Pés de Criança
MARGARIDAS & GIRASSÓIS
Quando criança
Por várias vezes acariciei margaridas
Tentava consolá-las por nunca se transformarem em girassóis
Os dedinhos infantis alisava as pétalas como se elas sonhassem
Nunca contei que girassóis não são margaridas crescidas
Tentava fazê-las se sentir queridas
E entender que eram lindas
Singelas assim
Só por serem elas
Quando criança
Eu pensava que cuidava das margaridas
Agora sei
As margaridas cuidaram de mim.
Talvez eu tenha lido revistas em quadrinhos demais quando criança. Nos quadrinhos, sempre parece que estão tentando salvar o mundo, que é preciso torna-lo um lugar melhor, porque o inverso não faz nenhum sentido.
Hoje ela acordou cheia de esperança
Com um sorriso no rosto
E a leveza de uma criança
Hoje ela conseguiu entender
Que é única
De um jeito que ninguém poder ser
Hoje ela passou a enxergar
Que embora tenha problemas
Tem muito mais para agradecer
E decidiu se vestir de toda essa confiança
E fazer o seu dia bonito a cada amanhecer
Sou como uma criança...
Acho que vou ser sempre assim.
Gosto de abraços apertados.
Sorrisos espontâneos.
Vejo graça onde não tem a menor graça.
Acho linnnndo!! - o que não é... só porque gosto!
Gosto da simplicidade, o complicado me apetrecha.
Meus pensamentos, não os controlo, parecem macaquinhos pulando de galho em galho.
As pessoas para mim são todas bem coloridinhas...
Com elas eu brinco...corro...pulo....invento...faço birra...AMO-AS.
As vêzes me deparo com algumas pessoas cinzentas,
essas eu deixo pra lá..
Gosto do meu jeito de amar...
é complicado, é imperfeito.
Mas, é o que tenho de mais puro.
Apaixono-me por sorrisos, por olhares, por pequenos gestos e, pelos mesmos pequenos gestos afasto-me.
Coragem tenho muita...destemida sou demais...
Deus é comigo! ...eis minha crença.
Já errei, já mudei, já aprendi, já vi, já perdi e também já venci e venci bonito!!!
Quer me entender?
Não precisa....
Quer me amar?
Sorria e me dê uma flor..
Sou complicadamente simples assim!!!
Não gosto de receitas nem que seja de bolo, não as sigo mesmo! Gosto de seguir a minha intuição e gosto também de uma boa teima..
Não tenho a necessidade de ser notada...
Mas gosto que sintam a minha falta...
Não sou igual a todos...quer sinceridade???
sou toda DIFERENTE!
☆Haredita Angel
Aquela criança já deixou de existir — pelo menos fisicamente, pois ainda vive nas lembranças. Hoje, tu és um adolescente, uma pessoa independente que está se formando neste mundo tão desafiador e caótico. Mas, de cada fase, se Deus quiser, sairás vitorioso e tudo acontecerá no tempo certo; por mais difícil que seja, não percas a tua fé.
Para tanto, entre outras coisas, desejo que sejas sempre esperançoso e prestes muita atenção em todas as bênçãos. Trata a gratidão a Deus como indispensável: Ele será a tua fortaleza, dará ânimo quando estiveres cansado e sabedoria diante das incertezas. Afasta-te daqueles que não te fazem bem ou que não querem o teu bem de fato.
Cometerás muitos erros; isso é inevitável e faz parte do preço do aprendizado. Ninguém é perfeito, todavia, busca acertar o máximo que puderes. Tudo bem se falhares; usa a falha para aprender, de modo que não venhas a perder os teus valores e princípios. Só permanecerá contigo quem realmente estiver ao teu lado, tanto no sofrimento quanto no regozijo.
Sinceramente, não quero que te sintas pressionado. Aproveita esta fase que está apenas começando da melhor forma possível: com sabedoria, responsabilidade e sem pressa. Não te esqueças do temor a Deus e de que não estás sozinho. Nos teus caminhos, também aparecerão pessoas incríveis que farão uma baita diferença nos teus dias. Por fim, não olhes somente para a superfície: lê nas entrelinhas e vive tudo o que Deus permitir.
VIDA DE CRIANÇA
Vida de criança
É pular brincar sorrir
Ir pra escola todo dia
Pro futuro garantir
Criança inteligente
Sabe as coisas dividir
Pois tem hora de estudar
E hora de se divertir
O papai e mamãe
Só precisam ajudar
A fazer dever de casa
Pra depois se esbaldar
Na piscina ou pula-pula,
Bicicleta ou futebol.
