Pessoas Nao Entram em nossa Vida a Toa
Quero tentar diferente...
Emergir das correntezas da vida...
Pisar na margem desse rio de emoção
Quero tocar a areia úmida
E sentir o vento com aroma de solidão.
Quero renascer fora de mim
Assistir-me com olhar de platéia
Imaginar o que eu faria se eu fosse eu
E saber se de mim mesma, eu faço alguma idéia.
Dos julgamentos que fazemos, sem ter direito algum...
Quero saber se daquilo que sou, faço ao menos um.
E sendo eu a única ser capaz de julgar se valeu a pena chegar onde tudo isso me levou
Declaro que....
Apenas eu, posso entender a beleza e a dor de ser o que sou.
"Apesar das incertezas que permeiam tantas coisas da vida, com o tempo aprendi que há uma lei universal infalível: só colhemos do que plantamos, e normalmente em maior e benfazeja medida.
Escolha portanto semear com gratidão cada uma das suas atitudes, e quando menos esperar estará envolto a uma ceifa de generosa prosperidade."
Escolho a cor que quero
Pinto a vida com minha própria aquarela
Misturo
Alterno, repito
Telas multicores ou monocromáticas
Sigo colorindo ou descolorindo
Minhas escolhas
Meu caminho
Nossa história
"A vida, às vezes, poderá nos reservar momentos de muitas incertezas, mas uma certeza você deve ter: enquanto houver vida, haverá um novo arrebol."
Mesmo que o tempo passe mesmo que minha vida acabe mesmo que meu mundo desabe pode passar um dia um mês um ano quem sabe no meu coração só cabe saber que já mais deixarei de amar você mais sem você saber deixei meu coração com você pois ele veio a escolher para sempre te pertencer.
Vivência aos 90 anos
Gasta-se o tempo em verso
a vida tentando o descrever
na alma o seu imerso
o pensamento tentando ler:
- Inquieto, vivo... os 90 anos!
Ele tão dentro, a vida tão fora
Inquieta vive
Uma vida corrida, de planos
De prosa, momento,
Custa o que se sente
Não importando o declive
Se vai inteiramente
Da sua maneira
Tendo uma vida inteira!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
06/09/2022 – 08’41”, Araguari, MG
*para os 90 anos de Daisy Lemos Dorazio
Foi assim:
Lá do alto da galha de minha árvore favorita eu assistia minha própria vida.
Eu ainda pequenina ,tão franzina, tinha os pés voltados para as incertezas do tempo.
Como éramos traquinas,quanto éramos pensantes e quantos sonhos em mim habitava.
minha mãe mantinha aquela casa sorrindo,eram momentos mágicos... o esmero com que ela cuidava daquele lugar o fazia um palácio de valor inestimável.
As cores tão foscas e embasadas desenhavam na paisagem um gradro em tom pastel e aquilo fazia aquele cenário brincar com minha imaginação que não tinha noção da dificuldade que atravessavamos. Era bom, eu tinha sonhos e seguia quem também os tinha.
Do alto de nossas vidas enxergavamos um filme,era o maior curta metragem já visto porque passava muito rápido .
Era tudo lindo, tudo era muito bonito e havia simplicidade naqueles momentos tão fáceis ,ainda, de serem vividos.
Quão pequenina minha casa era e tão imenso era aquele amor ali existente, porque ali no assoalho de estrume,no barro, no telhado colonial escondia tamanha felicidade que não recebíamos visitas por falta de espaço; a casa estava sempre cheia. Eu, menino de asas, assistia a vida passar de cima de minha árvore de jacarandá, ainda sem saber voar, sem saber que iria estocar saudades, sem saber que rumo tomar.
"Transição".
