Perder o Folego
Os melhores dançarinos dançam intensamente, cada música que a vida toca, sem perder o ritmo perfeito!
Perder a mãe é perder o chão. A gente continua vivendo, mas sempre buscando a essência desse vazio que ficou no coração...
Encontrando os caminhos...
Eu estava perdido, mas agora perdi o medo de te perder,
encontrei um jeito de deixar o sol brilhando sobre o meu terreno fértil,
cavei por tanto tempo ao meu redor que construí sem querer trincheiras e inusitadamente elas se transformaram em corredores de correntezas de um rio lindo e transparente,
os sons dos ventos chegam como músicas confortantes e seguem passagem carregados de boas mensagens a respeito de como está sendo bom viver com o suficiente para se ter paz, alegria, paixão e felicidade.
Levantei-me!
Infiel aos meus próprios sentimentos deixe-me perder na maresia de momentos rasos,
custou-me muito tempo conseguir olhar através da neblina para poder enxergar o topo da montanha e decidir se pularia o desfiladeiro de vez ou se andaria sobre ele pisando nas nuvens,
se perder ou se encontrar exige transparência, integridade, observação, objetividade e coragem consigo mesmo.
Eu me identifico com o perigo dos momentos desmedidos
Que me fazem ter medo de como posso perder
O que me atraí... Mesmo assim arrisco;
Para então dar emoção a vida;
Depois de te ganhar e te perder, não tenho mais certeza de nada
Pois te encontrar nas minhas incertezas e te perder não minhas indelicadezas
As minhas esperanças foram apagadas!
Estou muito temeroso em te
perder pelo poder da ansiedade
Mas tenho muita coragem em lutar
por você todos os dias da minha vida!
O tempo muita das vezes é cruel
Pois sempre chega o tempo de perder
De abandonar, de terminar
Contudo, as lágrimas, tristezas
Frustração e até decepção;
É de certo, aprendizagem para uma extensa experiência
E ao longo que se perdura revela-se as verdades
Ou do que se entende como livramento na sinceridade;
Não peque como eu pequei
Pois perder aquilo que não tem preço
Dói muito mais na alma que no coração;
Querer uma amizade após um relacionamento de afetividade
É como perder os dedos e querer continuar a usar anéis;
