Perdemos tanto Tempo

Cerca de 105109 frases e pensamentos: Perdemos tanto Tempo

Arrependido por não ter percebido a tempo que aquilo já não fazia sentido.

Inserida por I004145959

o pouco tempo que eu passava com você
era o único tempo,
em que eu esquecia
todo o caos que havia ao meu redor
e dentro de mim.⁠

Inserida por quemsouquemsomos

⁠“Compreender a inevitabilidade do tempo torna o ser humano mais sábio para envelhecer.”

Inserida por HigorBueno

Pelas veredas do tempo, nossos antepassados caminharam, deixando pegadas feitas de luta e esperança. Em suas mãos, as memórias; em seus ombros, os sonhos de um povo que ergueu, com bravura, os pilares do amanhã.

Inserida por JulmarCaldeira51

⁠Mesmo quando tudo parece demorar, Deus está preparando algo melhor. Seu tempo não é o nosso, mas é sempre perfeito. Aprenda a esperar com confiança.

Inserida por dirley_bastos

⁠Hoje, ao fechar a janela do quarto, vi a lua cheia e percebi que o tempo está passando sem que eu note. É como se os momentos estivessem escapando das minhas mãos. É exatamente o que eu queria, mas agora me pergunto se é realmente o que eu preciso.

Inserida por Roberta_Bastos

"O que chamamos de vida é apenas o tempo entre dois esquecimentos."

Inserida por luizaantunescalegari

⁠Olhar

Horizonte lindo
Onde há traços para viajar
De Parar o tempo
Levo todas as palavras da contemplação.

Kaike Machado

Inserida por kaike_machado_01

⁠Eu sou

Eu sou o sussurro que paira antes do grito,
o silêncio que dança nas frestas do tempo.
Eu sou a lâmina sem fio que corta o que não se pode tocar,
o olhar que não se dobra, mesmo diante da luz.

Eu sou o passo que não ecoa,
mas faz tremer o chão.
Sou a sede que não se sacia,
o caminhar sem destino,
a fome sem nome.

Sou a palavra que se nega a ser dita,
o desejo que não cabe em desejo.
Sou o rastro invisível deixado em corações que jamais saberão meu nome.

Eu sou o erro e o acerto,
o meio sem bordas,
o abraço que aperta sem tocar.
Sou quem molda a si mesmo a cada respirar,
sem roteiro,
sem permissão,
sem plateia.

Eu sou aquele que dança com as sombras,
não por medo da luz,
mas por amar a textura do escuro.
Aquele que colhe o que não plantou,
e semeia em terrenos onde ninguém ousa pisar.

Eu sou a chama que não arde,
o frio que não gela,
o toque que não acaricia...
mas marca,
finca,
mora.

Sou o que nunca se cansa,
mas finge cansaço só para sentir o gosto do repouso que nunca vem.
Sou o viajante sem mapa,
o traço sem desenho,
o verbo sem tempo.

Eu sou.
E por ser, não peço licença.
Apenas respiro...
E no meu respirar,
o mundo aprende a conter o fôlego.

Inserida por alvaro_marques_batisa

⁠Eterno Retorno

Vivo mil vidas num só instante,
sou chama que ri da cinza.
O tempo curva-se diante
da vontade que não finda.

Deuses caíram por minhas mãos,
ilusões, trapos do medo.
Quem encara o abismo em vão
nunca será o segredo.

Ergo-me além do bem, do mal,
sem bússola, céu ou chão.
O caos — meu berço original,
a dor — minha redenção.

Inserida por higor_capellari

⁠Prisão do Tempo

Escravos do tempo, do desejo em nós,
Frágeis alvos, vulneráveis, sós.

Nas ruas desertas da mente, o pranto ecoa,
Labirintos nos prendem, a alma magoa.

Com nós na garganta, a voz ainda ecoa,
Em canto que a prisão da alma assoa.

Inserida por davi_martins_2

⁠Se minha luz não brilhasse acha mesmo que ainda teria algum observador a me perceber?
Se o tempo é o maior bem de alguém, tem gente grande, usando seu tempo e, que de tão importante, achou relevante gastar ele comigo.

Inserida por DaraAssis

⁠"Na dança do tempo, somos opostos,
Eu, o crepúsculo, você, o amanhecer.
Mas é na linha tênue do encontro,
Que nossas almas vêm a florescer."

Inserida por AnthonnyGRamos

A última luz

Na neblina densa o tempo se arrasta, caminhando sozinho a esperança é escassa, as sombras do passado sussurram em vão nos meus ouvidos que eu carrego o peso da eterna aflição, a última luz se apaga no horizonte . As trevas se alongam, são minhas eternas amantes, em cada passo o abismo me chama, no silêncio profundo a dor me inflama,as correntes do destino prendem meu ser, em um mundo sombrio que não quer ceder , sinto o frio cortante da solidão a melodia triste da condenação,a última luz se apaga no horizonte ,as trevas se alongam minhas eternas amantes em cada passo o abismo me chama no silêncio profundo a dor sem inflama enquanto a noite cai sobre a terra deserta o lamento da alma em agonia se aperta as lembranças dançam em um vale macabro ,enquanto eu busco por um sonho que é frágil ,então aceito o fardo meu triste destino, na escuridão eterna eu acho o caminho ,com a última luz que se apaga em você vou encontrar a paz que eu nunca pude ter.

Inserida por dunga_trismegisto

⁠A pineal, sentinela do tempo no templo da mente, capta o sopro do Sol e o sussurro da Lua para alinhar o espírito ao compasso do universo.

Inserida por joemarro

⁠Nosso corpo obedece ao tempo do cosmos, e a pineal é o elo entre a luz cósmica e os processos fisiológicos internos.

Inserida por joemarro

⁠Você não precisa fazer tudo ao mesmo tempo
Dar conta de tudo ao mesmo tempo
Você só precisa fazer um pouco a cada dia e
focar sempre no que importa para o dia
Que é " Estar presente, no aqui e agora".

Inserida por mickaely_nascimento

⁠O corpo tem um tempo próprio — respeitar seus ciclos é viver em harmonia com a natureza que pulsa dentro de nós.

Inserida por joemarro

⁠Não passamos de passamentos e sentimentos em constante mudança. O tempo não espera e segue seu fluxo deixando apena uma lição: Tudo que fazemos tem seu efeito em nós, em todos e no mundo em que vivemos para eternidade. Os ciclos e processos são necessários para qualquer um e não há para onde fugir, então enquanto antes enfrentarmos nossos próprios medos e superarmos nossos limites com fé será melhor para que possamos enxergar a vitória que já está garantida.

Inserida por kwrenato

⁠*Alma Quimera**

Um corpo apaixonado se revela,
*Desnuda o tempo* — tudo nela é gelo
e chama. Transe de espera singela:
do encontro íntimo de dois desvelos.

Um toque. Um sopro. Beijo que desvela
na pele o instante que o desejo anseia:
alma quimera, razão que se dobra
*à dualidade da carne que arde e voa.*

Sou orvalho noturno em teu verão,
lágrima doce em pele salgada de mar.
Chora teu corpo o hino da paixão,
enquanto a alma dança no luar.

*No espelho d’água, alegra-te, quimera:*
confia nos beijos que o tempo acelera.
Conduze-me no rio dos teus anseios,
*onde o feito eterno-se em nossos veios.*

Inserida por paulo_pros_santos