Pensamentos Góticos
A morte é o maior paradigma desta humanidade, quando o ser humano entender a sua inexistência, tudo será diferente e inovador...
O homem que diz que vai a morte por uma causa, só se prova a verdade, quando realmente está face a face com a morte.
Não há ninguém forte, na ciência tanto do amor quanto da morte, entretanto pelo amor suplantamos a morte.
Se os fantasmas das pessoas podem assombrar uma casa, por quê os fantasmas das criaturas rotineiramente não retornam a onde moravam?
Acredito que a aparição dos fantasmas revelam mais de nós mesmos do que deles em sí, isso em todos os sentidos.
A jornada da perda é uma oportunidade para explorar a dualidade da existência humana, lembrando-nos de que somos seres complexos, em constante luta entre o desejo de viver e a tendência à autodestruição.
Lilian M Dutra Pugliese
MORTE É MORTE (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Não importa o tipo da morte.
Morte é morte.
A morte não é a perda maior.
O que realmente perdemos na morte
é o que morre lá dentro de cada um,
enquanto vivemos.
Saí do teu coração por expulsão sem reclamar;
Com dor e sacrifício, e duvido poder voltar.
Comovido, e não consigo olhar para frente sem chorar;
Mas deixei a porta aberta para que outro possa entrar.
Tristeza e comunhão Os que bebem juntos da mesma fonte de tristeza descobrem, surpresos, que a tristeza partilhada se transmuta em comunhão.
(em “ostra feliz não faz pérola )
O maior arrependimento que se pode ter é aquele investimento, tempo, dedicação e amor que uma pessoa te deu e você jogou fora, pelo simples fato de não valorizar.
O pior da tristeza e da monotonia não é quando você sorri para ela, mas quando ela te sorri de volta.
Pergunte para um trilhão de almas mortas qual o significado da honra. É indescritível, ninguém a merece. Somos meros prisioneiros do tempo.
Ela entende o silêncio melhor que ninguém.
Mesmo estando triste por dentro, vestiu sua melhor roupa, seu sorriso e sua simpatia, e seguiu adiante.
A saudade é um hiato do prazer de estar na companhia da pessoa amada, que cria um espaço no coração que tem a tristeza como aliada.
O que era magreza em sua juventude tornou-se transparência, diafaneidade que deixava entrever um anjo. Era mais que uma virgem, era uma alma. Parecia feita de sombras: o mínimo de corpo para que ali houvesse um sexo; um pouco de matéria envolvendo uma luz; grandes olhos sempre modestos; um pretexto, enfim, para que uma alma permanecesse na terra.
