Pequenos Trechos de Amor
Você desiste de tudo. Você nunca vai querer amar de novo, não importa que tipo seja, porque nenhum tipo de amor nunca valerá a pena passar pelo amor feio de novo.
No segundo que ela abriu seus olhos e olhou pra mim, eu soube. Ela seria a minha morte... ou ela seria aquela que finalmente me traria de volta à vida.
Se eu tivesse o dom de ser aquilo que eu gostaria sabe o que eu seria? Um lápis ou uma borracha!!! A borracha seria para apagar tudo que lhe causasse tristeza ou um lápis para desenhar os contornos de teu SORRISO ILUMINADO todos os dias...
Ninguém consegue amordaçar a boca quando o coração grita. Por isso, eu não acredito em amores secretos, mas sim em erros ocultos!
O preço que se paga pelo uso ideológico da verdade nesse mundo confuso, é a cruz construída para punir os mentirosos!
Prefira manusear uma víbora peçonhenta a tentar abrir os olhos de quem anda enamorando seus próprios pesadelos!
Num país onde a desonestidade é culturalmente associada a inteligência, a corrupção sempre será um câncer protagonista!
A nossa música está tocando no rádio, amor. Os trechos da sua história preferida estão sendo relidos mais uma vez. Ando assistido aquele filme que chamávamos de nosso durante esses dias. Na verdade, estou vivendo tudo outra vez. Nós poderíamos ser como Romeu e Julieta… poderíamos ter planado alguma estratégia para que nossos corações se juntassem como um todo. Poderíamos ser como a Bela e a Fera, com todo o mundo contra o nosso amor. Poderíamos agir como se você fosse o vilão e eu, a mocinha cuja você estaria disposto a dar o máximo de si para sequestrá-la. Poderíamos ser como a chuva e o arco-íris; as chamas fogosas e um extintor de incêndio. Poderíamos ser ao avesso. Poderíamos ser como preto e branco. Arroz e feijão. Poderíamos ser como a letra A e a letra Z. Poderíamos ser infinitos. Poderíamos ser feito lápis e borracha. Poderíamos ser como o sol e o protetor solar. Poderíamos ser como a Chapeuzinho Vermelho e seu Lobo Mau. Poderíamos ser como piscina e mar. Água e terra. Sul e Norte, Leste e Oeste. Poderíamos ser o que sempre sonhamos. Poderíamos ser o que deveríamos ser.
Sinceramente amor, eu não tenho ideia de onde você está no mundo agora. Mas espero que venha logo para casa. O seu perfume ainda está nas minhas blusas preferidas. Os seus livros preferidos estão sobre a minha cama. Você esqueceu aquelas meias de monstrinhos que tanto gostava, aqui. Ainda tenho as fotografias que deveriam ser reveladas a muito tempo. Ainda tem muita coisa sua dentro de mim. Ainda tenho você. Ainda tenho a saudade…
Então não faça isso comigo, anjo. Vem logo para casa. Vem, porque eu não aguento mais essa coisa de fingir que não me afeta. Vem, porque é a mim que você pertence. Vem, porque você deve. Vem, porque você nunca deveria ter partido.
Agradecendo uma amiga que postou sobre trechos do capítulo “Amor”, do livro “Liberte-se do Passado”, do filósofo indiano Jiddu Krishnamurti (1895-1986) falando sobre amor e apego, em 1978 (em inglês).
Com gratidão, respondi: Sejamos a fluidez do amor, simplesmente meditativos. Sem expectativas, libertos e integrados. Em consciência profunda do que é. Sejamos o que o amor decidir que sejamos. O que o amor nos colocar para sentirmos. Ou que estejamos em serviço dele. Ou simplesmente. DO EU SOU. NÓS SOMOS. AMOR AHO. Isso tudo sem que possamos projetar. Um dia irei lhe contar minha amiga a história que vivi do amor de Deus. Gratidão.
"Hoje eu abri minhas anotações e encontrar uma anotação que eu fiz para você, um texto, que falava o quanto eu te amava, o quanto eu amava você além dos seus pensamentos"
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As vezes precisamos de 20 segundos de coragem insana, vai lá, toma 20 segundos de coragem e diz tudo o que sente! Garanto que não vai se arrepender e amanhã pode ser tarde demais....
Eu não quero mesmo ser alguém que te conhece como todos o conhecem
Quero adentrar à sua alma e vasculhar os seus segredos
Quero ser o motivo dos teus pensamentos e suas divagações
Alguém com quem você compartilha seu mau humor e suas gargalhadas...
... Eu quero ser o seu amor
Ou isso, ou nada!
