Primeiro passo é reconhecer a sua insignificância dentro do fluxo natural do universo, após a morte só restará ossos na gaveta do cemitério, o apagão eterno da inexistência vai te dominar e esse é o eterno apagão da luz apagada entre o infinito da anulação total do organismo humano
Quando a pessoa se sente o centro do universo, chega uma doença ou a morte pra mostrar que ela é igualzinho a todas as outras: um grão de areia e nada mais.
“Como se pudesse me parar, não vão, não podem, não conseguiram me derrotar, porque se minha morte chegar ela não será em vão, meu sangue irá tocar no chão buscando uma solução”