Pequenas reflexões
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Reflexões diárias.
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Simone Vercosa .
A vida é um caminho busca a evolução a quem deseja , e com isso somos brindados a paz , as alegrias , e o próprio universo contribui com a verdade nos impulsionando aos nossos desejos e sonhos .
Inevitavelmente passamos pelos corredores da vida onde as portas se abrem dos desabores , das tristezas das dores e angustias , mas estagnar é retroceder .
Não perdoar é adoecer a alma e o coração , mas tb nos faz compreender que não somos obrigados a conviver , com isso nos chega as escolhas , as opções .
O desrespeito , é a falta de consideração , de cortesia junto ao outro , é a necessidade de impor , de se sentir importante porque lhe falta algo .
Sermos inconsequentes diante da vida é envelhecer apodrecendo , é não evoluir.
É preciso seguir sempre na fé e na esperança , olhando para a cruz com verdade e dando credibilidade a excelência .
O nosso conhecimento próprio nos sacia por dentro oferecendo muito mais , e com mais qualidade .
Não podemos esquecer nunca que :
Sermos nós mesmo , cria uma satisfação diaria indescritivel , cria autoridade interna , força , disciplina diária , crescemos na escola da vida , sem necessade de aplauso ou aceitação , validação.
Cria rejeições diversas , conflitos indesejáveis de diferentes formas , porque desperta os incapacitados , então entendemos que estamos no caminho certo.
A reflexão diária nos aproxima da excelência , amplia a visão , clareia fatos sobre a vida e as pessoas e inevitavelmente mudam as escolhas sem alterar os valores , sendo o tempo tb um grande aliado.
A consciência nos faz enxergar que o passado foi fonte de aprendizado , e com isso temos mais habilidade para lhe dar com o presente e o futuro.
Quem reflete é flexivel e viaja o mundo com os olhos do amor , do acolhimento , da paz , do perdão , da comprensao , da justiça , da solidariedade , do desejo ao bem e da consciência .
Reconhece a sua pequenez , suas falhas , seus erros mais estes crescem na escola da vida .
A amplitude de visão junto a estes em uma conversação , reconhece que o diálogo aberto , maduro e consciente , será sempre a possibilidade de um crescimento individual a ambos , não julgamentos , condecorações ou ostentações.
Simone Vercosa !!
COLETÂNEA DE REFLEXÕES E HISTÓRIA DO ESPIRITISMO.
Marcelo Caetano Monteiro
Sinopse
Entre documentos históricos, episódios da trajetória espírita e reflexões sobre seus princípios fundamentais, Coletânea de Reflexões e História do Espiritismo conduz o leitor por uma jornada de estudo, memória e amadurecimento espiritual.
A obra nasce do diálogo com Allan Kardec e com o vasto patrimônio deixado pela Codificação, especialmente a Revista Espírita, periódico dirigido por Kardec entre 1858 e 1869, que registrou fenômenos, debates, pesquiisas, dificuldades e acontecimentos relacionados ao desenvolvimento do Espiritismo.
Mais do que reunir acontecimentos do passado, o livro procura compreender o que esses acontecimentos ainda podem ensinar ao espírita contemporâneo. A história deixa de ser simples sucessão de datas e personagens para tornar-se campo de reflexão sobre a responsabilidade, a mediunidade, a perseverança, a moral, o estudo e a fidelidade aos princípios doutrinários.
Nas páginas desta coletânea, o leitor encontrará reflexões sobre Allan Kardec, a formação do pensamento espírita, os caminhos percorridos pela Doutrina, episódios de sua história e questões que continuam provocando o pensamento e a consciência. A própria Revista Espírita defendia que a história do Espiritismo deveria contemplar não apenas fenômenos, mas também suas lutas, obstáculos, pioneiros e progressiva expansão.
Assim, este livro pretende ser simultaneamente memória e reflexão: olhar para o passado sem nostalgia, compreender o presente sem superficialidade e reconhecer que o conhecimento espírita somente cumpre sua finalidade quando se transforma em consciência e renovação moral.
