Pessoas Admiráveis
Seja tão íntegro que até as pessoas mal-intencionadas sintam constrangimento ao tentar te prejudicar
"Dependemos do amor para se encontrar no caminho que traçamos, mas tem pessoas que sempre optam pelo ódio e as mágoas e se perdem no labirinto da vida."
Pra Hoje:
Decidi não me importar mais com pessoas que nada me acrescentam, que vivem a minha vida, se preocupam se durmo e acordo e, não porque querem meu bem, mas pelo contrário porque querem me ver cair... Hoje parei de me preocupar com você, a minha vida está nas mãos de Deus e só Ele que tem o poder sobre ela... Então que seus dias sejam de paz, que você consiga viver sua vida na plenitude do perdão, da bondade, do respeito e, acima de tudo da humildade com cada um... te desejo amor!
Olá, pessoas. E pessoos também, por que não?
Antes de qualquer coisa, acho justo avisar que este livro não tem a pretensão de virar um clássico. Não espero que ele seja estudado em escolas, citado em teses ou colocado ao lado de Kafka, Nietzsche ou qualquer outro sujeito que passou a vida tentando entender o mundo.
Na verdade, isso aqui é bem mais simples.
É só um lugar onde resolvi guardar um pouco dos meus dias. Das coisas que me fizeram rir, das que me fizeram querer dormir por uma semana inteira e das que, por algum motivo, achei que valiam a pena registrar.
Talvez, em algum momento, você aprenda alguma coisa comigo. Talvez não. Talvez eu aprenda alguma coisa comigo mesmo enquanto escrevo. Acho que essa possibilidade já é um bom motivo para continuar.
Não faço ideia de quem você é. Não sei seu nome, sua idade ou o motivo que fez você gastar seu precioso dinheiro neste livro. Aliás, obrigado por isso. Espero, no mínimo, que eu consiga fazer companhia durante algumas páginas.
E sim, eu poderia dizer que "o hábito da leitura expande a mente", "estimula a criatividade" e todo aquele blá-blá-blá que todo livro parece ter a obrigação de repetir. Mas acho que você já ouviu isso o suficiente.
Então chega de enrolação.
Se você decidiu continuar lendo, seja bem-vindo.
Hoje começa o diário de bordo de Sthelphen Hilburg, um sujeito completamente comum tentando sobreviver à maravilhosa e miserável vida real.
Capítulo 1
O começo menos épico de todos
Dia 1 de muitos que ainda virão.
Meu nome é Sthelphen Hilburg. Carrego na bagagem da vida aproximadamente vinte e cinco anos. Destes, uns dois foram gastos entre cigarros baratos, bebidas de procedência duvidosa e questionamentos existenciais durante o expediente. Afinal, alguém precisa fingir que está trabalhando enquanto tenta descobrir o sentido da própria existência.
Nunca fui o tipo de pessoa que escrevia diários, poemas ou passava horas lendo livros. Na verdade, sempre estive mais perto de quem compra um livro e o usa como apoio para uma mesa bamba do que de alguém que realmente o termina. Mas, por algum motivo que ainda não consigo explicar, escrever sempre me intrigou. Talvez porque seja mais fácil conversar com uma folha de papel do que com certas pessoas.
Então aqui estou eu, começando essa história. Ou, no pior dos casos, registrando uma coleção de abobrinhas que talvez façam sentido para alguém no futuro. Se não fizerem, pelo menos serviram de entretenimento para mim.
Acordo todos os dias às sete da manhã desde os meus treze anos. Não porque gosto de acordar cedo. Ninguém em perfeito estado mental gosta. Acordo porque a vida decidiu que esse seria o preço para continuar pagando as contas.
Meu trabalho consiste em enfrentar monstros muito mais perigosos do que dragões ou demônios. Os meus aparecem do outro lado do balcão e perguntam, com a maior naturalidade do mundo, se "não tem como fazer mais barato", mesmo quando a peça já está em promoção.
