Pessoa Admirável

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...Quando estávamos juntos, era como se quiséssemos ser uma pessoa só ao mesmo tempo, como que se nada importássemos a nós, a não ser o tempo que tínhamos contados para estar juntos... Nada mais importava para mim, a não ser te fazer feliz e estar feliz junto a você; nada mais me importava além de estar junto a você todos os dias... As nossas conversas, os nossos planos para o futuro, todas as nossas gargalhadas, sentados na escada, rindo do nada, nossas trocas de olhares, nossas trocas de beijinhos, as juras de amor ao pé do ouvido, as brincadeiras, os abraços, foi tudo tão intenso, que nem pensávamos no dia de amanhã, o que seriamos de nós sem um ao outro... Nunca me imaginei sem você, nunca me imaginaria sem você, mais um dia esse sonho teria que acabar, e acabou! Eu não consigo entender, o porque de tudo isso, o porque que as coisas lindas duram tão pouco tempo, e porque tudo que é bom é vivido intensamente e se "rompe" sem mais nem menos... Não sei, eu gostaria de saber, mais isso quem vai me dizer vai ser o tempo, ou quem sabe você? Qualquer um dos dois, não importa, o que importa é que o mais rápido possível, eu quero olhar pra trás e dizer: valeu a pena ter vivido! - Mesmo passando por tudo isso, ou até mesmo sendo feliz de uma maneira que eu não mereça... Um dia eu vou saber, por qual motivo eu te amei tanto assim!

Saudades, Bárbara

Não sou perfeita e nem nunca quiz ser...
A unica coisa que eu quero é ser melhor,
como pessoa, como amiga, como esposa,
como mãe. Peço a Deus todos os dias que
me ajude a corrigir as minhas falhas e
que eu tenha sempre a chance de melhorar
e crescer.

A DIVERSIFICAÇÃO DOS CONCEITOS

Cada pessoa tem um conceito diferente sobre seu semelhante.
Perante a visão dos outros podemos ser
Ilustres, insignificantes, indispenáveis, medíocres,
Verdadeiros, arrogantes, adoráveis, malígnos...
Enfim...a diversão está na diversificação dos adjetivos!
Pois não somos e nunca seremos nada do que os outros pensam
Na verdade, somos apenas semelhantes de nossos semelhantes
Meros mundanos à busca da perfeição e sempre à procura da imperfeição de tudo ao nosso redor!

Sinto saudade de uma pessoa tão distante...
ou talvez não tão distante assim, uma pessoa que está mais perto do que imagino,
uma pessoa que está dentro do meu coração.
Mas como entender essa saudade?
É o amor!
E como entender o amor?
Amor não tem tradução.

quanto tempo dura uma saudade ?
Tempo suficiente para você pensar e repensar na mesma pessoa diversas vezes ao dia ...

Sabe? Eu sou uma pessoa que preza muito por sua amizade. Dou tudo de mim, às vezes nem espero nada em troca.
Pois eu sei ser leal, sei o quanto dói sentir-se abandonado ou esquecido quando se mais precisa. Sei ouvir, nem sempre sei como ajudar, mas estou disposta a prestar atenção em toda a história e ao menos enxugar a lágrima que teima em descer de seu rosto.
Amo quando você me abraça sem pedir. É a melhor sensação que existe. Porém, às vezes tenho vergonha de sair te dando um abraço. (Nem eu me entendo). Evito comprar brigas contigo, porque tenho medo de perdê-la, minha amiga. Te conhecer e me tornar sua amiga, foi o melhor presente que Deus já deu para mim.
Por isso, te digo mais uma vez: Amo você!

A partir do momento que você descobre realmente a pessoa que você é, o que falam sobre você já não tem tanta importância assim.

Não posso falar muito sobre mim, nem tudo sei sobre essa pessoa, esse camaleão, minha vida é como um cometa, o menor abalo muda a tragetória, mas a tragetória nunca acabará e por onde passar deixarei meus rastros. Quando precisarem saberão onde me encontrar, lá em cima, no universo onde só as estrelas brilham e os cometas impõe medo

Quero me casar com você, porque é a primeira pessoa que quero ver ao acordar de manhã e a única que quero dar um beijo de boa noite. Porque a primeira vez que vi essas mãos, não pude imaginar não segura-las. Mas principalmente, porque quando se ama alguém como eu te amo, casar é a única coisa a fazer.

"Está no meio dos otakus é emocionante, o otaku é uma pessoa tão incrível e tão maravilhosa, que não fuma, não bebe, e a droga dele é o desenho Japonês"

Lúbrico
Você vai logo perceber que ele não é uma pessoa fácil.
Um temperamento horrível,me diziam.
E eu,escrevia o nome dele secretamente
nas vidraças, nos elevadores,nos banheiros de cinema.

