes de escreva um capítulo que inspire não apenas a nós mesmo, mas também aqueles ao nosso redor.
Um feliz Ano Novo, repleto de muita PAZ, AMOR e SUPERAÇÃO.
Que Deus nos abençoe e nos guie nessa nova jornada...
Feliz 2025!
Não guardo beijos, não economizo abraços, não raciono sorrisos, não controlo os olhos. Meu peito é um espaço aberto à intensidade, onde cada batida é um convite à entrega total.
A liberdade é sentir o que arde dentro. É deixar que as chamas da paixão consumam o medo.
Não sou avarento com o amor, não sou mesquinho com o desejo, eu dou tudo, eu me dou em tudo, sem calcular o preço.
Meu coração é um território sem fronteiras onde o amor é a única lei, a única verdade. Eu sinto o que preciso sentir, eu amo o que preciso amar, e nessa entrega, encontro a verdadeira liberdade.
(“Desperdício de Alma”, de Douglas Duarte de Almeida)
Livro:
NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Capítulo X
RÉQUIEM AO SOL, PROMESSA À NOITE.
Vultos dançam nas bordas das sombras, evocando os espectros de reminiscências sepultadas sob o lodo da ausência.
São murmúrios de passos nunca dados —
rastros de uma presença que, mesmo morta, ainda transborda ruína no porão da consciência.
Eis que o sol, alquebrado em seu estertor, entoa um réquiem à lua —
Não com voz, mas com luz exangue,
como se os próprios astros sepultassem o dia em silêncio.
Talvez seja nos delírios oníricos que a existência se insinua,
ou, quem sabe, nos pesadelos que anunciam dilúvios e ruínas.
O vazio que habita estas paredes não é silêncio,
é gestação de mundos que jamais nascerão.
E mesmo assim, o oco permanece grávido.
As sementes são escassas,
mas algumas ainda dormitam sob o limo do esquecimento.
Foi então que a aparição retornou —
Camille Monfort.
Não atravessou o espaço como os vivos o fazem.
Não caminhava.
Movia-se com a gravidade de uma lembrança que nunca soube morrer.
Deslizava como as brumas que sangram das frestas de um túmulo mal selado.
A atmosfera, diante dela, contraía-se em silêncio espectral.
Era presença e lamento.
Era epitáfio em forma de mulher.
Ela se postou diante do espelho esquecido — aquele onde os reflexos recusam habitar.
Ali, não havia imagem, apenas a insinuação de uma ausência.
O espelho a temia.
E a noite, também.
— Chamaste-me do subterrâneo da memória?
A interrogação ecoou como um sussurro no interior de uma cripta.
Não foi voz — foi sintoma.
Tentou-se responder, mas as palavras, apodrecidas no palato, desmancharam-se antes de nascer.
Falar diante dela era transgredir o sagrado do silêncio.
Camille aproximou-se da madeira corrompida que geme sob os pés dos esquecidos.
— O receio ainda te habita?, murmurou ela,
como quem não pergunta, mas sentencia.
Negar foi instintivo.
Mas naquele instante, não se sabia o que era instinto ou delírio.
— Talvez a noite seja apenas o útero de realidades não encarnadas, continuou.
— E o pranto, uma liturgia mal compreendida pelos vivos.
Mas há aqueles que compreendem… os que redigem livros com a pena embebida em saudade e treva.
Ela então se inclinou sobre a alma que não ousava respirar e, com voz de sopro ancestral, murmurou:
"Os vivos sonham. Mas as sombras se lembram."
Um toque — e a razão sucumbiu.
Desconhece-se o que sucedeu.
Se foi sono ou êxtase.
Morte breve ou vida suspensa.
Apenas silêncio… e a certeza de que algo se foi,
ou veio para ficar.
Sobre o assoalho enegrecido, repousava uma rosa — não vermelha, não branca — mas negra como a ausência de retorno.
Ao lado, uma página molhada pela umidade de um mundo interior que nunca secou.
Em tinta densa, o nome que jamais deveria ser esquecido:
Camille Monfort.
. 🔹 D-I-N-A-H
Tem gente que o mundo não vê, mas que o meu coração enxerga de longe.
