Pequenas poesias de Amor
O amor e o ópio da alma. inflamando os sentidos e matando a razão humana em total desfavor ao próprio ser.
Permita-se observar situações onde o amor permeia e entenderás o quanto tal sentimento enriquece e dá sentido a movimentação de sua vida.
O cultivo da bondade nos aproxima do amor de Deus e da humanidade, nos perpetua nos corações dos aflitos que contam com nosso gesto nobre de auxílio.
"O amor é uma coisa, como um objeto, só que ele depende de que a gente cuide dele pra dar certo, senão ele quebra, então a gente tem que cuidar todo dia."
Entre a falta e a perda de um amor há diferenças: a falta é o vazio de um amor futuro; a perda é o vazio de uma amor passado.
O tempo do amor não pode ser medido com as batidas do coração e sim com suas paradas; já o tempo de amar, não existe, é infinito.
A não presença de um amor não significa um amor ausente; o silêncio de um amor não significa a sua falta; a evidência de um amor se faz na presença que não se vê e no silêncio que não se cala.
Viver significa não ter momentos em que lhe falte o amor; acreditar existir, senti-lo, mesmo que distante e em silêncio.
Ao amor do passado… dou-lhe o nome de eternidade; ao amor do futuro… dou-lhe o nome de felicidade; à falta de amor no presente… dou-lhe o nome de esperança.
Na sociedade contemporânea do século XXI ficou cada vez mais difícil encontrar o amor e a felicidade em par sem saber para isto bem administrar o interesse pessoal acima de todas as coisas, um inabalável egoísmo selvagem sobrevivente e a vida sempre em torno e à partir de nos mesmo.
Aprende se desde cedo pela própria caminhada que só há de se encontrar o verdadeiro AMOR se involuntariamente, DAMOS, fortuitamente à outrem o melhor que internamente e espiritualmente, se tem, se possui por nata virtude.
Amor. É mais dar para receber mas sem contar o tempo...consequentemente recebe se sempre mas no tempo do tempo....que é lento...nem sempre no nosso momento...se não pode evitar o rebento, afaste se e refresque se com o vento deixando passar o tempo."
As doenças sexualmente transmissíveis no seculo XXI aniquilaram por vez o então frágil franco amor sincero e a confiança solidaria pactual no amor carnal, livre prazer e encontro espiritual entre os pares.
Não acredito em celebração natalina cristã alguma em qualquer parte do mundo sem o amor incondicional ao próximo, muita oração pela paz, celebração da vida e a caridade.
Como eram felizes e coloridos meus dias de sonhos, fantasias e ilusões perante a vitoria do amor incondicional e irrestrito pela vida e pela humanidade.
Nunca existiu métrica no verdadeiro amor pois o coração que ama, transcende até a existência e a dimensão.
Muitas das vezes o amor me parece ser um complicado jogo de quebra-cabeça com encaixes imperfeitos entre o sonho e a realidade.
Por muita sede de encontrar um dia em minha existência o verdadeiro amor, vivo semeando docilidades amorosas por onde caminho na certa esperança de que algum dia não mais estarei sozinho navegando nos mares solitários da dor.
Prazer, ter e solidão são coisas dos brancos pois os índios brasileiros só conhecem amor, vida e felicidades em comunidade.
Sou um fervoroso adepto e cristão, sigo os passos de amor do meu mestre Jesus e de alguns santos gurus. Sendo assim, espelho minha vida a exemplo da vida dos grandes mestres, nunca casei pois se fosse o mais acertado tanto Jesus e os Gurus, teriam feito.
