Perigo
Eu me identifico com o perigo dos momentos desmedidos
Que me fazem ter medo de como posso perder
O que me atraí... Mesmo assim arrisco;
Para então dar emoção a vida;
Eu sempre quis o perigo e sangrei pelo o amor que carreguei durante muito tempo ou o suficiente de saber quem sou;
O que se faz demais se torna ideal ao ser e ao coração, tudo bem se eu não tenho você, pois sempre me vi como um sonho bom sem a perfeição que pudesse lhe dizer algo;
Também tive medo, mas na volta o esquecimento foi comparado à outra vida sem sentido;
Eu sempre quis o perigo por que só você que sempre teve a cura para o meu vicio que acabara sendo você;
Eu sempre precisei de um pouco de atenção para que pudessem ver onde eu pisava;
Espero voltar a viver pelo gosto da diversão ou pela força de nossas vidas a se encontrarem, você sempre me veio como um sonho bom que ninguém percebia em mim;
Nunca fui escravo de nenhum coração e não temo o que não me oferece perigo, mesmo tendo dias desleais para reconhecer virtudes em sentimentos sinceros em outro coração;
Minha verdade não assombra meu caminho nem o que não exista mais em minha rota e eu resisto qual quer distância para sentir o querer na pele;
Nunca me entreguei para que meu coração tenha vitórias desejáveis;
O meu coração não tem medo do perigo, tem força de vontade e determinação de superar toda frustração;
Vai ver que nem é nada do que pensamos... Vai ver que o amor não entendeu o perigo que havia... Será que estamos ficando loucos de amor, pelas vertigens que nos invadiu?
Às vezes é claro que os sentimentos falam por nós... Esperamos sim alcançar o inalcançável e ir além do impossível... Acreditar é o caminho...
Os sentidos estão sem entendimentos e o meu amor por você vive um perigo de um sofrimento;
Corro um risco de hoje te ver e amanhã me perder e não mais poder te ter, transformo-me em um refém, refém do seu amor e dentro do seu coração me esforço para me pôr;
O meu corpo deseja o teu calor, porém o seu coração deseja o meu amor, quero te encontrar para superar minha dor;
Guarda-me para que nenhum mal me alcance e nenhum perigo me atinja, me afastando de todo e qual quer flagelo que possa me desdenhar;
Manda-me anjos para defender a minha retaguarda e acompanhar-me para que nada corra fora dos seus planos;
Se eu me esconder aqui nesse lugar sossegado é para manter o meu corpo sem o perigo de se perder entre o entrelaço do pecado;
Sei que nem sempre posso evitar sem pode escolher quando se faz conveniente a mim para entender que o meu sangue é realmente quente;
Deslizo sobre o teu coração flexionando o fluxo de estar e deixar amar para conquistar-lhe pelo o olhar;
Preciso me esquivar do perigo de me deixar levar na invenção da louca poesia que tanto nos causa mal para entender que o tempo parece remédio de “tarja preto”;
Às vezes vejo o meu céu desmoronar mesmo sabendo que a nossa sincronia é o sonho de loucos que insiste em se encontrar;
Vivemos em perigo e muita das vezes sem sentido ou por nada que se dirija ao interesse do coração;
Traga a felicidade na palma da mão e prospere para que o meu sorriso não seja destacável ao nosso futuro;
Sinto o gosto do pecado nas intimidades que acham que não me convém;
Mas ainda sim o perigo me atraí;
Até que se dê o braço a torcer pelas palavras não pensadas
Pode ser tarde demais e até mesmo perigoso
Pois não se sabe quantas voltas o mundo dá;
