Pobres e Ricos
Tristeza traz doença.
Tristeza traz pobreza.
Tristeza traz tristeza.
Felicidade traz saúde.
Felicidade traz riqueza.
Felicidade traz felicidade.
Em um mundo onde a riqueza é frequentemente medida por cifrões e posses materiais, esconde-se uma verdade sutil e profundamente velada. Frases ecoam, sussurrando que a pobreza não reside apenas na escassez de recursos monetários, e que a verdadeira prosperidade não se confina à opulência financeira.
O paradoxo revela-se na compreensão de que ter dinheiro, por si só, não é sinônimo de riqueza e prosperidade. Essa é uma máscara que esconde uma realidade mais ampla, uma realidade que transcende os limites do ter e possuir.
Para sentir-se verdadeiramente rico, propõe-se uma contagem singular, uma enumeração de preciosidades que o dinheiro não pode comprar. Uma riqueza que reside nas relações humanas, na saúde, nas experiências enriquecedoras e nos momentos que transcendem o efêmero.
Assim, as palavras veladas apontam para uma verdade submersa: a verdadeira riqueza está na apreciação das coisas que escapam à moeda corrente, na celebração das experiências imortais e no entendimento de que a prosperidade é um tecido intricado, no qual o dinheiro é apenas um fio entre muitos outros.
“Não é a bagunça que atrai a pobreza, e sim uma mente desorganizada e fora de equilíbrio. A verdadeira raiz está na saúde mental. A bagunça externa reflete e alimenta o caos interno, gerando ansiedade, falta de foco e sentimentos negativos. Quando a mente está sobrecarregada, tudo ao redor desanda.
E o primeiro passo para começar a restaurar esse equilíbrio, sem pressa, é organizar o ambiente à nossa volta. Colocar ordem nas nossas coisas é como enviar um sinal à mente: ‘Estamos retomando o controle’. Ao ver o espaço limpo e organizado, a tensão diminui, a respiração se acalma e o psicológico começa a se reequilibrar. Organizar fora é, muitas vezes, o primeiro passo para curar por dentro.”
— Bismarck Batista, “O Máquina”
O poder nas mãos de quem já foi poderoso pouco muda; nas mãos de quem ascendeu da pobreza, redefine futuros.
Mentalidade miserável :
Vou parcelar tudo
Mentalidade pobre :
Vou guardar um pouco
Mentalidade média :
Vou investir um pouco
Mentalidade milionária :
Vou gastar e investir
Mentalidade bilionário :
Vou reinvestir tudo
Ontem o continente africano foi o suporte da escravatura negra e da riqueza do homem branco, hoje o negro africano é o suporte da "novus-escravature" e da pobreza do homem africano com a conivência do Ocidente.
Pobreza nem sempre é falta de dinheiro, pobreza é um estado de espírito. Algumas pessoas tem dinheiro, mas não tem prosperidade. Trabalhar pela prosperidade é melhor que trabalhar para ganhar dinheiro. Conheço ricos miseráveis e infelizes e pessoas com pouca condição financeira prósperas e felizes. Algumas pessoas conseguem dividir o pouco que tem e outras pessoas guardam o que tem e vivem como se não tivessem nada.
Estas histórias e estórias de superação da miséria em ascensão a riqueza, com narrativas congêneres a “Jornada do Herói”, só servem para romantizar a pobreza, justificando a iniquidade social.
Todos os que se beneficiam de riquezas ilícitas quando escorregarem na nota mais preciosa da vida, logo estarão pagando um preço alto por recusarem as decisões corretas e transformadoras em suas pobrezas espirituais.
O Santo Evangelho traduz que para sermos escolhidos, a riqueza é o que menos importa, pois é da pobreza que se faz a porta para o alvorecer
Quando você olhar para um preto pobre e tiver a mesma empatia e respeito que você tem por um branco pobre, ao se olhar no espelho, você verá enfim o reflexo de um ser humano.
#consciencia não tem cor e sim amor.
Pobre, no Brasil, é alguém que consome mais do que ganha, porque o que ele ganha mal dá pra pagar o aluguel, a água e a energia elétrica.
É indispensável sempre nos familiarizarmos com a pobreza. Pois a única coisa certa de nos ser sempre trazida pelo tempo é a pobreza; a riqueza ou o poder são sempre concebiveis mas nunca certos.
