Pessoas Sábias
Se você não tem confiança em si mesmo, você é duas vezes derrotado na corrida da vida, com confiança, você venceu antes mesmo de começar.
Aprenda a tirar proveito das plantas da caatinga, como a maniçoba, a favela e a jurema; elas podem ajudar a conviver com a seca;
“De acordo com a lei da natureza, é injusto que alguém se torne mais rico à custa de danos e prejuízos sofridos por outro.”
O que você é enfim?
Onde você tem paixão?
Segue por aí
Eu não sou ninguém demais
E você também não é
É só rodopiar
Em busca do que é belo e vulgar
Ela me tirou de casa
Ela me levou na praia
Tinha um tempo que eu não ria cedo
Era uma tarde mansa
Dia de euforia rasa
Tinha um tempo que eu não ia a praia
E ela fez melhorar tudo que há
E me levou até tudo que é
As canções de amor inventam amor
"Oh, filosofia, guia da vida!
Oh, tu que persegues a virtude e escorraças os vicios!
O que seríamos nós e todas as eras dos homens, sem ti?
Ah, dindi
Se tu soubesses como machuca
Não amaria mais ninguém
Fala pra ele
Que a vida é um balão
Pra cuidar do seu coração
E chora
-pra onde elas vão?
-embora...
Ah, dindi
Se tu soubesses como machuca
Não amaria mais ninguém
Ah, dindi
Se tu soubesses
Ah, se tu soubesses
Não contaria pra ninguém
Fala pra ele o que nunca falou pra ninguém
Pra ele também
Nada se pode OBSERVAR por algum bom OBSERVADOR, filósofo, que outro filósofo já não tenha lançado o primeiro olhar.
Nada mais incerto que as massas, nada mais obscuro do que a opinião pública, nada mais enganoso do que todo sistema político.
E ele seguia forte de frente ao seu objetivo, mas ao percebeu que caminhava de costas, sucumbiu a utopia da falsa felicidade que nunca exalou..
Cai muito, e quando estive nos auges das minhas forças, continuei e cai de novo.. Quando dei-me conta que estava nas ultimas das reservas, dei cada com passo com cautela curtindo cada segundo, logo, mas sem pressa, me deparei com minha utopia..
Sugestão para o título de um filme que venha a abordar a relação de Camus e Sartre no período pós-guerra: “Incompatibilidade de Gênios”.
Essa eu fiz diante de um ciclo de uma amizade que foi importante pra mim, usei Camus para entender tudo que aconteceu e tudo que permaneceu. Me inspirei na musica Crochê de Jovem Dionísio.
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"Crochê de Amizade: pontos que seguram o mundo"
Há amizades que não chegam de repente; elas se constroem devagar, como crochê.
Um ponto hoje, outro amanhã, um fio que se enrosca no outro, uma conversa que vira apoio, um silêncio que vira confiança. Nada grandioso, nada teatral. Apenas presença. Apenas verdade.
“Crochê” tem essa atmosfera de afeto discreto, quase tímido, que lembra muito o jeito como algumas amizades profundas nascem: sem anúncio, sem expectativa, sem garantia — mas com uma sinceridade que toca onde a vida geralmente não alcança.
Camus diria que é exatamente nesses vínculos que o Absurdo da existência ganha uma pequena trégua.
Porque, num mundo que não responde,
não explica,
não abraça,
a amizade é esse gesto humano — quase rebelde — de dizer:
“eu estou aqui com você, e isso basta.”
A vida é desalinhada.
Nós somos desalinhados.
As dores que carregamos nos fazem tropeçar em nós mesmos.
A lucidez nos mostra que nada é garantido, que a solidão é inevitável, que o universo é indiferente às nossas angústias.
E, ainda assim, existe esse outro ser humano que decide dividir o tempo, o riso, o cansaço, a bagunça, o silêncio.
Isso, por si só, já contraria o absurdo.
É quase um milagre sem misticismo.
Amizade verdadeira não exige perfeição — apenas presença honesta.
É alguém que te vê fora do tom e, ao invés de tentar te ajustar, senta ao seu lado e ouve a melodia torta como ela é.
É quem te passa um fio novo quando o seu arrebenta.
Quem ajuda a desfazer o nó quando você mesmo não consegue enxergar onde começou.
A amizade não te salva do mundo —
mas te lembra que você não precisa enfrentá-lo sozinho.
E essa lembrança muda tudo.