Comumente o percurso de cada vida tramita a transição, chamada a mudança, essa que muitos tem medo e outros anseiam, pois bem, dentro do contexto muitos são atingidos por fragmetos diversos, gatilhos, que ora, perversos, uma onda notória de interferências, culmina se no diferencial, ao que é receptível, dominado ou dominante sobre nossas emoções, não é fácil canalizar equilíbrio com demandas de interferência, assim, atente se e foque em meditar, analisar, dialogar com teu eu, vencer as demandas sinuosas, flertar com fé, alimentar cada vez mais uma porção fé, mais uma vez seja contundente, sereno e racional, mas persevere em alimentar a fé, pois o oposto é caminho de dúvidas, e a dúvida confunde, faz a emoção tramitar em uma ansiedade temerária.
Giovane Silva Santos.
05/09/2022 17:23hs.
Deus abençoe a todos
Nem todos na vida serão recompensados da maneira que realmente merecem
Porém viva a vida em prol de ser recompensado
Pois aquele que muito insiste uma hora ele vence
"Sozinhos"
-
Já segui desastrosas opiniões
Já caí em ciladas e engodos
A vida é feita de rosas e d´espinhos
Mas agora entendo
Que não preciso seguir multidões
Nem me preocupar em ser aceite por todos
Porque na maior parte do tempo, todos nós, somos sozinhos.
"Eu caçador de mim".
Todos os fragmentos dentro do percurso de vida, caracteriza em construir determinadas obstruções na formação do eu, a perfomance do auto intransigente torna se a cada um, a cada eu, um eu caçador de mim, nem é bem auto culpa, mas trata se de barreiras, uma construção de paredes, onde o impedimento das percepções corriqueiros de muitos ciclos ao redor de nós, sanar essa medida, precisa se flertar de coragem, coragem a permitir o coração expressar entender, caminhar de forma maleável a receber informações, sim, estas capazes de fortalecer o entendimento, desenvolver mecanismos resistentes e confiantes para seguir, dado que as obstruções traz dificuldades, assim, alimentando a fé, determinismo na perseverança, que, ainda, mesmo com lágrimas saltitando a cada noite, a esperança é meditada na certeza que o amanhã pode ser penetrante de risos vigorosos como raios de sol.
Giovane Silva Santos.
07/09/2022 12:13hs.
Deus abençoe a todos.
Primavera de Setembro
Nosso amor seja de ordem e progresso a vida inteira.
A bandeira que eu levanto de coração trás seu nome "da cor do fogo".
Pintada com sangue lilás seu rosto um tom de flor marron que consome.
A fome morena de devorar sua pele e seus olhos castanhos.
É pátria minha esse lugar na sua alma...
Eu desejo com calma florir todos os dias,
Para sentir entre as borboletas seu beijar a flor.
Esse vento do amor é esperança que hoje me inspira.
Sem nenhum pudor sentir seus lábios me tocou!
Com a beleza do sol da manha uma magia despertou,
O eu defender a pátria esse lugar de sonhos,
Ainda desejo ser a flor na boca do beija flor.
Esse nossos desejos sagrados tem nada de grito dos excluídos,
Nosso amor é bonito diferente e de tom bandido,
É um fugitivo que também gosta das ruas,
quando preciso sabe esconder-se na sombra da lua.
Essa mistura de cores e fantasias camufla a sabedoria de estarmos juntos.
E a gente está bem aqui!
Junto no gosto do outro!
Se fazendo de morto na saliva!
Para não deixar o amor louco.
Desfile de setembro
aquarelas, amor e ventania
Alegria e sangue das escolas
O que seria sem elas
a cultura sem passarelas?
Hoje é segredo amanhã puro inredo
Não é Carnaval é festa de Parintins.
É a Paris que brilha dentro de nós,
É cultura e inspiração nosso amor.
Ainda é setembro e vem chegando a sua primavera.
As flores o seu cheiro no meu canteiro,
O segredo de minha alma o espetáculo o senário perfeito.
Dentro do palco do meu peito
O coração é só amor a flor e o desejo.
Emoção é o desperta que já enraiza nas veias.
A brasa o fogo teu de um corpo inteiro colado ao meu,
O verdadeiro brilho da alma
na cor verde o amor lilás,
tem mais castanho nos seus olhos vermelhos,
Esse espelho seu,
que desagua no mar azul do meu olhar sempre teu.
07.092022
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