É nessas horas que começo a questionar se a minha saúde mental realmente vale o salário do fim do mês. Alguns dias parecem tão absurdos que fico convencido de que estou vivendo dentro de um filme de baixíssimo orçamento, daqueles em que nem os figurantes parecem acreditar no roteiro.
Mas, fazer o quê?
São os ossos do ofício. Sempre quis usar essa expressão. Ela tem um ar estranhamente elegante para dizer que a vida resolveu complicar as coisas de novo.
Bom, e se você está se perguntando por que, num dia completamente aleatório, eu resolvi começar a escrever um livro, a verdade é que essa é uma pergunta que eu também deixo em aberto.
Eu simplesmente não sei.
Não faço ideia do motivo de estar gastando tanto tempo com algo aparentemente banal. Escrever um livro não vai pagar minhas contas, não vai deixar minha comida mais barata e, muito provavelmente, também não vai mudar o rumo da humanidade. Então por que escrever?
Talvez a pergunta certa seja outra: por que não escrever?
Será que toda história precisa nascer de um grande propósito? Será que existe algum decreto dizendo que só pessoas extraordinárias podem despejar pensamentos em folhas em branco?
Eu espero que não.
Então vou fazer exatamente isso. Vou encher páginas com literatura barata, pensamentos mal resolvidos e frustrações que, de vez em quando, parecem fazer mais sentido no papel do que dentro da minha cabeça.
As folhas estão vazias. Esperam apenas que alguém escreva alguma coisa nelas. Acho curioso como elas se parecem comigo.
Nós dois estamos em branco, tentando descobrir o que merece ser registrado. E, quem sabe, transformar pequenos desastres cotidianos em algo bonito. Afinal, até as calamidades têm uma estranha forma de produzir boas histórias quando o tempo passa.
Eu não faço a menor ideia de como vão se desenrolar essas maluquices que o mundo resolveu chamar de dias úteis.
Também não sei quem eu vou ser daqui a alguns meses. Talvez eu continue exatamente o mesmo. Talvez mude completamente. A vida tem esse péssimo costume de alterar as pessoas sem pedir autorização.
Também existe uma boa chance de eu abandonar este diário no meio do caminho, como já abandonei tantas outras coisas ao longo da vida. Não seria nenhuma novidade. A diferença é que, desta vez, espero conseguir ir um pouco mais longe.
Enquanto esse estranho fogo pela literatura continuar queimando em algum canto da minha alma, eu prometo fazer o possível para manter você por aqui. Nem que seja contando pequenas tragédias cotidianas, pensamentos aleatórios ou histórias que só fazem sentido para mim.
Por hoje, acho que basta.
Se eu sentir vontade, volto a escrever mais tarde. Se não, deixo o problema para o meu "eu" de amanhã. Ele já está acostumado a resolver as pendências que a minha procrastinação insiste em criar.
Então, até amanhã.
E, caso você ainda esteja aí do outro lado da página, obrigado pela companhia.
Nos vemos no próximo capítulo, meu caro leitor. Ou melhor... meu companheiro de viagem.
Acho que não consegui ficar calado por muito tempo.
Ainda existem muitas coisas que eu quero escrever por aqui. E, sinceramente, não faço ideia de onde elas surgem. Talvez venham de lembranças que, quando eu era mais novo, pareciam completamente inúteis, mas que hoje voltam brilhando na minha cabeça, como se estivessem esperando a hora certa para fazer sentido.
É estranho pensar nisso.
Justamente quando somos crianças, na fase em que mais inventamos mundos, aparecem adultos dizendo o que é "besteira" e o que não é. Como se toda ideia precisasse fazer sentido.
Mas e se uma ideia não quiser fazer sentido?
E se ela só quiser existir?
Na minha opinião, uma criança deveria ter todo o direito de imaginar dinossauros comendo banana split enquanto dançam ragatanga. Ou qualquer outra maluquice que passe pela cabeça dela. A imaginação nunca precisou pedir licença para a lógica.
