Pena eu Nao fazer parte do seu Mundo
Amo a religião como narrativa mitológica: engraçada, caótica e impactante. Pena que ainda sirva como instrumento de poder e opressão.
É dentro de um avião que mais percebemos nossa vulnerabilidade. Mas vale a pena ser vulnerável apreciando o espetáculo colorido de um por do sol.
Ah como fostes amada?
Que pena que nem percebeste.
Perdeu a razão ao tornar submisso, tudo que os tocava.
És a brisa serena que dantes provocara arrepios, e esfaleceu- se. Foi contaminada pela fuligem tóxica, não tem mais a sensibilidade do toque. Já não é mais suave; É uma devassa!
230726II
"Amar alguém é um dom de Deus.
Pena que poucas pessoas sabem disso.
-Ame muito! - Principalmente, quem lhe ama.
Perdoe quantas vezes for necessário.
Recomece sempre que precisar.
Amar é preciso, viver não é preciso!"
...e feliz ano!
☆Haredita Angel
Enquanto
a Pena for
Capital Econômico,
a Pobreza será
Crime.
Quando a Liberdade pode ser medida pelo Dinheiro, a Justiça deixa de enxergar apenas o ato e passa a considerar, ainda que indiretamente, a Condição Financeira de quem está diante dela.
Para alguns, uma fiança ou uma indenização representa um transtorno passageiro; para outros, significa a permanência na prisão, o endividamento ou a impossibilidade de recomeçar.
É evidente que reparar danos causados é um princípio importante da convivência em sociedade.
No entanto, quando as consequências econômicas recaem de forma profundamente desigual sobre pessoas com capacidades financeiras completamente distintas, surge uma pergunta inevitável: estamos punindo o Comportamento ou a Pobreza?
A verdadeira igualdade perante a lei não consiste apenas em aplicar as mesmas regras a todos, mas em garantir que elas não produzam injustiças previsíveis por causa das diferenças sociais.
Uma sanção que pesa pouco para quem possui muito e se torna devastadora para quem possui quase nada, desafia o ideal de equilíbrio que se espera da justiça.
Uma sociedade democrática fortalece-se quando responsabiliza quem erra, sem transformar a vulnerabilidade econômica em uma condenação permanente.
Afinal, o patrimônio pode definir o conforto de uma pessoa, mas nunca deveria definir o valor da sua dignidade ou o alcance dos seus direitos.
Enquanto o acesso à Liberdade, à Defesa ou à Reparação depender, em grande medida, da capacidade de pagar, permanecerá a inquietante sensação de que, para muitos, a Pobreza continua sendo tratada como um Agravante Silencioso e Invisível.
E uma justiça que pesa mais sobre os bolsos do que sobre os fatos, pode perder aquilo que lhe é mais essencial: a confiança de que todos são, verdadeiramente, iguais perante a Lei.
Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.
Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.
De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.
O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.
Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.
E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.
Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.
Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.
E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.
O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.
Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.
O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.
Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.
O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.
E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.
Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.
Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.
E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.
No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.
Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.
Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.
Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.
E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.
Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.
Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.
E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.
Os que só se preocupam com quem dormir, se privam da graça de descobrirem com quem valha a pena acordar.
O baile que vale a pena
sempre será onde por
nada a gente se contenha.
O nosso baile é maya,
ao ritmo de Son Chapín,
onde a alma fica leve e serena.
Nas tuas mãos sou
a tua marimba favorita;
no silêncio, a curva
do Rio Motagua que só
você navega e a alma decifra.
A minha existência
povoa toda a sua fantasia.
Com as flores mais lindas
da Árvore de Ochote,
serei muito mais do que sorte.
Tu haverá de ser o meu norte,
que os passos envolvem
neste amor sublime que fascina.
0353 "Morro de pena pelo 'enorme prejuízo' dos comerciantes que anunciam 'desconto de 80%' (pobrezinhos) e também tenho pena dos incautos que acreditam em conversas desse tipo (coitadinhos)."
"Estou avaliando se vale mesmo a pena isso de envelhecer. Dos que conheço que envelheceram, um terço não ouve bem; outro terço não anda bem; o terço final está com depressão. E todos estão bastante enrugados!"
Frase Minha 0224, Criada no Ano 2008
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
"Estou com muita pena dos meus Cunhados Ricos porque, só por serem ricos, são atacados pelos meus Cunhados Pobres com palavras assim: ladrões, safados, desonestos, materialistas, sem Deus, sem amor ao próximo. Tenho pena, também, dos meus Cunhados Pobres porque são pobres duas ou três vezes, pobrezinhos!"
Texto Meu 0923, Criado em 2018
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
2462 📜 "Parece interessante o que você afirma. Parece eloquente e parece relevante. Pena que, do jeito que está, não me convence nem me desperta interesse, além do interesse em cobrar 'de onde V.Sa. tirou isso? Da sua cabeça? Da sua vontade?'
-
Aguardo resposta... Isso é oqmetoca (oqmetoca.top) e Eu sou Assim (souassim.top)!"
0923 📜 "Estou com muita pena dos meus Parentes Ricos porque, só por serem Ricos, mesmo Honestos, são atacados por Alguns dos meus Parentes Pobres com palavras como: ladrões, safados, sem Deus, materialistas, sem amor ao próximo."
"Tenho mais pena ainda dos meus Parentes Pobres, mas não por eles serem pobres. Não mesmo!"
Olhe para dentro de vocês e me diga, o que é importante pra você? Pelo que vale a pena lutar? E siga esse caminho.
Promessa é uma coisa séria, pena que existem muitos que fazem dela algo banal, é apenas instrumento da falta de noção daqueles que não se importam com o seu próximo
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