Depois do dever de casa
Você escolhe o melhor.
Pra Benício e Giovanna.
Até o último dia do ano chorarei.
Chorarei tanto quanto uma criança perde seu brinquedo favorito.
Chorarei aos montes como um adolescente que tem seu coração partido pela primeira vez.
Me debulharia em lágrimas como um adulto que percebe o quão o mundo é injusto.
Soluçarei como um idoso que já teve que dar adeus a pessoas que amou.
Chorarei, até o fim pois, quem sente com tanta intensidade a alma já dói, grita.
Até quando minha extrema intensidade vai me afundar?
Será que um dia conseguirei ao menos chegar na superfície mas não ser superficial?
Eu quero subir, quero tirar minhas âncoras, porém, se elas se forem, o que sobrará de mim?
Seja como uma criança: tenha um espírito aventureiro, não pense demais em coisas desnecessárias e algumas vezes, aja impulsivamente no seu mundo imaginário. O ser humano precisa aprender a viver livremente para ser feliz.
Por um Ai
Se me queres ver rendido,
De joelhos, a teus pés,
Por um olhar que me deites,
Por um só ai que me dês;
Se queres ver o meu peito
rugindo como um vulcão,
Estourar, arder em chamas,
Ferver de amor e paixão;
Se me queres ver sujeito,
curvado e preso à tua lei,
Mais humilde que um escravo,
Mais orgulhoso que um rei;
Meus olhos sobre os teus olhos,
Meu coração a teus pés;
Por um olhar que me deites,
Por um só ai que me dês;
Ouça, feliz, dos teus lábios
Esta só palavra - amor! -
Estrela cortando os ares,
Abelha sobre uma flor.
Então verás dos meus olhos,
Que o pesar me não cegou,
Ebentaram de alegria
Prantos, que a dor estancou;
Então verás o meu peito
Como outra vez se incendia:
Era a folha verde e fresca,
Onde o sol se refletia!
Murcha e triste pende agora;
Caiu, jaz solta, está só:
Exposta ao fogo, arde em chamas,
- Deixai-a, desfaz-se em pó!
Hei de sentir outra vida,
Outra vez meu coração
Escutarei palpitando
De amor, de fogo e paixão.
Lascado tronco sem graça,
Tal fui, tal me vês agora!
Mas venha o orvalho celeste,
Venha o bafejo da aurora;
Venha um raio de alegria
Dar-lhe às raízes calor;
Revive de novo, e brota
Folhas, galhos e verdor.
Do cimo erguido e copado
Outra vez se dependuram
Mil flores - ali mil aves
Nos seus gorjeios se apuram.
Não quero palavras falsas,
Não quero um olhar que minsta,
Nenhum suspiro fingido,
Nem voz que o peito não sinta.
Basta-me um gesto, um aceno,
Uma só prova, - e verás
Minha alma presa em teus lábios,
Como de amor se desfaz!
Ver-me-ás rendido e sujeito,
Cativo e preso à tua lei,
Mais humilde que um escravo,
Mais orgulhoso que um rei!
A IMPORTÂNCIA DO PERDÃO.
O pequeno Zeca entra em casa, após a aula, batendo forte os seus pés no assoalho da casa.
Seu pai, que estava indo para o quintal para fazer
alguns serviços na horta, ao ver aquilo chama o menino para uma conversa.
Zeca, de oito anos de idade, o acompanha desconfiado.
Antes que seu pai dissesse alguma coisa, fala irritado:
- Pai, estou com muita raiva. O Juca não deveria ter feito aquilo
comigo.Desejo tudo de ruim para ele.
Seu pai, um homem simples mas cheio de sabedoria, escuta calmamente o filho que continua a reclamar:
- O Juca me humilhou na frente dos meus amigos. Não aceito. Gostaria que ele ficasse doente sem poder ir à escola.
O pai escuta tudo calado enquanto caminha até um abrigo onde guardava um saco cheio de carvão.
Levou o saco até o fundo do quintal e o menino o
acompanhou, calado.
Zeca vê o saco ser aberto e antes mesmo que ele
pudesse fazer uma pergunta, o pai lhe propõe algo:
- Filho, faz de conta que aquela camisa branquinha que está secando no varal é o seu amiguinho Juca e cada pedaço de carvão é um mau pensamento seu, endereçado a ele.