Uma leitura para quem deseja conhecer a história do Espiritismo não apenas como acontecimento, mas como experiência humana, doutrinária e espiritual.
https://a.co/d/0fwpDKNS
Inspirados por reflexões de Rita Ribes, reconhecemos a literatura como experiência estética e humana, capaz de transformar quem lê e quem escuta. Quando professores se reúnem para conversar sobre livros, memórias e vivências, fortalecem também sua identidade como leitores e mediadores de leitura.
Recebo elogios com muita distração assim como recebo as críticas com atenção, usando reflexões e auto questionamentos.
Meu único medo é estar "engessado em verdades" e perder minha sanidade.
Sem deus, continuo com meus livros, minhas reflexões e minhas obras. O fanático sem deus não é nada, fica de mãos vazias, pois não saberá o que fazer!
A arte não existe para ser perfeita. Arte é feita para provocar reflexões e estimular afetos. Ao fazer arte, cada artista cria uma espécie única de amor no mundo, e isso também é cura.
Outro dia eu estava pensando, dessas reflexões que chegam sem avisar, tipo visita que entra pela cozinha enquanto o café ainda está passando. E eu percebi uma coisa curiosa sobre a vida. Quando existe um propósito muito grande guardado dentro de alguém, parece que a pessoa é salva de formas que nem ela entende direito. Não é aquela história bonita e perfeita, não. Às vezes a vida quase desmorona, o chão treme, a lógica vai embora para passear e eu fico ali pensando comigo mesma, como ainda estou aqui? E aí vem a resposta silenciosa que não faz barulho, mas ocupa tudo. Quando Deus decide que uma história ainda não terminou, ela simplesmente não termina.
Mas também aprendi uma coisa que muita gente não gosta de ouvir. Isso não acontece por acaso com qualquer coração distraído. Existe uma espécie de afinidade invisível entre a alma e Deus. Não estou falando de placa de igreja, nem de número de cultos frequentados, nem de quem sabe mais versículos de cor. Estou falando daquela intimidade silenciosa, que ninguém vê, mas que mora dentro da gente como se fosse uma chama pequena que nunca apaga. A pessoa pode estar sozinha no quarto, pode estar no meio da confusão do mundo, mas ela sabe. Deus está ali.
E tem algo que sempre me faz rir sozinha, porque é tão simples que parece até ousado dizer. Deus não depende de endereço religioso para existir dentro de alguém. Ele não precisa de microfone, nem de banco de igreja alinhado, nem de calendário sagrado marcado na parede. Deus cabe dentro de um pensamento sincero. Dentro de um gesto limpo. Dentro de uma consciência que tenta, mesmo tropeçando, fazer o que é certo.
Eu gosto de pensar nele como o próprio ar que a gente respira. Ninguém acorda de manhã e diz agradecida ao ar, olha que maravilha, estou respirando de novo. A gente só vive. Mas se o ar faltasse por alguns segundos, a gente entenderia tudo na mesma hora. Deus é assim. Invisível, essencial e absolutamente presente. Sem ele não existe vida, não existe direção, não existe aquele empurrão misterioso que nos levanta quando tudo parecia ter acabado.
E tem outra coisa que eu venho aprendendo aos poucos, quase como quem descobre uma chave perdida no bolso do casaco antigo. A questão nunca foi apenas aceitar Jesus com palavras. Muita gente aceita, mas esquece de praticar. A pergunta que realmente muda tudo é outra. O que ele faria se estivesse no meu lugar agora? Parece simples, mas não é. Porque essa pergunta exige coragem. Exige olhar para as próprias atitudes e ajustar a rota.
Quando alguém começa a viver assim, algo muda por dentro. A pessoa passa a agir com mais verdade, mais justiça, mais compaixão. Não porque alguém mandou, mas porque a consciência começa a se alinhar com algo maior. E é aí que eu percebo aquela presença que nunca dorme. Mesmo quando o corpo está cansado, mesmo quando a mente apaga no travesseiro, existe uma consciência maior sustentando tudo. Onipresente, silenciosa, constante.
