Perda de um Amor por Orgulho
Mulher dom da fé, dom do amor, dom da personalidade efusiva, natural.
Doa vida, doa sinceridade toda a força esta em si
Seu dom mulher é totalmente, especial, extraordinario.
É Deus e o amor que habita no seu interior. Por isso, então, não ande na rua escura, na solidão, não vá na contra mão, cuide da sua persuação, e das suas vestes,então, porque existe um problema, creia, o que pensa? fará toda a diferença. A sua direção não poderá, ser a emoção, e não poderá viver, tão pouco da razão. A sua necessidade mulher, é o amor, o amor que a ajuda e a exalta, o seu amor, que vive em seu coração. Ame a si mesma, construa emoçoes saudaveis e pense eu posso ou estou cedendo a uma tentação. Tenha união consigo mesmo.
Destinada ao amor faz muita confusão. Porisso tenha muita gratidão e siga os passos da fé cristã, que é o perdão e paz . Siga esta verdade que é a nossa missão, justiça e condução para o equilibrio de vida e paz.
O seu caminho será perfeito como o sol . E a sua Felicidade a sua paz .
A terra é o meu lar, as estrelas são o meu telhado e a minha religião é a liberdade e o amor fraterno pelo ser humano.
"Aquele amor que consagra toda existência da perfeição, que deixa leve a alma e o coração, que faz o olho brilhar e também nos faz acreditar, que não há nada mais pleno, mais divino que esse amor, que exala a maior prova da criação."
A razão argumenta, o amor chama, a sabedoria lamenta, o povo, uma gente, o homem, o que dizer desse tripé, quanta preciosidade, quanta importância, é essa criatura que elabora a dança, uma terra a sua mercê, o caráter maligno da briga por poder, o orgulho que sangra, a ignorância que titubeia os berços estruturais de toda sociedade, uma febre entre as nações, corruptos ladrões, uma manifestação de indiferença, preconceitos, deleite de insensatez, não é necessário navegar em mares extensos, nas lagoas em nossos quintais, encontramos as barreiras da colundria, em que a simplicidade vira fantasia, na capacidade frenética do egoísmo enterrar a alegria, pois a partilha é um meramente, o tratamento é indiferente e o dinheiro é a preferência dos que contemplam a guerra ignorante e assim todos os dias o vírus dos pecado mortal ganha vida, a maneira marginal que respira e sufoca a simples maneira de viver.
Giovane Silva Santos
Ele havia esquecido que o instinto mais elementar da natureza humana não é o ódio, mas o amor, o primeiro inextricavelmente ligado ao segundo.
Esse seu amor
No frio é o me calor
Essa sensação não tem valor
Com você não sinto dor.
O seu ciúmes
Tira-me de meus costumes
Não me entristesse
Porém, me aquece
De mim você quer cuidar
E agora eu vou deixar
Me amar por completo
Mas lembre-se de não brigar.
Quando o sol se levantar
Com beijos desejo te acordar
Para de bom humor o dia começar.
Passo o dia com você jogando
Nós dois brincando
Mas melhor que tudo é com você ficar conversando.
Por você estou apaixonada
E até pelos seus defeitos encantada.
Ela é intensa, carinhosa, amiga pra todas as horas
Gosta de demonstrações de amor e de amizade
Gosta de reciprocidade...
de preferência, na mesma intensidade
Ela já se contentou com menos
Hoje não mais
Valoriza quem está a seu lado
nos momentos bons e ruins
Reprova quem só a procura quando está mal
Portanto, jamais cobre dela
a mesma atenção que não lhe foi despendida
E se for a árvore de Judas este amor
pendurado num canto apartado da casa.
As mãos perdidas nos cortes
nas cicatrizes dos beijos
nos pés inquietos, aguardando
percorrer o mesmo idêntico percurso.
Os nossos corpos não nos bastavam
nós os tínhamos trocado entre nós
por acaso ou para derrotar a sorte.
Agora a pele cinzela outras palavras
filtra a luz e aguarda distanciada
outros perfumes, ou os jogos da morte.
Cultivar o amor é como cuidar de uma planta.
Você precisar, regar, adubar, remover as pragas, conversar com ela.
Logo ela irá florescer e te mostras que todo o tempo dedicado valeu a pena.
finjo-me esfinge
meia lua meu amor
é tua
a outra metade
guardei-a para o compadre
que me beija a boca
quando chegas tarde
da casa da outra
EVOCAR (soneto)
Meu amor diz-me como chamas
- 0 nome que deixei de recitar
Diz-me para não mais me calar
Nada além, diz-me se me amas
Diz-me apenas se tenho lugar
Ainda no teu peito em chamas
E nas lembranças se tu reclamas
Ou se no ignoto vou assim ficar
Minhas lágrimas são só saudade
Nesta felicidade que desaprendi
E os versos tornaram-se metade
Para que o coração lembre de ti
Então, diz-me teu nome, brade!
Antes que eu seja, nada, por ai!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
28/03/2020, 10’42” – Cerrado goiano
