Pensamentos de Gibran Khalil sobre a Paz

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Arrisque-se, não tenha medo, enfrente tudo pela sua felicidade.
Deus te deu a vida, o sol, a lua, o mar!
Não tenha medo de arriscar!
Ele está lá. Se você cair, Ele vai te levantar.

O Brasil é feito por nós. Está na hora de desatar esses nós.

Que coisa misteriosa o sono!... Só aproxima a gente da morte para nos estabelecer melhor dentro da vida...

Mário de Andrade
ANDRADE, M., Amar, Verbo Intransitivo, 1927

Tenho uma dor de concha extraviada.
Uma dor de pedaços que não voltam.
Eu sou muitas pessoas destroçadas.

Manoel de Barros
BARROS, M. O livro das ignorãças. Rio de Janeiro: Editora Record, 2000.

Revolução sem dança não vale a pena!

A imaginação nos torna capazes de suportar a pungente realidade do mundo. Se pararmos em frente ao espelho, e chegando mais perto, olhar bem nos nossos próprios olhos, saberemos que “nós”, somos verdadeiros sonhadores.

Porque, às vezes, o que chamamos de amor não passa de um amontoado de coisas velhas que não conseguimos jogar fora..

Prazos largos são fáceis de se subscrever; a imaginação os faz infinitos.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Não existe essa coisa de equilíbrio entre vida e trabalho. Tudo pelo qual vale a pena lutar desequilibra sua vida.

- De perto tudo é mais feio. - disse ela.
- Menos você - respondi sem pensar.

O aprendizado é impossível sem o direito de errar e sem uma longa tolerância para com o estado de dúvida.

O coração é sempre verdadeiro, não diz senão o que sentiu; e o sentimento, qualquer que ele seja, tem a sua beleza.

Quando deixamos nossa vida nas mãos de Deus e dos Orixás tudo nos é provido. O que não nos pertence nos é tirado. O que é nosso nos é maravilhosamente entregue.

Não tenhamos medo. Tenhamos Fé.

Não me arrependo de nenhum erro cometido, pois, se não fossem eles, jamais teria aprendido o que é errar.

Anarquia sem ordem, é desordem!

Que o amor seja eterno enquanto dure.

Talvez seja verdade que nós não existimos realmente até que alguém note a nossa existência, que não dizemos nada até que alguém possa entender a essência daquilo que estamos dizendo, e que só estamos completamente vivos até sermos amados.

Ah! Mulher! que tão depressa
esqueceste um homem que te ama
para ouvires os galanteios
doutro que te cobiça!...

Matar não quer dizer a gente pegar o revólver de Buck Jones e fazer bum! Não é isso. A gente mata no coração. Vai deixando de querer bem. E um dia a pessoa morreu.

José Mauro de Vasconcelos
O meu pé de laranja lima. São Paulo: Melhoramentos, 2004.

‎Se escolhemos amar, é bem provável que nosso futuro será recheado de saudades boas. Mas se escolhemos negligenciar o amor que podemos oferecer ao outro, é certo que nos restará nas mãos um cesto de arrependimentos e remorsos.