O curioso é que, olhando para trás, eu percebo que nunca fui muito bom nisso.
Lembro de um colega da escola. Não faço a menor ideia do nome dele, mas lembro perfeitamente da cena. Ele ficava sozinho, mexendo os dedos como se fossem personagens, fazia barulhos com a boca e parecia completamente mergulhado no próprio universo.
Na época, eu olhava para aquilo com estranheza. Talvez até com um pouco de vergonha alheia.
Hoje, porém, eu invejo aquela liberdade.
Ele não precisava de uma tela, de um videogame ou de um celular para viajar para outro mundo. Bastavam os dedos, alguns sons e uma imaginação que parecia infinita.
Eu nunca consegui fazer aquilo.
E talvez seja por isso que estou escrevendo este livro.
Talvez esta seja a minha forma de brincar de faz de conta, só que alguns anos atrasado.
Quando o medo toma conta da mente, algumas pessoas agem, enquanto outras procuram se refugiar na depressão.
A receita para ser feliz é simples!
Apreciando as pequenas coisas da vida, fazem as pessoas se sentirem mais felizes? A ciência mostra através de estudos e pesquisas que realmente isto faz a diferença. Todos queremos ser felizes e às vezes parece tão difícil em chegar lá. Mas a resposta é mais simples do que pensamos, ela está bem a nossa frente e as vezes por problemas diversos deixamos as oportunidades de sermos felizes passar.
Faça de cada dia um evento especial
Buscando a felicidade em coisas simples da vida
Admirar e sentir o cheiro das flores
Passear por lugares bonitos contemplando a natureza.
Sorrir, conversar com seus familiares e amigos ou ouvir música e assistir a um filme, saborear uma boa comida acompanhada de uma excelente bebida para brindar o momento especial, são coisas simples que levam apenas alguns minutos uma vez por dia que pode-lhe proporcionar momentos felizes.
As ilusões fazem criar falsas alegrias.
Pessoas iludidas não conseguem enxergar a realidade e acabam sofrendo quando descobrem verdades.
Quem se deixa levar por ilusões está propenso a se arrepender mais tarde.
Se eu morresse hoje,
O que é que as pessoas
Diriam de mim?
Será,
que diriam Maldades?
Ou será que diriam crueldades?
Será,
Que diriam coisas amigáveis?
Ou será que diriam palavras agradáveis?
Acho que iria depender
De como acabei
Por deixar de fazer
Parte deste mundo
De dementes
Se foi de morte matada,
Se foi de morte negligenciada,
Ou se foi de morte autotirada.
Há muitas pessoas que nada sabem; contudo, o maior problema não reside na ignorância em si, mas na atitude de fingir saber. Ao assumir tal postura, acabam por fechar a porta à oportunidade de aprender, pois quem acredita já possuir o conhecimento dificilmente se dispõe a buscá-lo.
Assim, a verdadeira limitação não está no não saber, mas na recusa silenciosa de reconhecer a própria ignorância e transformar essa consciência no primeiro passo para o aprendizado.
Sabrina,
Existem pessoas que passam pela nossa vida como uma simples lembrança. Outras deixam marcas tão profundas que, mesmo quando os caminhos se separam, continuam fazendo parte da nossa história. Você sempre foi uma dessas pessoas para mim.
Eu ainda me lembro de quando nos conhecemos, tantos anos atrás. Você tinha apenas 13 anos, e eu também era muito jovem. Desde então, vi o tempo passar diante dos meus olhos. Vi você crescer, amadurecer, enfrentar desafios, conquistar sonhos e construir sua própria família. Hoje você é mãe, e olhar para toda essa trajetória me faz perceber o privilégio que foi ter acompanhado, mesmo que de longe, tantos capítulos da sua vida.