Quero que você jogue todo o carvão do saco na
camisa, até o último pedaço.
Depois eu volto para ver como ficou.
O menino achou que seria uma brincadeira divertida e passou mãos à obra. O varal com a camisa estava longe do menino
e poucos pedaços acertavam o alvo.
Uma hora se passou e o menino terminou a tarefa.
O pai que espiava tudo de longe, se aproxima do menino e lhe pergunta:
- Filho como está se sentindo agora?
- Estou cansado mas estou alegre porque acertei muitos pedaços de carvão na camisa.
O pai olha para o menino, que fica sem entender a razão daquela brincadeira, e carinhoso lhe fala:
- Venha comigo até o meu quarto, quero lhe mostrar uma coisa.
O filho acompanha o pai até o quarto e é colocado na frente de um grande espelho onde pode ver seu corpo todo.
Que susto! Zeca só conseguia enxergar seus dentes e os olhinhos.
O pai, então lhe diz ternamente:
- Filho, você viu que a camisa quase não se sujou;
mas, olhe só para
você.
O mau que desejamos aos outros é como o que lhe aconteceu. Por mais que possamos atrapalhar a vida de alguém com nossos pensamentos, a borra, os
resíduos, a fuligem ficam sempre em nós mesmos.
Cuidado com seus pensamentos, eles se transformam em palavras;
Cuidado com suas palavras, elas se transformam em ações;
Cuidado com suas ações, elas se transformam em hábitos;
Cuidado com seus hábitos, eles moldam o seu caráter;
Cuidado com seu caráter, ele controla o seu destino.
Apaga-me os olhos, ainda posso ver-te. Tranca-me os ouvidos, ainda posso ouvir-te, e sem pés posso ainda ir para ti, e sem boca posso ainda invocar-te. Quebra-me os ossos, e posso apertar-te com o coração como com a mão, tapa-me o coração, e o cérebro baterá, e se me deitares fogo ao cérebro, hei-de continuar a trazer-te no sangue. (In Livro das Horas)
Não resmungou nem gemeu nem bateu com os pés. Simplesmente engoliu a decepção e optou por um riso calculado - um presente dela para si mesma.
(A Menina que Roubava Livros)
Fui um douto em sonhar tantos amores...
Que loucura, meu Deus!
Em expandir-lhe aos pés, pobre insensato,
Todos os sonhos meus!
E ela, triste mulher, ela tão bela,
Dos seus anos na flor,
Por que havia de sagrar pelos meus sonhos
Um suspiro de amor?
Um beijo — um beijo só! eu não pedia
Senão um beijo seu
E nas horas do amor e do silêncio
Juntá-la ao peito meu!
Foi mais uma ilusão! de minha fronte
Rosa que desbotou
Uma estrela de vida e de futuro
Que riu... e desmaiou!
Meu triste coração, é tempo, dorme,
Dorme no peito meu!
Do último sonho despertei e n’alma
Tudo! tudo morreu!
Meus Deus! por que sonhei e assim por ela
Perdi a noite ardente...
Se devia acordar dessa esperança,
E o sonho era demente?...
Eu nada lhe pedi: ousei apenas
Junto dela, à noitinha,
Nos meus delírios apertar tremendo
A sua mão na minha!
Adeus, pobre mulher! no meu silêncio
Sinto que morrerei...
Se rias desse amor que te votava,
Deus sabe se te amei!
Se te amei! se minha alma só queria
Pela tua viver,
No silêncio do amor e da ventura
Nos teus lábios morrer!
Mas vota ao menos no lembrar saudoso
Um ai ao sonhador...
Deus sabe se te amei!... Não te maldigo,
Maldigo o meu amor!...
Mas não... inda uma vez... Não posso ainda
Dizer o eterno adeus
E a sangue frio renegar dos sonhos
E blasfemar de Deus!
Oh! Fala-me de amor!... — eu quero crer-te
Um momento sequer...
E esperar na ventura e nos amores,
Num olhar de mulher!
Só um olhar por compaixão te peço,
Um olhar.... mas bem lânguido, bem terno...
"Se vocês, cristãos, vivessem como Jesus Cristo, a Índia estaria aos seus pés amanhã" disse um professor hindu.
Quando crescer, eu quero! Eu posso! E irei conseguir. Isso só depende de cada um de nós! Felicidades, minha linda criança, o futuro está próximo!
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