Perder Alguem Morte
Viver requer a nossa morte. Quando morremos (morte para o mundo), encontramos realmente a nossa verdadeira vida (vida nos caminhos de Deus). Tem um filosofo que diz “a vida é a soma de nossas escolhas” (Albert Camus). Concordava até observar que a Cruz também é sinal de vida. E também forma a soma. Logo a vida é a soma do Amor Vertical (Amor de Deus por mim, maior que todas as coisas) e o Amor Horizontal (Amor que tenho por mim e pelo meu próximo). Assim quando colocamos o Amor de Deus para fazer as nossas escolhas, poderemos nem entender o significado ou propósito, mas Deus sempre tem o melhor para as nossas vidas. Não temas. Apenas deixe-se guiar pelo sopro abrasador do Espírito Consolador.
Dinheiro, porque é o fino tecido que dita a vida e a morte?, porque sem ti eu sou só um moribundo sem sorte?,
tantos, tantos prescisam de dinheiro, eu não tenho oque comer, eu não tenho oque vestir sou só um ser infeliz por existir, eu presciso pagar as dívidas, eu presciso pagar a cirurgia, quantas pessoas sem dinheiro morrem por dia?
eu sinceramente me compadeço, gostaria que essas pessoas tivessem recomeço, gostaria que ter uma vida digna, não tivesse preço.
"Ainda que eu andasse pelo vale da sombra da morte, não temeria mal algum, porque tu estás comigo" (Salmo 23:4
“Esse salmo pode se um alerta para quem tem o hábito de roubar e matar: porque aqui nessa situação você está sendo o vale da morte de alguém, então Jesus afirma que não mataras e não roubadas para que não sejais morto”. Você e eu precisamos afastar dessas práticas, afastai também de quem praticam! E serás salvo por tua bondade.
Dizem que uma boa morte vem depois de uma boa vida. Por isso, melhor é viver em paz com Deus e em harmonia com o mundo.
A alma não tem certeza do que virá, nem traça planos para o amanhã; a morte não a abala, nem antes, nem depois.
Enquanto estiveres vivo, serás visto e lembrado; após a morte, serás esquecido em pouco tempo. Fica a dica: tudo o que fizeres ficará enterrado contigo no túmulo
Por quem fomos criados?
Por que vivemos?
Por que morremos?
O que nos espera após a morte?
Por que renascemos em outros corpos,
como se a vida fosse um ciclo que insiste em se repetir?
Quem explica o poeta da vida,
senão o próprio mistério que habita o existir?
Vivemos sem conhecer,
aprendemos histórias sem ter vivido o passado,
caminhamos por trilhas onde a explicação não alcança,
onde o silêncio responde com sabedoria o que a razão não entende.
Quando a tempestade vier, talvez traga lágrimas — mas quando ela se for, sorria.
A morte separa corações, afasta amigos, silencia vozes queridas... ainda assim, sorria.
Sorria quando buscar algo e não encontrar; sorria, mesmo se o amor partir sem se despedir.
Porque o sorriso é resistência, é luz na escuridão, é a promessa de que tudo passa — até a dor passa sorrir.
A alma segue sem corpo, distante do espírito,
para que a morte não alcance o corpo cansado,
em lenta decomposição.Um corpo sem vida perambula
nas fronteiras do vazio,
ouvindo apenas a voz muda do silêncio.Por misericórdia — ou compaixão —
a alma abraça o corpo inerte,
fugindo dos olhos da morte.O espírito observa, impassível,
a luta da alma pelo corpo sem vida.No fim, a alma não deseja a morte do corpo,
pois compreende:
sem a alma, o corpo não morre —
apenas permanece esquecido,
à margem da eternidade...
'A MORTE'
Inevitável, silenciosa e profunda,
A morte nos envolve em seus braços gélidos.
É a derradeira viagem, a travessia
Para o ignoto, onde o tempo se dissolve.
Sob o manto da noite, ela nos conduz,
Além das estrelas, além dos sonhos.
Ali, achamos o descanso almejado,
Onde não existe dor, temor ou pranto.
A morte é o derradeiro baile, o último alento,
A despedida da vida e do mundo que nos é familiar.
Mas, quem sabe, ela possa ser também
O prelúdio de algo novo, um percurso sem fim.
Assim, quando a penumbra vier ao nosso encontro,
Que possamos estender a mão com bravura e paz.
Pois na morte, porventura descubramos a verdade,
O esclarecimento dos enigmas que nos rodeiam.
Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar
Edson Ricardo Paiva
A melhora antes da morte nunca me foi compreendida, de fato.
Hoje eu entendo, em vários sentidos isso se encaixa,
eu fico pensando, e esse pensamento se repete e repete na minha mente, tem pessoas que realmente não nasceram para o amor, ou são apenas escolhas feitas de forma errada?
Não tenho as respostas, talvez nunca as terei, mas eu sei que dói, e como...
O espírito junto com o corpo se escafede dos prazeres da vida, dado pela morte. O espírito pairante além do corpo é apenas uma invenção do homem que serve a nada, mas é parte do estilo religioso. Quando através da fé se acredita em redenção, espírito ambulante/mutante, em algum corpo, espera-se que se aloje. A fidelidade de deus e a fé religiosa são produtos da fraqueza humana, como subjetivo e irracional. Deus como um ser imaginário não pode instalar no complexo sistema humano a verdade e a compreensão sobre o espirito, não passando apenas de um efeito alucinógeno dado pela fé.
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'A indesejada morte
É uma injustiça
Não contra quem morre
Mas contra quem fica'.
Eduardo de Paula Barreto
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