No mundo contemporâneo
há uma necessidade vital do
homem viver o imaginário,
como se a sua vida fosse um
faz de conta onde o que é real
é apenas a sua criatividade em
busca da forma mais eficiente
de ser hipócrita diante da observação
do outro.
O homem criou toda uma realidade artificial a sua volta, para se distrair; tudo para não ouvir a voz da consciência que grita cada vez que o silêncio vence todos seus apetrechos que dele se apossou garantindo sua infelicidade.
Quando acordo, a primeira coisa que me vem a cabeça é escrever. O homem precisa de algo que traga sentido a sua vida, quebrando barreiras que ele mesmo constrói: até descobrir que limite não há.
Quem foi que pôs a pólvora na mão do homem?
Quem foi que pôs a bíblia na mente do homem?
Não sou capaz de saber, mas sou capaz de sentir, tenho quase certeza que isso fez parte de mim.