No fim das contas, acho que o propósito não é uma medalha que alguém ganha. É uma responsabilidade. Quem sente Deus de verdade dentro de si acaba entendendo que foi guardada muitas vezes por um motivo. E quando essa pessoa percebe isso, ela começa a viver diferente. Com mais cuidado com os outros, com mais respeito pela vida e com uma certeza tranquila no coração. Se ainda estou aqui, então ainda existe algo que preciso cumprir. E enquanto esse algo existir, Deus continua soprando vida dentro de mim como quem diz, vai, ainda não terminou.
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Momentos de solilóquios
Agilson Cerqueira
… Reflexões, risos,
gargalhadas e palavrões!
Você intrínseco!
Almas vazias e espíritos cativos, tem por habito repetir pensamentos, reflexões e frases, mesmo diante de seus autores originais, aguardando os aplausos de quem escuta, como se os pensamentos fossem seus.
Carta VI — O Último Suspiro:
Últimas reflexões e legado
Já não me restam forças para continuar a escrever. Apenas um pequeno fôlego sobrou para que eu me lembre do quanto é bom viver. Já se passaram mais de quinze anos, e até aqui não recebi nenhuma visita: nenhum parente, nenhum vizinho, nenhum amigo. Como se todos se sentissem aliviados por se livrarem de mim, como se eu fosse um fardo. Não faz mal. Hoje deixarei a carne, mas não o mundo. O meu espírito continuará vivo — não num novo corpo, nem num novo hospedeiro —, mas na memória daqueles a quem estas cartas chegarem.
Nestes, o meu testemunho continuará a viver.
"Mesmo que lhes firam o corpo, não poderão matar o espírito. Mesmo que os prendam, não poderão silenciá-los da verdade".
Despeço-me deste corpo, desta vida. E, como injustamente me condenaram por não concordar com as vossas normas e por me punirem pelos meus pensamentos, farei com que os vossos próprios umbrais vos engulam de aflição pelo vosso cinismo e pela vossa hipocrisia. Que a vossa abundância e vaidade sejam reduzidas ao pó da terra.
Suspiro de alívio, embora carregue o fardo. Eis que chegou a hora de partir. Suspiro de paz, embora ainda exista ódio em mim. Que a terra se encha de justiça e que cada homem seja consciente de si mesmo. Pois nenhum homem pode condenar outro sendo ambos falhos. Nada nos dá o direito de punir o crime alheio quando não há quem puna os nossos.
Pergunto aos lordes:
— Quem dentre vós é digno de expiar o erro de outrem enquanto não reconhece os seus próprios? Se somos todos livres o que vos dá o direito de colocarem correntes nos nossos pescoços?
Todos nascemos livres, sem correntes, e ninguém espera que, após nascer, lhe coloquem cordas no pescoço.
"Cada ser humano possui uma vida e, por possuí-la, tem o direito de vivê-la."
Quem sois vós que nos quereis tirá-la?Porventura sois vós que a concedestes?
Eis o ponto da corrupção humana: todos querem ser soberanos, todos querem governar, mandar e dominar. Mas será que algum de vós já pensou em ser servo?
Se todos governassem, quem estaria subordinado? Por isso mesmo, não abuseis de quem vos dá um pouco de consideração como chefes. Pois só existe governo porque existem aqueles que vos obedecem. E, se ninguém vos obedecesse, duvido que as leis vos conseguissem proteger.
"Vós criais as normas, mas somos nós que as tornamos realidade."
Esta é a minha última carta. Gostaria tanto de escrever-vos mais, mas o sangue no meu corpo esgotou-se, e também o meu espírito. Já não restou papel; apenas um pedaço esquecido pelos antigos prisioneiros desta masmorra. Rogo-vos que guardem estas cartas com a vossa própria vida e que não as deixem apodrecer assim como eu. Não as deem de comer aos ratos, pois elas foram escritas com a carne deles. Não as entreguem aos soberbos, pois tenderão a queimá-las quando perceberem que elas ameaçam o seu poder.