Você é essa pessoa. Ninguém precisa saber quem você é — basta eu saber.
Porque eu conheço tua luz, tua coragem, tua alma.
Gosto de você de um jeito que não se explica, só se sente.
Te admiro. Te respeito. E não quero, de forma alguma, te perder da minha vida.
Você é única. Especial. Presente raro.
E eu tô aqui — sempre — do teu lado, pra tudo.
Com verdade,
Purificação
Porque se desesperas tanto meu amigo por essa sentimento de inserção social? O que te aprisiona e aflitas tanto por essa validação? por tantos grupos que tenta se inserir e você ainda tem aquele sentimento não fazer de parte de nenhum, você está tão desesperado e desamparado, por essa validação social de inserção de grupos, que se perde tanto com essa máscaras que utiliza para tentar sua inclusão em algum grupo que se perde a sua verdadeira essência do que é ser você o que é seus sentimentos, aflições, gostos próprios, de tanto tentar se incluir em tudo e todos, e não vira nada e não se inclui em nada e perde até mesmo essência do ser que faz você ser único com pessoa e indivíduo, é essa pressão interna e medo de exclusão social que faz você "participar" de todos grupos e não fazer parte de realmente nenhum e não ser único com a própria essência. Você faz parte de tudo e todos e não é nada.
Eu sei que o seu amor não me pertence, acredita, eu não conheço a falta por não ser meu,
mesmo parado vou adiantar sem pressa de buscar,
como se a ausência tivesse um gosto sem sabor, não posso da nome sem provar o doce desconhecido do seu amor.
Antes de abrir meu coração, vou entender o que está me modificando; e, se os fatos forem conclusivos, aceitarei de boa fé.
A tua foto no meu computador.
Olho bem dentro dos teus negros olhos...
Há um vazio profundo...
Um amor remoto... tão distante...
Só durou como um click... um segundo.
Na foto perdura o teu olhar.
Estava eu tão segura que pra sempre irias me amar.
Hoje sei que amanhã ao acordar aqui não vais estar...
Não há rastros... só restolhos... nada mais pra encontrar.
Como não percebi que era passageiro?
Não largavas a mala e o mapa das mãos...
Sempre pronto pra partir...
Sem se importar se ia apagar o meu sorrir.
Sem se importar se no mapa não vias nenhuma direção.
A foto no computador...
Vê ela essa minha loucura...
Estou sempre à procura...
Um rastro de amor queria nela encontrar...
Juro! Ainda vou achar.
A tua foto no meu computador.
Olho bem dentro dos teus negros olhos...
Há um vazio profundo...
Um amor remoto... tão distante...
Só durou como um click... um segundo.
Na foto perdura o teu olhar.
Estava eu tão segura que pra sempre irias me amar.
Hoje sei que amanhã ao acordar aqui não vais estar...
Não há rastros... só restolhos... nada mais pra encontrar.
Como não percebi que era passageiro?
Não largavas a mala e o mapa das mãos...
Sempre pronto pra partir...
Sem se importar se ia apagar o meu sorrir.
Sem se importar se no mapa não vias nenhuma direção.
A foto no computador...
Vê ela essa minha loucura...
Estou sempre à procura...
Um rastro de amor queria nela encontrar...
Juro! Ainda vou achar.
Um dia achei que ali seria meu último dia :
Um dia achei que nada mais teria solução:
Um dia achei que nunca mais iria conseguir:
E hoje vejo que todo dia existe uma nova chance , então comece mudando os pensamentos negativos para pensamentos positivos, e tudo irá fluir ... Todo dia temos um novo recomeço, 24 hrs por dia temos novas oportunidades..
Se sinta feliz....
Uma vez meu Pai me contou que andava de tamanco por não ter um sapato e mais adiante foi invadido por uma alegria de poder usar tamancos, quando encontrou um homem que não tinha os pés.
Algo que gosto tanto de fazer e que toca o mais profundo do meu ser, que é um grito de liberdade silencioso, mas, libertador que é a escrita para mim.
Anti-Soneto da Fidelidade
De nada, ao meu tédio serei atento –
Antes, e sem zelo, e nunca, e tão pouco,
Que mesmo em seu abraço, em seu fogo louco,
Me farei cinza dispersa no vento.
