Perder
Não viva esperando a tempestade acabar atravesse-a sem perder o caráter, seus valores e a fé. A tempestade é um ótimo professor pois te ensina a ter uma base forte, onde cada uma é um teste de resistência.
Jogo da vida
A força que existe dentro de você é maior do que o medo de perder na jogada.
A vida, muitas vezes, parece um jogo cheio de riscos. Há momentos em que o medo de errar, de falhar ou de perder faz a gente pensar em não jogar. Mas existe algo dentro de cada pessoa que é mais forte do que esse medo: a coragem de tentar.
Quem vive apenas tentando evitar a derrota acaba nunca descobrindo até onde poderia chegar. Já quem encara o jogo, mesmo com o coração acelerado, aprende, cresce e se fortalece a cada passo.
Perder faz parte do caminho. Errar também. O que não pode acontecer é deixar que o medo seja maior que a vontade de viver aquilo que você acredita.
Porque, no final, não vence apenas quem nunca caiu.
Vence quem teve coragem de continuar jogando.
Seu passado vai te condenar para o resto da vida, fazendo você se perder e não saber quem realmente é!
Perder uma batalha não significa perder a guerra.
Jamais desanime diante de uma batalha perdida, ao contrário aprenda com ela e ganhe experiência para vencer a próxima e seguir em frente até vencer a guerra.
Deixa-me olhar para a profundidade dos seus olhos castanhos e perder-me na eternidade de um segundo.
Para alguém ganhar a minha confiança não é fácil, mas para perder a minha confiança é muito fácil, é de primeira!!!
Desejo um amor que tenha medo de me perder, não por insegurança, mas por saber que o que temos é raro. Que cuide do meu coração como quem segura um cristal: com carinho e responsabilidade. Quero alguém que tenha medo de me ver chorar, e orgulho de me fazer sorrir. Que não brinque com meus sentimentos e entenda que amor é cuidado, não teste. Não quero um amor perfeito, quero um amor atento.Que tenha medo de me ferir porque sabe o valor que eu tenho. Que me trate como escolha, não como opção. Um dia, alguém vai ter tanto medo de me perder que vai cuidar do meu coração como um lar. E então eu vou entender: não era sobre achar qualquer um, era sobre achar quem sabe cuidar.
A esperança de um homem perdido é a última arma de quem já não tem mais nada a perder.
Carlos Alberto Blanc
"Porque é preciso se perder para se encontrar.
Então se perca em si mesma. Se perca se buscando.
A única procura que vale é a da felicidade, da sua felicidade, o resto vem na consequência pra te completar.
Porque, afinal, o amor acontece quando você está distraída."
Perder uma avó ou um avô é perder uma pessoa muito importante em nossas vidas, alguém que nos acompanhou com amor e dedicação incondicional, tudo o que vivemos em companhia dos avós é uma parte muito bonita em nossas vidas e um lindo e emocionante aprendizado. Nossa maior recompensa no outro lado da vida é reencontrá-los!
"Um jeito simples de se perder, tentar agradar outras pessoas. Se a ausência traz paz, não é perda "
Perder a confiança na única pessoa em quem se acreditou não é um rompimento comum. É um luto sem funeral, sem flores, sem testemunhas. Algo morre em silêncio e continua andando dentro de você por dias, às vezes anos. Não é a pessoa que se perde primeiro. É o chão. É a linguagem secreta que existia entre dois corpos. É a ideia de abrigo.
Há uma violência específica nisso: descobrir que o lugar onde você descansava também sabia ferir. Não por descuido, mas por escolha. A confiança, quando cai, não faz barulho. Ela se desfaz como vidro moído no peito. Tudo continua igual por fora. O mundo segue. Mas por dentro algo se reorganiza em estado de alerta permanente. O coração aprende uma nova gramática: amar sem fechar os olhos nunca mais.
O mais cruel não é a quebra. É o depois. É perceber que você ainda ama alguém que já não existe do mesmo jeito. Que a pessoa segue ali, com o mesmo rosto, a mesma voz, os mesmos gestos, mas o pacto invisível foi rompido. E pactos invisíveis, quando quebrados, não se refazem. Podem até ser substituídos por acordos mais frios, mais técnicos, mais seguros. Mas jamais por inocência.
Esse luto não pede vingança. Pede digestão. É um luto adulto, sem espetáculo. Você não chora alto. Você afina. Fica mais silencioso, mais seletivo, mais atento. Aprende que confiança não se concede, se constrói em camadas. Aprende também que quem te traiu não levou apenas algo de você. Levou uma versão tua que não volta mais. E talvez isso seja o que mais dói.
Anaïs Nin diria que crescer dói porque exige abandonar fantasias íntimas. Eu acrescento: perder a confiança em quem era casa é perceber que até os lares podem ruir por dentro antes de cair por fora. E ainda assim, seguimos. Não por força. Por lucidez. Porque viver sem confiar em ninguém é impossível, mas confiar como antes seria uma forma elegante de se abandonar.
No fim, não resta ódio. Resta uma espécie de luto lúcido, quase nobre. A tristeza de quem amou com coragem e pagou o preço. A dignidade de quem não se fecha, mas passa a escolher melhor onde pousa o coração. Porque confiar de novo não é repetir. É reaprender. E isso, apesar de tudo, ainda é uma forma de esperança.
Quando um homem chega ao ponto de perder a estima de si próprio e abdicar das suas melhores qualidades e da dignidade humana, perdeu tudo, a sua ruína é inevitável.
Perdoar é perder!
É recolher os cacos, e procurar a restauração sem cobrar mais nada de quem não pode reparar.