"Não há arma mais delicada do que as palavras quando são capazes de transformar a consciência de um povo."
E eles não querem isso.
Não as vendam por moedas, pois nasceram da desgraça e foram escritas na miséria. Eis o meu último testemunho, o meu último pensamento para vós, e o meu último desejo:
"Uma morte livre vale mais que mil anos de vida escrava."
"Uma sociedade que censura uma opinião diferente daquela que defende é venenosa."
Não sejais hipócritas convosco mesmos.
Não sejais indiferentes à verdade.
Não sejais mornos: decidi-vos se sois frios ou quentes.
Não vos curveis para viver uma vida miserável diante daquele que vos oprime, censura e persegue.
Novamente, se alguém vos perguntar de quem é esta carta, respondei-lhes:
é de um Condenado.
Espero que aqueles que a encontrarem me conheçam um dia, do outro lado do mundo.
Adeus!
Há feridas que são mais cortantes que faca de dois gumes, mas há reflexões que são bainhas sob medida!
Há feridas que sangram silenciosas, invisíveis aos olhos alheios, mas que rasgam a alma com a precisão de uma lâmina afiada.
Não é a força do corte que as torna temíveis, mas a forma como se instalam, corroendo aos poucos a coragem de quem as carrega.
Palavras não ditas, gestos que doem, perdas que jamais encontram adeus — tudo isso é uma faca de dois gumes, que fere tanto quanto ensina a temer.
E, no entanto, há reflexões que chegam como bainhas sob medida.
Elas não evitam o corte, mas oferecem suporte, amparo, um contorno que protege sem impedir o movimento.
São pensamentos que alinhavam o fio da consciência, que transformam a dor em aprendizagem, a confusão em clareza, o remorso em reconhecimento.
A bainha não tira o corte da lâmina, mas permite manejá-la com firmeza e segurança.
A diferença entre sofrer e compreender, entre se perder e se reencontrar, está nesse equilíbrio delicado.
Ferir é inevitável; ser ferido é humano.
Mas refletir com honestidade, com coragem, é criar espaço para que cada corte se transforme em cicatriz, e cada cicatriz, em história que fortalece sem endurecer.
Porque, no fundo, a vida só se revela plenamente a quem aprende a conviver com a lâmina e a bainha — a dor e a consciência, a ferida e a reflexão, o corte e a proteção.
Vivemos Tempos Sombrios nos quais a velocidade das opiniões supera a profundidade das reflexões.
Quase tudo precisa ser imediato: a resposta, o julgamento, a indignação, a defesa e até a condenação.
Pensar, entretanto, exige tempo…
Exige silêncio, dúvida, escuta e, sobretudo, a Humildade Intelectual para admitir que nem sempre temos razão.
Vivemos conectados a tantas vozes que, paradoxalmente, temos cada vez menos espaço para ouvir a nossa própria consciência.
Somos bombardeados por informações, manchetes, comentários e certezas fabricadas quase o tempo todo.
Antes mesmo de compreender um fato, já somos convidados a escolher um lado.
Antes de conhecer uma história, já nos oferecem um culpado.
Antes de refletir, já esperam de nós uma opinião.
E talvez uma das maiores perdas do nosso tempo seja justamente essa: confundimos informação com conhecimento e opinião com pensamento.
Pensar de verdade é muito mais trabalhoso.
É desconfiar das próprias convicções, reconhecer contradições, considerar aquilo que não confirma nossas crenças.
É perceber que o mundo muito raramente cabe nos extremos que as redes sociais insistem em nos apresentar.
Há uma espécie de embriaguez coletiva pela certeza.
Quase todos querem ter razão, mas quase ninguém quer, de fato, compreender.
Muitos querem falar, poucos estão dispostos a escutar.
E, nesse ambiente, a dúvida — que deveria ser companheira da inteligência — passou a ser vista como fraqueza.
Talvez precisemos reaprender a desacelerar…
Não responder imediatamente…
Respirar antes de compartilhar, refletir antes de condenar e perguntar antes de afirmar.
