Permanecer em Silencio
Às vezes o meu silêncio diz mais que a própria palavra dita e é no silêncio que a vida é paz, e nele minha alma se encontra e habita.
Há quem ouse fingir, não perceber o mal que a si mesmo faz.
Que se cala em um turvo silêncio, insistindo em chamá-lo de paz.
Que paz? Não é paz! Se nunca aprendeu, é orgulho ou capricho.
Por não querer se reciclar, prefere conviver com o lixo.
É a saga do centauro, cara de homem, coração de bicho.
Quantos gritos de socorro foram dados em silêncio dentro da sua alma, ecoando em seu coração e em formas de lágrimas rolaram por sua face até chegar diante de Deus.
Hoje você está livre, podendo dormir com tranquilidade e em paz, conseguindo realmente olhar para você por dentro e por fora.
Sendo uma referência para quem está a sua volta; que podem estar passando pelo que conseguiu vencer, onde você muitas das vezes achou e até pensou em desistir por não mais aguentar pedindo seu fim.
Fugi do amor para viver
em um mundo mudo
cheio de silêncio que fala.
Forjado por memórias
de um pretérito
mais-que-perfeito.
Como era bom poder amar,
deixar o amor nos tocar.
Me faz pensar se
ainda existe um jeito.
Foi no silêncio que ouvi a voz chamando, estou aqui parado olhando, pensando, comentando, imagine viver ano a pós ano tranquilo, aproveitando, trazer lazer, dedicar, amar, consolidar o sucesso na estadia. Olhei manias e brinquei com feridas. Bebi neblina que envenena, Fuji da rota de fuga, sonhei que era tudo ilusão, me confrontei que a decorrência, a desinformação, me foco naquilo que me faz querer, sou escravo de interesses do meu ser, amar é travar a batalha do raciocínio, me refiro a clínicos, estado verídico de indignação. Utopia retrodota. Filamentos de séculos em céu aberto. A vida de fulano estampada no concreto, sou direto, feto, olhar direto, com Deus me oriento, epidemia de sentimentos, louvei meu argumento, vi corpos empados no espeto, transei com o agora, sou a flora e a peste que destrói, que corrói a ignorância, flagrâncias da morte, a seta indica o norte, ouço o uivo do coiote, a ligação foi mais um trote, rinoceronte da savana, minha alma inflama clama amor piedade, dedicação, cansei de viver de aparência, quero representar minha essência, olhar que traz consigo o significado de uma vida, de sofrimento, alegrias, manias, razões que dão sentido pra vida, busquei curar feridas que me fazer vencer olhei pro lado e descobri meu ser.
O silêncio extremo não assassina as palavras, mas, sim, uma mente faminta, cansada e derrotada. Ali, todos julgam e abusam e não se diz nada.
Martin Luther King disse: "O que me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons".
A grande verdade é que ser um herói, ser corajoso, é difícil, e a única coisa que lhe traz é consciência limpa e a crença de que você fez a diferença. Essa crença de ser um bom homem tem que ser o suficiente, pois não espere elogios nem comemorações. O mais difícil é que as chances de algo mudar para melhor é praticamente zero, é a realidade. Continue sendo apenas você, cuidando de você da melhor maneira e, talvez, só talvez, isso possa ser o suficiente a você.
Você é a sua casa. Habite-se para se encontrar. Entre em seus cômodos em silêncio para não acordar as suas dores, abra as janelas para curar os seus medos, deixe as portas abertas para respirar o ar dos novos sonhos, pensamentos e aspirações. Não nutra mais os enganos, as frustrações, os medos e a raiva. Perdoe-se. Deixe a luz do sol entrar e iluminar os seus dias. Vibrando na frequência da paz e do amor.
Olhe para você mesmo e se contemple. Se respeite e se ame.
"Eu sou a luz, o amor e a vida que aqui habita. Eu sou a verdade e a vida. Eu sou a luz de Deus."
As sombras nos fazem carregar uma cruz que não precisa ser carregada. E o apego faz essa cruz pesar demais. Se liberte da sua própria prisão. Carregue somente a luz. "Vós sois deuses". A centelha divina.
E ao conhecer a verdade, me libertarei das sombras das crenças, das ilusões e medos que me impediram de fazer dessa casa, um lar feliz.
Orai e vigiai. Proteja o único lugar que é capaz de ser o seu céu.
O silêncio corrói quando você quer ouvir um porquê, uma resposta e a pessoa não diz nada.. não te olha nos olhos e simplesmente te dá um adeus sem ter a coragem de pelo menos se explicar...
Fala que não quer mais... fala que odeia que não ama mas fala... esse teu silêncio destrói por dentro ... esse teu silêncio faz pensar tantas coisas.. me culpar de algo que não tenho culpa... mas é isso mesmo... ferir e fazer com que o outro pense que ele que errou .. dá pra esperar isso de pessoas covardes que não conseguem expressar sentimentos... você não me merecem!
A paz não é o silêncio do lado de fora, é a sintonização da percepção consciente,em uma compreensão abraçada de empatia pelos outros
O processo envolve, todo o conjunto em obra evolutiva, assim como um professor está ensinando enquanto aprende, um aluno está aprendendo enquanto ensina !
No silêncio da noite,
O medo se faz presente,
A tristeza e a angústia,
São sentimentos latentes.
O temor nos consome,
E a incerteza nos guia,
Buscando um caminho,
Que nos leve à sabedoria.
Refletimos sobre a vida,
E o que ela tem a nos oferecer,
Questionamos o futuro,
E o que ele nos reserva ao nascer.
Mas a noite também nos ensina,
Que a luz pode vir do escuro,
Que o amanhecer é um novo começo,
E que o medo é apenas um muro.
Então, enfrentemos nossos temores,
E deixemos a angústia de lado,
Pois a vida é um constante aprendizado,
E o futuro ainda é um mistério a ser desvendado.
O amor que nunca vivi
No silêncio das palavras que nunca vivi,
Nas linhas traçadas em sonhos perdidos,
Escrevo um poema de amor que não senti,
Em versos profundos e sentimentos escondidos.
Fala-me de um amor que nunca provei,
De um toque suave que nunca senti,
De um olhar profundo que nunca encontrei,
Numa história que o destino jamais permitiu.
Nas páginas vazias deste meu coração,
Desenho retratos de amores ausentes,
São ilusões que ganham vida na imaginação,
São suspiros perdidos em ventos inertes.
Versos de um amor que não vivi,
Perco-me em desejos que nunca foram meus,
E em cada palavra que escrevo aqui,
Liberto emoções que nunca conheci.
Mas mesmo sem tê-lo, sei que o amor existe,
em outros corações e encontra morada,
E enquanto meu peito solitário persiste,
Acredito que o amor chegará na minha jornada.
Por isso, neste poema que nunca vivi,
Deixo palavras de esperança e devoção,
Porque o amor, mesmo que tardio, há de surgir,
E preencherá minha alma de gratidão.
Os versos de um amor que jamais experimentei,
E que um dia, quem sabe, se tornarão cor,
Na história que finalmente eu viverei.
O meu silêncio é uma forma de punir alguém, reconheço. Eu falo muito, tenho a necessidade de me expressar verbalmente e quando percebo que não estão validando as minhas palavras, eu me calo.
