Perda de um Amor por Orgulho

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Sem amor, todo indivíduo seria completamente autocentrado, incapaz de interagir com os outros. Sem amor, não haveria simpatia, e nem sequer o ódio, a raiva ou a vingança seriam possíveis. Pois são formas imperfeitas e distorcidas de amor puro.

Quero alguém que me faça acreditar no amor de novo.
Que me arranque sorrisos bobos pela manhã.
Sentir meus olhos brilharem por alguém mais uma vez.

Meu coração está voluntarioso contigo.
A terra está pronta só esperando você plantar seu amor aqui
Certeza que você vai colher 100 por um.

O coração não escolhe quem amar baseado na lógica. Mas para introduzir a lógica ao amor, amo-o com tudo o que tenho a oferecer. Sendo assim, se por algum infortúnio eu o perder, que não seja por não merecê-lo.

DESPEDIDA

Meu amor...
Escute as minhas ultimas palavras
Por favor
Você não soube entender
Que eu atirava em suas mãos
Toda possibilidade de ser feliz
Você fez de mim mais uma
Esquecendo que em nenhum lugar
Amor como este encontrará
Você precisa saber
Das descobertas dos sonhos deste amor
Você fugiu de mim
Desconhecendo a força
Que o mundo atraia sobre nós
Voce saiu de si
Fugiu de mim
Desconheceu meu mundo
Desbotou meu sorriso
Apagou minha esperança
E é por tudo isso
Que agora lhe digo
Um triste e amargo Adeus...👋

💘 RESPIRANDO AMOR 💘






Nosso amor é verdadeiro e encontrou a direção


Na estrada do destino apontou meu coração


Você sentiu a vontade e se abriu para o amor


E voou nas asas do tempo com energia e vigor...






Agora eu não consigo, olhar pra mais ninguém,


Pois o meu coração escolheu o seu


E cada batida do meu coração


tecla teu nome dizendo assim....






Eu sempre sonhei com um amor assim,


Que tocasse minha alma com apenas um olhar


E me dissesse as palavras que meu coração queria ouvir...






Oh...este é o amor que tanto desejei


Um amor tão puro que parece um sonho.


Uma chama acesa que queima más nao dói


Um amor completo que me faz viver o novo


Oh....meu coração ta respirando amor.


Não importa aonde nosso amor vai nos levar


Mesmo que os nossos olhos vejam céus diferentes,


Nossos corações unidos vão além do horizonte...






Eu nunca planejei me apaixonar desse jeito,


mas o destino quis assim, algo lindo para nós...






Como a gota de orvalho que repousa sobre a rosa,


vi o amor brilhar na menina dos seus olhos.


Somos duas almas em outra dimensão,


Além das barreira do tempo, dos limites da compreensão...




Oh, meu coração ta respirando amor...


Oh, meu coração ta respirando amor...

"O amor é o
encontro de almas
pelo conhecimento
que o tempo abraça."

No Abismo Cognitivo
​Nas alturas e profundezas das almas vivas,
Pelo amor proibido, o espírito encontra essência.
A dor existencial é só fração na dança cósmica,
Resquício da mente em viagem
Ao estado primitivo da própria natureza.
​Nos limites da consciência,
O pensamento é denso, pesado e profundo.
Num pôr do sol, contemplo o amanhecer,
Enquanto observo, maravilhado, a escuridão
Em um mundo fanático pela imensidão.
​E a luz...
A luz parece flutuar num sutil nuance,
Pelas paredes do precipício
Que debruça sobre o abismo cognitivo.

A caridade praticada com amor é a única moeda que realmente tem valor no final.

"Envelhecer é uma dádiva
e privilégio quando a
sabedoria atuante se
constrói por amor e
aprendizado meritório
derivado do nobre
conhecimento."

"Olhar priviliegiado
é sempre aquele
elevado sobre
o alicerce
nobre do amor.."⁠

Rejeitar o trabalho voluntário é desvalorizar o amor que sustenta a base da nossa civilização.

Desprezar a caridade é virar as costas para a própria humanidade e para o amor que nos sustenta.

O perdão é a chave que abre a porta para o amor.

O verdadeiro amor ao próximo se manifesta em ações concretas de ajuda mútua e doação de tempo e talento.

O trabalho voluntário e doado para causas nobres é a expressão mais pura de amor que podemos oferecer.

A falta de amor ao próximo se reflete na indiferença diante dos projetos de caridade que tanto precisam de apoio.

A ilusão de que o dinheiro compra tudo faz com que alguns esqueçam que o amor e a solidariedade não têm preço nem substituto.