Durante todos esses anos, nossa amizade atravessou o tempo. Mudaram as fases, mudaram as circunstâncias, mudaram nossas vidas, mas sempre existiu esse respeito, essa admiração e essa conexão que poucas pessoas conseguem construir. Você sempre me compreendeu de uma maneira que quase ninguém conseguiu. Às vezes eu tinha a sensação de que você enxergava partes de mim que eu mesmo não conseguia explicar.
Talvez a vida tenha sido curiosa conosco. Nunca fomos um casal, nunca tivemos um relacionamento, nunca escrevemos essa história como muitos imaginariam. E, ainda assim, o que vivemos teve um valor imenso. Nossa amizade foi verdadeira, sincera e especial. Não sinto tristeza por aquilo que não aconteceu; sinto gratidão por tudo o que aconteceu. Porque nem toda história de amor precisa existir para que duas pessoas sejam importantes uma para a outra. Algumas histórias encontram sua beleza justamente na amizade, no carinho e na presença que resistiu ao tempo.
Você foi uma pessoa extraordinária na minha vida. Alguém que jamais será esquecida. E, se existe algo que sempre levarei comigo, será a lembrança da mulher forte, inteligente, generosa e incrível que tive a felicidade de conhecer.
Hoje, porém, chegou a hora de encerrar este capítulo. Talvez seja difícil aceitar que alguns caminhos simplesmente chegam ao fim, mas a vida também é feita de despedidas. Algumas delas são silenciosas, definitivas e necessárias.
Por isso, quero me despedir de você com o coração em paz.
Obrigado por cada conversa, por cada risada, por cada momento compartilhado ao longo desses anos. Obrigado por fazer parte da minha história. Você deixou lembranças que o tempo jamais apagará.
Desejo, do fundo do meu coração, que sua vida seja longa, feliz e repleta de paz. Que nunca lhe faltem saúde, amor, sabedoria e motivos para sorrir. Que seu filho cresça cercado de felicidade e que você continue sendo essa mulher admirável que sempre foi.
Talvez este seja realmente nosso último adeus. Talvez nunca mais nos encontremos, nunca mais conversemos e nunca mais saibamos um do outro. E está tudo bem. Algumas pessoas não foram feitas para caminhar juntas até o fim; foram feitas para transformar uma parte da nossa jornada e seguir seu próprio destino.
Se um dia você se lembrar de mim, espero que seja com um sorriso. Da mesma forma, sempre que eu lembrar de você, será com gratidão, respeito e carinho.
Foi um enorme privilégio conhecer você nesta vida.
Adeus, Sabrina.
Que Deus ilumine cada passo do seu caminho e lhe conceda uma vida linda, plena e muito bem vivida.
Com todo o meu respeito, minha admiração e minha eterna gratidão.
De seu amigo ian vioto querubim
Meus apelidos
Fallen
Extremelordeescanor
ianvi
Lucariosolit
XQuerubimxx
Se um dia me encontrar na net com esses nomes saiba que era eu hahaha provavelmente vai me encontrar porque já criei muitas coisas músicas poemas programas jogos e etc.. adeus vou te amar para sempre mas não como esposa como amiga e saiba que você foi minha única amiga mulher que tive o resto eu só queria pegar vc me conhece hahahaha sou viciado em mulheres e outras coisas mas não fique brava cmg eu sei que você me entende 😂❤️🤘🏻 adeus
Pessoas moralmente desprezíveis cruzam o nosso caminho apenas para nos lembrar das virtudes que devemos cultivar.
Às vezes, nem tudo é sobre você.
As pessoas são diferentes, voláteis, sensíveis e, por vezes, estão enfrentando batalhas que ninguém vê. Dias difíceis chegam para todos.
Então, respeite quando alguém sente tudo de forma intensa. Só quem carrega uma dor no coração sabe o peso de lutar contra os próprios sentimentos, de sentir que perdeu o controle de si.
Antes de julgar, escolha compreender. Antes de apontar, escolha acolher.
Que tipo de humanidade estamos construindo se nem o básico conseguimos ser: humanos?