E quando, enfim, me for (resto de resto),
Cuspindo à paz alheia minha náusea,
É porque o amor nunca existiu – e a fome
De nada me devora, cruel e ácida.
Tudo, o peso podre da memória,
Me dissolverá. Farei meu corpo escombro.
E então a entregarei à minha queda,
Que será, em segundos, esquecimento.
Sempre, ao nada, sempre e em fim: o que não tem.
(Inspirado no "Soneto da Fidelidade" de Vinícius de Moraes)
NA QUINTA ESTAÇÃO...
Livro: NÃO HÁ ARCO-IRIS NO MEU PORÃO.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
A chuva não caía — ela tocava.
E cada gota era uma nota.
Cada nota, um passo de Camille no silêncio do mundo.
A música não vinha de fora: ela nascia da própria água que se desfazia no ar, tocando vidraças com um compasso que parecia ensaiado por um maestro ausente. Mas eu sabia — era ela.
A chuva era a música.
Não se podia distinguir quando o som virava líquido ou quando o líquido virava lembrança.
A canção se dissolvia em gotas finas e melancólicas, e cada uma delas trazia uma sílaba do teu nome, Camille, como se o céu sussurrasse teu rastro.
E eu, ali, imóvel, encharcado de ti.
Tudo vibrava em uma mesma frequência: os pingos, as cordas invisíveis do violino que eu jamais vira, a harmonia do teu perfume — absinto e jasmim — que emergia do asfalto molhado como se a cidade também te procurasse.
Não era nostalgia.
Era possessão.
Aquela música que chovia estava viva, e era tua.
E pela primeira vez compreendi o que é uma presença não ser corpórea, mas sonora. Camille não veio. Camille aconteceu.
Como se a tua existência tivesse sido reduzida a uma partitura de água, tocada pelas nuvens, naquela quinta estação onde só nós dois existimos — tu, dispersa em som e chuva... eu, diluído em espera.
E toda vez que chove assim, ainda que ninguém perceba, a mesma melodia volta.
A mesma. Sempre a mesma.
Como se a quinta estação não tivesse acabado —
ou como se eu nunca tivesse saído dela.
Recolhimento de Camille
Então ela surgiu.
Não com passos. Não com palavras.
Mas com um sorriso.
Um sorriso em delírio, feito de algo que o mundo desaprendeu:
viver sem saber que se vive.
Ser por inteiro sem a obsessão de se compreender.
Camille, ali, diante de mim — e ainda assim inatingível — era o retrato vivo daquilo que a humanidade perdeu quando começou a pensar demais.
Ela sorria como se o sorriso não lhe fosse emprestado pela razão.
Sorria porque o coração dela não sabia fazer outra coisa senão dançar com a música invisível da existência.
E era ali, na chuva já quase cessa, que eu compreendia:
Camille não se dava conta de que vivia.
E por isso vivia mais do que qualquer outro ser.
Se existiam partituras, haviam sido abandonadas.
Porque a melodia dela era espontânea.
Porque a música que ela era dispensava pauta, regência ou intenção.
Camille era um som antes de ser um nome.
Era um momento antes de ser uma história.
E talvez seja por isso que nenhum sofrimento a tocava como a nós.
Porque só sofre profundamente quem se vê como personagem.
E Camille...
Camille era o próprio enredo sem precisar de roteiro.
Observei-a por um longo instante —
recolhi sua imagem não com os olhos,
mas com o que resta de fé em mim no que ainda é sagrado.
Naquela quinta estação, eu soube:
todo ser humano deveria ser assim.
Meu Amor ❤️
Te encontrei num raio de sol, bem sereno,
Com teu olhar que aquece, doce e pleno.
Te amo no silêncio e na euforia,
No cheiro bom da tua companhia.
Te amo quando a lua vem sorrir,
E quando o dia insiste em partir.
Teu riso é melodia que me encanta,
Teu amor é o Porto que me levanta.
Nosso amor é pura sintonia,
Me perco em ti, doce fantasia.
No teu abraço o mundo perde o peso,
E em teu amor eu encontrei meu doce sossego.
Contigo tudo é melodia,
No teu beijo mora a poesia.
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