Você sabe que eu também, as vezes,fico insuportável
com essa mania de querer o impossível.

Mas, devia haver uma brecha nos nossos destinos,
que permitisse um encontro
num quarto de hotel qualquer
uma vez na vida!
furtivos e ordinários,
uma vez e pronto!
horas roubadas...

Não tive jeito de fazer essa proposta
e ele talvez nunca souve o que eu queria.
Carrego comigo o lado oculto de um desejo
passo por ele, sorrio,
digo bom dia...

A pessoa que realmente está progredindo não anuncia a todos sua evolução.
Isso é infantilidade, ela simplesmente... Cresce. Sem dar satisfações a ninguém.

Quando a gente acredita que está amando uma pessoa que nos faz sofrer, na realidade o que está acontecendo é que deixamos de nos amar.

Uma pessoa alegre e risonha é capaz de mudar o astral de uma dúzia de carrancudos.

Ser fiel está muito além de beijar ou não outra pessoa.
Ser fiel é querer estar ali, mesmo quando se pode estar em qualquer outro lugar.

O que a dança não faz por uma pessoa? é magia pura.

O verdadeiro valor de cada pessoa não está na sua personalidade, mas nas suas atitudes.

Lá na infância
Qualquer pessoa que já tenha se separado e tenha filhos sabe como a gente se preocupa com a reação deles e procura amenizar qualquer estrago provocado por essa desestruturação. É preciso munir-se de muito respeito, delicadeza e amor para que essa ruptura seja bem assimilada e não produza traumas e inseguranças.

Muito do que somos hoje, do que sofremos e do que superamos, tem a ver com aquele lugar chamado "infância", que nem sempre é um paraíso. Por mais que tenhamos brincado e recebido afeto, é lá na infância que começamos a nos formar e a nos deformar através de medos, dúvidas, sensações de abandono e, principalmente, através da busca de identidade.

Por tudo isso, estou até agora encantada com a leitura de Marcas de Nascença, fenomenal livro da canadense Nancy Huston e que deixo como dica antes de sair de férias. O livro é narrado por quatro crianças de uma mesma família, em épocas diferentes, todas quando tinham seis anos: primeiro, um garotinho totalmente presunçoso, morador da Califórnia, em 2004. Depois, o relato do pai dele, quando este também tinha seis anos, em 1982. A seguir, a avó, em 1962, e por fim a bisavó, em 1944. Ou seja, é um romance genealogicamente invertido, começando logo após o 11 de Setembro e terminando durante a Segunda Guerra Mundial, mas é também um romance psicanalítico, e é aí que se torna genial: relata com bom humor e sem sentimentalismo todo o caldeirão de emoções da infância, mostrando como nossas feridas infantis seguem abertas a longo prazo, como as fendas familiares determinam nossos futuros ódios e preconceitos e como somos "construídos" a partir das nossas dores e das nossas ilusões. Mas tudo isso numa narrativa sem ranço, absolutamente cativante, diria até alegre, mesmo diante dessas pequenas tragédias íntimas.
A autora é bastante conhecida fora do Brasil e ela própria, aos seis anos, foi abandonada pela mãe, o que explica muito do seu fascínio sobre as marcas que a infância nos impõe vida afora. É incrível como ela consegue traduzir os pensamentos infantis (que muitas vezes são adultos demais para a idade dos personagens, mas tudo bem), demonstrando que toda criança é uma observadora perspicaz do universo e que não despreza nada do que capta: toda informação e todo sentimento será transformado em traço de personalidade.

Comecei falando de separação, que é o fantasma familiar mais comum, mas há diversas outras questões que são consideradas "linhas de falha" pela autora e que são transmitidas de geração para geração. Permissividade demais gerando criaturinhas manipuladoras, mudanças constantes de endereço e de cidade provocando um desenraizamento perturbador, o testemunho constante de brigas entre pessoas que se dizem amar, promessas não-cumpridas, pais que trabalham excessivamente, a religião despertando culpas, a política induzindo a discordâncias e exílios, até mesmo uma boneca muito desejada que nunca chegou às nossas mãos: tudo o que nos aconteceu na infância ou o que não nos aconteceu acaba deixando marcas para sempre. Fazer o quê? Em vez de tentar escapar de certas lembranças, o melhor é mergulhar nelas e voltar à tona com menos desespero e mais sabedoria. Todos temos nossas dores de estimação. O que nos diferencia uns dos outros é a capacidade de conviver amigavelmente com elas.

Veja no sorriso da pessoa que te ama o mundo de felicidades que ao seu coração pertence

O puxasaquismo é o fundo do poço da alma de uma pessoa.


Autora: Aurilene Damaceno