Perder
Não se pode perder a esperança de reencontrar um novo amor,só porque o antigo te decepcionou, na verdade não é amor que se nomeia é paixão o amor costuma permanecer.
Ainda quero conseguir perder o medo de me entregar. Tão fragmentada, tão marcada por tudo que senti e não acreditei.
Espero um dia me entregar, fechar os olhos e o choro não ser mais de dor, apenas de prazer.
Se um dia eu me entregar, saberei que estou segura, que alguém cuida de mim.
Eu tenho muitos medos...
Mas não me falta coragem
E eu sei o quanto eu tenho a perder
Eu escolho
Olhar para o repertório
E ver beleza e força na história que se descortina
No melhor lugar do mundo
(dentro)
"Aos olhos de um homem fútil, é sempre tolerável perder um bem que não percebe que tem. Por isso muitos aceitam perder liberdade, identidade e dignidade - bens invisíveis aos olhos rasos - em troca de qualquer outro bem ou necessidade".
Um plano planejado é um risco que podemos perder, mas, se não arriscarmos, como saber se vai dar certo?
Se não der certo, não fique desesperado(a); aprenda com seus erros até você conseguir atingir seus planos.
Quem joga pra não perder vai conseguir no máximo um empate.
Agora, aquele que joga pra ganhar cedo ou tarde vence o jogo!
O medo de perder o controle muitas vezes impede que você experimente um nível mais profundo de entrega. No entanto, ao investigar esse medo, você percebe que o controle sempre foi parcial e ilusório. A entrega não é um risco real, mas a liberação de uma tensão que já não se sustenta.
Você nunca esteve preso, apenas acreditou na ideia de um “alguém” que poderia se perder e depois se encontrar. Essa crença sustenta toda a busca. Quando isto é visto com clareza, a busca simplesmente acaba. Não há libertação, porque nunca houve prisão.
O desapego genuíno revela apenas aquilo que sempre este evidente: o Ser, intocado, sem centro, infinito e inabalável.
Existe uma linha silenciosa entre sentir e se perder. Entre ouvir o mundo e permitir que ele te defina.
Durante muito tempo, você pode até acreditar que ser afetada é apenas sensibilidade — e, de fato, é. Mas há um ponto em que o que vem de fora deixa de tocar e começa a ocupar. E quando uma crítica tem o poder de te desmontar, ou um elogio te leva a um lugar que nem você sustenta sozinha, algo dentro de você já não te pertence por inteiro.
É sutil. Quase imperceptível. Mas perigoso.
Porque, aos poucos, você começa a se moldar pelo olhar alheio, a medir o próprio valor pela reação dos outros, a se reconhecer mais no reflexo do que na essência. E então, sem perceber, entrega a própria mente nas mãos de quem nem sempre entende o peso das palavras que carrega.
Sentir é humano, mas se perder não pode ser rotina. Nem toda crítica é verdade, nem todo elogio é medida. O que vem de fora pode atravessar, mas não pode permanecer sem que você permita.
Existe uma força silenciosa em se pertencer. Em saber quem você é, mesmo quando o mundo te aplaude ou te questiona. Em não se inflar com o reconhecimento, nem se despedaçar com a rejeição.
Porque, no fim, liberdade é isso: não se tornar refém de vozes passageiras. É voltar para si, todas as vezes, e ainda assim, permanecer inteira.
