Pensamentos de Roberto Campos sobre Comunismo
Alguns se tornam tão agressivos em nome de suas causas que nos fazem questionar se amam mesmo aqueles que dizem defender ou se apenas as próprias bandeiras.
Uns se abatem pela inconstância com que a vida lhes subtrai a luz sob a qual brilhavam ontem. Outros se animam justamente por ela os lembrar que o sol oculto hoje sob espessas nuvens ressurgirá amanhã refulgente de brilho e cor, e só não o verá quem não se levantar.
Os conceitos de Deus e de Amor se confundem até na forma como se expressam em nós: o mais importante não é que a ligação dos amantes ou entre criador e criatura se faça real, mas a plenitude do sentimento gerado pela simples possibilidade do outro lado estar lá.
Chega um momento em que tudo o que se tinha como real se desfaz em irrealidades, o concreto se converte em ilusório, e o verdadeiro revela toda sua inconsistência, revelando o eu que era exibido no palco. Pela primeira vez nos vemos compondo a matrix, só que pelo lado de fora.
A grande diferença num embate entre um combatente idiota e outro inteligente é que o idiota usa sua raiva em lugar de uma estratégia, e o outro faz uso inteligente da raiva do adversário como estratégia para ganhar a guerra.
Tanto o papel quanto o teclado aceitam qualquer coisa que se diga a nosso respeito, independente da ótica, do objetivo, e do caráter de quem escreve. Em assim sendo, a única coisa que revela inequivocamente quem somos é nossa biografia.
Algumas pessoas passam 100% de seu tempo de vida oferecendo provas incontestáveis de que nem mesmo um bandido inteligente consegue produzir tanto estrago e se mostrar tão nocivo quanto um ignorante bem intencionado.
De tudo que escrevo, é notório que os conteúdos mais relevantes são os menos lidos. Estaria a humanidade hoje mais propensa a se mostrar do que a pensar?
Até mesmo minhas publicações me dizem que ando na contramão do caminho trilhado por grande parte da humanidade pois que, ao me aplaudir, a maioria rende homenagem a textos que eu detesto lembrar tê-los escrito.
Ainda me dizes que te decepcionas? Ó tola carência humana de ser levada a sério, quando tua extensa trajetória já deveria ter-te convencido de que a natureza humana não é séria!
Todas as crenças humanas afirmam buscar a Verdade, mas ao se virem diante dela escolhem manter as velhas mentiras para não ter que enfrentar as certezas.
Quando o homem não consegue entender o percurso real entre A e B, ele cria uma trajetória inversa a partir de B repleta de elementos precipuamente reunidos para sustentar sua tese, construindo uma “verdade” à sua imagem e semelhança que se sobreponha a todas as demais.
Quando nos deparamos com uma “verdade” previamente estabelecida, ponderá-la ou apresentar argumentos se mostra totalmente improdutivo, pois que já está decidido em que se quer que acreditemos. E é quando o bom-senso nos recomenda poupar tempo e energia!
A distinção entre crenças libertadoras e crenças limitantes passa pelo rigor dos filtros que instalamos em nossos cérebros graças a uma habilidade conhecida como bom-senso!
Crenças insanas são resultado de escolhas. Crenças sensatas resultam do exercício da inteligência, que as converte em hipóteses, e por último em consciência.
A sociedade da comunicação instantânea trocou sua humanidade pela função de protagonistas de um espetáculo cenográfico montado para encantar sua plateia com cenários impecáveis, falas e gestos ensaiados para impactá-la, mas sem vínculo algum com a realidade dos atores.
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