Porque uma sociedade não se torna mais sábia simplesmente porque seus indivíduos têm mais opiniões.
Ela se torna mais sábia quando seus indivíduos aprendem a pensar sobre aquilo que opinam.
No fim, talvez a verdadeira resistência aos Tempos Sombrios não esteja em gritar mais alto, mas em preservar a capacidade de pensar com profundidade, sentir com humanidade e discordar sem transformar o outro em inimigo.
Em um mundo cada vez mais veloz para falar, talvez pensar devagar seja uma das formas mais urgentes e necessárias de lucidez.
Reflexões
Não pare para pensar
Por favor, não pense
Não existe nada lá
Só o vazio de perguntas sem respostas
Que são complicadas de explicar.
Se você não entende, tudo que te cerca
Por favor, ignore,
Não pare para perguntar
A razão se perde
Os sentidos não fazem mais sentido
E você terá morrido
Sem perceber.
Por favor, desista de questionar.
Aqueles que descobriram a verdade
Soubera que está é um caminho curto,
Mas sem fim
E enlouqueceram, pois perceberam
Que neste caminho você apenas pode esperar.
Em meio a essas reflexões é que encontro uma razão para seguir em frente...e que nao vale a pena desistir e sim, seguir em frente sempre!
Em mais uma de minhas noites de insônia e intensas reflexões me dei conta de que em muitos momentos da vida devia ter desafiado minha necessidade de liberdade. Se tivesse ousado neste desafio, certamente, teria me propiciado mais convívio com amores e amigos antes do inevitável afastamento.
Meu bem querer pelo bem viver sem os desgastes do sofrer assusta e afasta os menos avisados ou me afasta pela incompreensão e pelo julgamento equivocado. Não se dão conta de que podem desfrutar de minha liberdade juntos, de que podem desfrutar com mais intensidade de meus sentimentos de bem querer o bem viver.
Cientes do inevitável afastamento de sentimentos vivemos ao máximo o bem querer, o sentir, o amar, a paixão, a amizade e tudo mais, pois se acabarem amanhã hoje deles desfrutamos ao todo, mas se por ventura e felicidade, no amanhã, tudo tiver continuidade temos então mais motivos para por intenso desfrutá-los novamente.
Um homem que não faz suas reflexões é um homem que não dosa seus aprendizados. Todos em algum momento devem se sentar ao chão e refletir sobre seus caminhos futuros, trajetos passados e então apontar para o melhor lado a trilhar, e ainda assim, refletir sobre seus andarilhos ladantes e aos quais devem seguir a trajar em rotas irmas.
Um homem se revela realmente bom quando a sua própria companhia, idéias, pensamentos e reflexões já lhes são suficientemente críticos e suficientemente reflexivos, tornando-o assim seu próprio critico.
Reflexões de um coração solitário!
Em pequenos e momentâneos momentos de solidão,
me pego a refletir no que deixei de viver, sentir, sorrir, chorar, amar...
Sou uma mera sombra na janela muitas vezes vendo minha vida passar...
Luto, corro contra o tempo mais me sinto um passo atrás...
Quero mais, quero viver, quero um sorriso de paz...
Quero sonhos possíveis
Quero ser amada, amar...
Ver refletido no espelho o brilho da alegria nos meus olhos...
Dançar sozinha pela sala como se estivesse em um palco...
Me olhar como mulher...
Me reservar ao direito de querer e desejar tudo que me faz feliz...
Sonhar...
Caminhar descalça na praia ao entardecer...
Sentir o vento no rosto até o lagrimejar dos meus olhos...
Preciso sentir paz na minha solidão...
Estar sozinha comigo mesmo...
Mesmo assim, não vou desistir de ser feliz...
Nas minhas reflexões, meu coração solitário aprendeu que não
posso ter tudo, mas ainda posso sonhar com você!
Noites como estás de hoje me trazem lembranças, reflexões, sentimentos, questionamentos de esperas que nós levaram para bem longe e me faz olhar para as atitudes que ainda não tomamos para mudar o que ontem fomos, desejando que amanhã não mais sejamos...
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