Onde o amor me encontra inteiro

Eu tinha medo de amar.
Guardava o coração num copo d’água,
ao lado da cama,
para que a sede de alguém
não o levasse embora.
Mas você chegou
e os peixes do meu sono
aprenderam a voar.
A noite desceu da parede,
sentou-se aos nossos pés
e ficou ouvindo tua voz.
Quis te entregar tudo:
a infância dobrada na gaveta,
os domingos que ainda não vivi,
a pequena estrela manca
que ilumina minhas tristezas.
Já ia tirar meu nome do peito
para abrir mais espaço ao teu,
quando tua mão deteve a minha.
Você beijou cada letra
e deixou meu nome onde estava.
Foi tão delicado
que os espelhos da casa
fecharam os olhos.
Desde então, quando a saudade
põe seus vestidos de tempestade,
abro a janela.
Deixo que chova um pouco
sobre as flores,
sem permitir que a água
carregue a casa.
Ainda há noites
em que meu medo fabrica despedidas.
Você dorme,
e eu ouço trens partindo
de estações que não existem.
Então volto devagar ao quarto,
recolho meu corpo dessas viagens
e encontro tua mão sobre o lençol:
aberta,
sem exigir que eu fique,
tão bonita
que me dá vontade de ficar.
Quero te amar assim,
com meus passos ainda meus,
mesmo quando dançarem contigo.
Quero tua boca perto
e meus sonhos respirando.
E, quando a manhã vier
buscar o céu em nossa cama,
que nos encontre abraçados,
com espaço entre os braços
para o mundo florescer.


Descrição:

“Onde o amor me encontra inteiro” fala sobre aprender a amar sem abandonar a própria identidade. O poema acompanha alguém que deseja uma relação profunda, mas teme que a entrega lhe custe aquilo que é. Ao longo dos versos, essa pessoa descobre uma intimidade em que pode oferecer carinho, revelar suas fragilidades e permanecer livre. O título expressa esse encontro: ser amado com a própria história, os próprios sonhos e até os medos que ainda não desapareceram.
Logo no início, o coração guardado num copo d’água traduz uma tentativa delicada e impossível de proteção. Ele está fora do peito, num lugar aparentemente controlável, mas continua exposto e frágil. O receio de que “a sede de alguém” o leve embora sugere o medo de encontrar uma pessoa cuja necessidade de afeto consuma tudo o que o eu poético tem para oferecer. Há nessa imagem uma pergunta silenciosa: como permitir que alguém se aproxime sem ser levado por inteiro?
A chegada da pessoa amada transforma esse universo. Quando “os peixes do meu sono aprenderam a voar”, algo que parecia limitado ao seu ambiente descobre outra possibilidade de existência. É uma imagem de liberdade despertada pela presença do outro. A noite que desce da parede e se senta aos pés do casal torna o escuro uma presença tranquila: aquilo que poderia abrigar solidão e receio agora consegue repousar e ouvir.
O desejo de entregar “a infância dobrada na gaveta” representa a vontade de compartilhar as memórias mais íntimas, inclusive aquelas guardadas há muito tempo. Os “domingos que ainda não vivi” estendem essa entrega ao futuro: o eu poético já imagina oferecer dias que nem chegaram. A “pequena estrela manca” sugere uma esperança imperfeita, ferida, mas ainda capaz de iluminar a tristeza. Ele deseja ser conhecido também nesses lugares frágeis.
O momento central acontece quando tenta retirar o próprio nome do peito para abrir espaço ao nome da pessoa amada. Esse gesto revela como a vontade de amar pode se aproximar do apagamento de si. A mão que o detém interrompe esse movimento com ternura. Ao beijar cada letra e deixar o nome onde estava, a pessoa amada demonstra que deseja sua presença inteira. O nome representa sua identidade, seu passado e seu direito de continuar sendo alguém com vida própria.
Os espelhos que fecham os olhos ampliam a delicadeza da cena. Podemos lê-los como uma suspensão do julgamento: por um instante, não é preciso conferir a própria imagem, procurar defeitos ou observar como se é visto. O gesto de carinho permite simplesmente existir e recebê-lo.
Depois desse encontro, a saudade ainda veste suas tempestades. O poema reconhece que uma relação amorosa não elimina a vulnerabilidade. Abrir a janela e deixar a chuva alcançar as flores significa aceitar a emoção e permitir que ela tenha lugar. Preservar a casa significa manter algum amparo interior. A sensibilidade pode nutrir a vida sem arrastar tudo o que a sustenta.
Essa aprendizagem continua nas noites em que o medo “fabrica despedidas”. Os trens partindo de estações inexistentes dão forma à antecipação de uma perda que ainda não aconteceu. Enquanto a pessoa amada dorme, o eu poético percorre abandonos imaginários. “Recolho meu corpo dessas viagens” descreve o esforço de voltar ao presente, saindo das cenas criadas pelo receio para reconhecer aquilo que está de fato diante dele.
A mão aberta sobre o lençol é uma das imagens mais importantes do texto. Ela oferece companhia e deixa a escolha existir. Justamente por não exigir permanência, desperta a vontade de ficar. Há uma beleza profunda nessa passagem: o vínculo se fortalece porque a liberdade encontra acolhimento.
Nos versos finais, os passos continuam pertencendo a quem dança, mesmo quando acompanham os de outra pessoa. A proximidade da boca convive com o espaço necessário para os sonhos respirarem. O abraço desejado comporta duas vidas e também o mundo: projetos, descobertas e experiências que podem florescer ao redor da relação.
A força do poema está nessa transformação gradual. O medo permanece em alguns momentos, mas já não decide tudo. O eu poético aprende que pode amar intensamente e conservar o próprio nome; pode escolher ficar e continuar dono de seus passos. Ser encontrado inteiro é receber um amor diante do qual não precisa diminuir nenhuma parte de si.

⁠O amor tem o tamanho do universo Mas cabe na palma de duas mãos dadas. É tão grande quanto o oceano Mas Uma gota dele Preenche um vazio inteiro. A magnitude do amor não está mas dimensões e sim no que sentimos