Pensamentos Góticos
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A verdadeira dor não está na morte, mas em morrer enquanto ainda se vive.
Eles me perguntaram: "você a ama até a morte?"
E eu respondi: eu a amo em cada verso, cada verso escrito, em cada realidade existente, eu a amo em todos os momentos que ja se foram e irão chegar, mesmo que minha vida chegue a terminar
— Patrick Wallace
Viver é perigoso. Sempre acaba em morte.
A vida de qualquer objetivo consiste na persistência, a morte de qualquer sonho se chama desistência.
Então se for para desistir desista de ser fraco!
A morte é apenas espaço desocupado no planeta Terra e preenchido em nossas memórias.
A morte não existe. É só uma viagem. Não é morrer! É florescer!!
“O arrependimento é um castigo… pior até que a própria morte.”
"Ela encarava a morte todos os dias… só não esperava que fosse ele quem partiria primeiro."
"O luto começou antes da morte. Começou ali, no silêncio, enquanto ela deixava ir tudo o que a vida estava arrancando."
“A calma de quem atravessou o vale da morte é mais assustadora que o próprio vale.”
Somos todos mortais. O único destino que nos espera é a morte. E brigamos tanto, mentimos, matamos sonhos. Trabalhamos tanto para, no final, morrer e não levar nada.
A morte é a grande preocupação que me resta quando a ociosidade é alimentada pelo seio do tédio.
É sempre muito cômodo: os santos perto da morte esquecem que um dia pecaram diante do altar.
Ainda é possível, pela morte, reescrever a história através das cinzas.
A morte sempre apontou para culpados, felizmente todos já estão enterrados.
Gostando dos pensamentos?
O religioso que tira o terço diante da morte, normalmente usa-o como chicote em vida.
Uma das maiores ilusões consiste em esquecer que a vida é prisioneira da morte.
Emil Cioran
Nos cumes do desespero. São Paulo: Hedra, 2012.
O desejo de morrer foi minha única preocupação; renunciei a tudo por ele, até à morte.
Emil Cioran
Silogismos da amargura. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.
A solidão maior é a morte, essa passagem sem companhia para o isolamento eterno.
O próprio discípulo só respira e se emancipa com a morte do mestre.
Emil Cioran
História e utopia. Rio de Janeiro: Rocco, 2011.
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