Porque é fácil compartilhar os dias bons; o desafio está nos dias que parecem cinza por dentro.
Nos dias em que você questiona o próprio valor,
em que o mundo parece grande demais,
em que a alma parece pequena demais.
E é justamente nesses dias que um amigo — verdadeiro — transforma o absurdo em algo suportável.
Não com respostas.
Não com soluções.
Mas com a coragem silenciosa de simplesmente estar.
Camus acreditava que continuamos vivendo não porque encontramos sentido,
mas porque inventamos pequenos motivos para seguir.
A amizade é um desses motivos.
Um dos mais fortes, talvez o mais humano.
E, no fim, o crochê da amizade é isso:
um tecido feito de confissões e risos,
de ombros e demoras,
de pequenos gestos que ninguém vê,
mas que seguram o mundo inteiro do lado de dentro.
Não precisa ser perfeito.
Não precisa ser constante.
Só precisa ser verdadeiro.
Porque, quando o resto desaba,
são essas linhas simples —
essas linhas feitas à mão —
que impedem nossa alma de se desfazer.
E, nesse desalinho tão humano,
há uma beleza que Camus entenderia:
a amizade é uma revolta contra o vazio.
E cada ponto dado juntos
é uma pequena vitória silenciosa contra o Absurdo.
Y.C
Inspirado em "Ouro" de Rubel e Camus
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Há algo em “Ouro” — na voz limpa e vulnerável de Rubel — que lembra aquele tipo de verdade que só surge quando a vida já arrancou todas as defesas. É a sinceridade que não tenta impressionar, não tenta convencer. Apenas existe. Apenas treme.
Camus diria que esse é o território onde nasce a lucidez: quando paramos de exigir que a vida se justifique e começamos a olhar para ela como ela é — imperfeita, incompleta, frágil. E ainda assim cheia de pequenos brilhos que não sabemos nomear.
Às vezes, o que chamamos de “ouro” não é grandeza, nem vitória, nem epifania.
É só um instante — um toque, um gesto, uma presença. Uma pessoa que passa pela nossa vida e não resolve nada, mas ilumina tudo. Uma luz breve, mas intensa o suficiente para nos lembrar que existimos.
Camus acreditava que a beleza mora nesse lugar: não na promessa, mas na experiência; não no eterno, mas no agora.
E Rubel canta exatamente isso: a delicadeza do que se desfaz, a ternura do que não tenta ser mais do que é.
Há uma força enorme em admitir que não sabemos para onde vamos.
Há coragem em amar mesmo sem garantias.
Há beleza em continuar mesmo quando nada responde.
Talvez seja essa a nossa riqueza — não o ouro que se guarda, mas o que se sente.
O ouro que nasce do improvável: do toque que acalma, da memória que aquece, da presença que resta.
No final, Camus nos lembraria que viver é empurrar a pedra sabendo que ela cai.
E Rubel nos mostra que, entre uma queda e outra, ainda há música, ainda há brilho, ainda há instantes que valem mais do que qualquer resposta.
Porque o verdadeiro ouro não pesa na mão.
Ele pesa no coração —
e ilumina o que a razão nunca alcança.
Y.C (Para Nanyzita)
Vamos repensar?
Camus — “Devemos imaginar Sísifo feliz.”
“A grandeza humana não está em vencer todas as batalhas, mas em encontrar sentido mesmo quando algumas batalhas parecem não ter fim. O absurdo da vida não elimina seu valor; revela nossa responsabilidade de construí-lo.”
Carlos Eduardo Balcarse
Vamos repensar?
Albert Camus:
“O absurdo é a confrontação entre o desejo humano de encontrar sentido e o silêncio irracional do mundo.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“O maior absurdo da existência humana não é o mundo não entregar todas as respostas; é o homem passar uma vida inteira fazendo perguntas erradas. Busca sentido em conquistas, status e aplausos, mas raramente olha para dentro de si. O ser humano tenta conquistar o universo antes de aprender a habitar a própria consciência.”
Vamos repensar?
Albert Camus:
“No meio do inverno, descobri que havia dentro de mim um verão invencível.”
Carlos Eduardo Balcarse:
“O homem que encontra sua força interior deixa de depender das estações externas da vida. Existem pessoas cercadas de abundância vivendo em uma eterna tempestade, enquanto outras atravessam desertos carregando dentro de si uma fonte. O verdadeiro clima da existência não está fora; está na consciência.”
