Perdi uma grande Amiga
É segunda, dia cinza, ela manda uma mensagem "você tá bem?". Respondo com um sorriso que ela não vai ver.
O eu, porém, é apenas mais uma compreensão equivocada. De modo geral, fabricamos a noção de um eu que parece ser uma entidade sólida. Somos condicionados a considerar essa noção como algo concreto e real. Pensamos, Eu sou esta forma, levantando a mão. Pensamos, Eu tenho forma; este é o meu corpo. Pensamos, a forma sou eu; eu sou alto. Pensamos , Eu habito esta forma, apontando para o peito. Fazemos o mesmo com os sentimentos, percepções e ações. Eu tenho sentimentos; eu sou minhas percepções… Sidarta, porém, deu-se conta de que não existe, em lugar nenhum, uma entidade independente que corresponda ao conceito de eu, dentro do corpo ou fora dele. Como a ilusão de ótica do círculo de fogo, o eu é ilusório. Ele é uma falácia – fundamentalmente um erro e, em última análise, inexistente. No entanto, do mesmo modo que podemos nos iludir com o aro de fogo, todos nós nos iludimos ao imaginar que somos o eu. Quando olhamos para o nosso corpo, sentimentos, percepções, ações e consciência, vemos que são diferentes componentes do que pensamos ser o nosso “eu”, mas, se formos examinar esses componentes, verificaremos que o “eu” não reside em nenhum deles.
Àqueles que eu amo, desejo uma ótima noite;
E àqueles que me odeiam, desejo uma noite com sonhos maravilhosos,
já que terão pesadelos o suficiente acordados quando me verem sempre vitorioso...
Sabia que tinha alguma coisa fora do lugar em mim. Eu era uma soma de todos os erros: bebia, era preguiçoso, não tinha um deus, idéias, ideais, nem me preocupava com política. Eu estava ancorado no nada, uma espécie de não-ser. E aceitava isso. Eu estava longe de ser uma pessoa interessante. Não queria ser uma pessoa interessante, dava muito trabalho. Eu queria mesmo um espaço sossegado e obscuro pra viver a minha solidão. Por outro lado, de porre, eu abria o berreiro, pirava, queria tudo e não conseguia nada. Um tipo de comportamento não se casava com o outro. Pouco me importava.
Existe uma energia disponível que nos ajuda a revelar a totalidade sobre quem somos, as partes de nós que tentamos encobrir com uma máscara.
Todo dia, inventamos alguma coisa falsa para evitar o sentimento de dor e vazio, e é tarefa do nosso ego dizer que nossa máscara está funcionando. Talvez sejamos alguém que vive fazendo piadinhas para evitar conversas sérias ou talvez nosso disfarce seja ser “intocável”, fingindo que não nos importamos com a opinião dos outros, quando na verdade cada pequena crítica é recebida como um golpe demolidor.
Não importa qual seja a nossa máscara, ela esconde sempre a mesma coisa: a verdade.
Quando encobrimos nossos medos, nossas inseguranças, nossos pensamentos e intenções nem sempre tão agradáveis, não conseguimos encará-los e superá-los. Quando somos honestos sobre as nossas características individuais que nos desagradam, não permanecemos ligados ou bloqueados por elas.
Separe um tempo para se fazer duas perguntas de vital importância: “O que estou tentando esconder? Que máscara estou usando?”
Nossa máscara é o que nos separa da Luz.
Quanto mais demolimos nossa fachada, tanto mais espaço criamos para a Luz!
Imagine um dia sem necessidade de usar nossas máscaras. Sem medos ou personas falsas. Sem esconder nada e sem precisar da aprovação de ninguém!
A verdade pode libertá-lo.
Sedução em pequenas doses, palavras bem ajustadas, uma pitada de graça (acho que toda mulher adora esse homem que nos faz rir) inteligência na medida e pequeno ar de cafajeste, além do charme, desenvoltura, sorriso bonito e um tom de despreocupado. Puro encanto.
"É muito mais difícil dar o bem do que aceitar o bem, porque dar o bem é uma arte. É a última e mais astuta arte, a bondade".
(Em "Assim falava Zaratustra" - página 236)
Existe uma força que se move,
Uma mão que me sustenta,
Um amor que me alimenta e uma graça que me protege...
...Isso não é sorte: é benção, é ter Deus na minha vida!
Nossa história não foi melhor do que qualquer livro ou filme de romance. Foi uma história imperfeita, bem clichê, com muitos erros e decisões equivocadas. Mas eu senti de verdade, era tudo de verdade.
Há, lucidez em uma depressão?
Há, sim — e é uma lucidez que machuca.
Há lucidez em uma depressão porque a gente enxerga tudo com uma nitidez cruel: o peso dos dias, o cansaço na alma, a falta que ninguém vê. É como se o mundo inteiro gritasse e, ainda assim, só você escutasse o silêncio.
A depressão não é falta de clareza; às vezes, é excesso. É perceber demais, sentir demais, carregar demais. E isso não te faz menos capaz — apenas mais humana.
Uma vez li que, quando olhamos para o nosso passado, podemos ver uma linha narrativa, uma ordem ou um plano, como se fosse algo gerado por uma força invisível, e que os acontecimentos, e até mesmo as pessoas presentes na nossa vida, que pareciam aleatórios ou sem importância num dado momento, se tornam, no fim das contas, indispensáveis para a nossa história.
Ter uma filosofia de vida é como ter um sagui de estimação, porque ele pode ser muito encantador quando você o adquire, mas podem surgir em situações em que ele não será nem um pouco oportuno.
Etc...é uma palavrinha muito usada quando o camarada ainda tem uma porção de coisas a dizer e não sabe mais o que dizer!
O amor de uma avó por seus netos é um amor sem limites... é como amar seus filhos duas vezes... Netos são uma extensão da nossa vida! Um elo de amor incondicional. Como não amar?
Prefiro ser identificado como uma pessoa estranha, do que por apenas mais um reflexo da nossa sociedade.
Por mais que eu ame uma pessoa e passe 24 horas ao seu lado. Enjoarei dela, ter vênus em áries é assim.
Um dia descobrimos que quando amamos demais sem limites, podemos causar uma espécie de dor também irreparável. Temos que dosar o processo do amor, torná-lo gostoso ao mesmo tempo que introduzimos no coração de quem quer que seja. Amar é uma compilação de desejos, sonhos, vontades, brincadeiras, alegrias e também de sofrimento. Por isso, o equilibrio deve ser de imediato tomado em estudo, para servir de base para uma resposta correta ao coração e a mente. Ame verdadeiramente de forma absoluta, mas com calma.
Nós somos o reflexo do amor, basta amar com moderação, pois assim, seremos felizes no resultado dessa fórmula mágica que Deus nos deu, e que muitas vezes não prestamos atenção na receita.
Uma mente acelerada que não para e precisa de pausas, cansada ao extremo e ainda assim ativa, é um corpo em alerta e uma alma gritando por descanso. É o peso de viver no limite, tentando funcionar quando tudo dentro pede para desacelerar. É sobre sobreviver ao próprio turbilhão, enquanto o mundo cobra que você esteja sempre bem.
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